segunda-feira, março 31

Atrasado

Assistir a Onde os Fracos Não Têm Vez (No country for old man), grande vencedor do Oscar 2008, apenas me deixou curiosa. O que tinham (ou melhor, não tinham) Desejo e Reparação, Juno, Conduta de Risco e Sangue Negro, que não conseguiram desbancar o filme dos irmãos Coen?!

Classificado pela crítica como um faroeste moderno, o filme de Joel e Ethan Coen caiu nas graças da Academia e na desgraça do público brasileiro noveleiro, acostumado a acompanhar produções com início, meio e fim. O que não é exatamente o caso do filme em questão. Os mesmos autores de E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?, Fargo e O Grande Lebowski continuam, com Onde os fracos, na verdade, a fazer troça dos filmes noir.

Isso é minha humilde opinião, claro.

Sinceramente, filmes 'cabeça' não são muito a minha praia. Não que seja necessário algum tipo de didatismo para fazer valer o ingresso; só coerência. A genialidade a que se referiram os críticos não chegou a me animar. Longe disso. Embora, também, estivesse longe de me revoltar, porque o filme deixou várias impressões. Boas e más. E isso, no final das contas, até que é bom. Só não acho que fosse alguma coisa para Oscar. Por isso a curiosidade de fazer, antes tarde do que nunca, aquilo que já era tradição — assistir a todos os indicados; pelo menos na categoria principal, de Melhor Filme. Porque adoro formar opinião.

Interessante, mesmo, foi assistir ao filme, em vídeo (pirata, sorry), na semana em que pipocava a tal polêmica criada pelo casseta Marcelo Madureira. Amigo, não é o Glauber que é uma merda — o cinema cabeça é que é uma bosta! Mas essa é aminha opinião quero deixar bem claro, porque este blog não é espazo para criar polêmica, e sim para eu falar o que quiser sobre o que eu bem entender!

Cinema para mim é sala escura e gelada com muita pipoca e coca-cola. No momento, guaraná, por causa daquela promessa longa. Quer passar mensagem? Ok. Passa. Mas dá linha pra pipa; deixar um ponto de interrogação enorme não tem a menor graça. E nem tô falando da maneira abrupta que a dupla Coen encerra a fita, não. Chato, mesmo, foi o xerife não ter visto o matador metódico no escuro do quarto do hotelzinho de beira de estrada. Mais chato ainda foi não ter testemunhado o encontro entre perseguidor e perseguido. Deu um vazio maior do que a falta de música do filme inteirinho.

Agora, a pergunta que não quer calar: por que os nossos críticos não tiveram peito de mandar nossa Tropa pro Oscar se a violência de Onde os fracos foi tão bem aceita pela Academia???

sexta-feira, março 28

Merece chilique

A empresa acaba de implantar um novo sistema de solicitação de serviços à tecnologia. Teve um mini-curso para orientar os usuários há pouco. Mas não é nem isso que interessa tanto a este post — o foco deste blog, é claro, só poderia ser o inusitado.

Para mostrar as possibilidades da ferramenta, o instrutor pediu a uma moçoila que trabalha no outro andar com um daqueles cargos de chefia que não dá pra entender nem por decreto, que fizesse as vezes de usuário. Uma simulaçãozinha básica. O mote foi um problema recorrente, a falta de acesso à rede.

O rapaz instruiu a garota, que tava sissi, a abrir o sistema, preencher o formulário e enviar sua solicitação, para então dar prosseguimento à novelinha que criava — o problema continuava etc. Foi mais ou menos assim...

— Fulaninha, digite seu usuário e senha, clique em 'relatar caso' e preencha o formulário. Você pode especificar a categoria da sua solicitação pelo menu da ferramenta, a gravidade do seu chamado e a freqüência que o problema ocorre. No campo 'resumo do chamado', você dá uma espécie de título ao problema e no campo 'descrição', explica tudo o que acontece. Para a nossa simulação, ponha aí no campo 'resumo' sem acesso à rede, por favor.

A fófis foi selecionando os itens do menu, tudo funcionando na mais perfeita ordem para a simulação. Até chegar ao tal do campo 'resumo'. Ela escreve: SEM REDE.

Beleza. Tudo bem. O pocheteiro em potencial continuou com a explanação, pediu pra poderosa sentar e um rapazinho da tecnologia ocupou seu espaço, para mostrar o lado da resolução do serviço, como o setor procederia para solucionar o problema de início etc. Aí, para mostrar como deveremos proceder no caso de persistir o problema, chamou novamente a queridona.

— Vamos lá: clica no seu pedido, já resgistrado e atribuído, mas ainda sem solução. Clique em 'retorno' e especifique novamente o problema, que entrará no nosso sistema outra vez, com status de reincidência. Mas aí, no campo 'resumo' você especifica que continua sem acesso à rede.

Aí que o barraco desabou. Na hora de preencher o campo 'resumo', a profissional graduada que manda em gente lá embaixo escreve: CONTINUO SEM REDE.

Puta que pariu!!!! A caralha da mulé simplesmente não sabe escrever ACESSO.

Não é para ter um acesso????? Um ataque de perereca??????????

Não é de emputecer Jó?????????

Edson Luís

Hoje completou 40 anos que o garoto que estava no lugar errado, na hora errada, foi assassinado no extinto restaurante Calabouço. Sua morte comoveu milhares e encorajou outros tantos, indignados com os desmandos e a violência da época.

Mas será que aqueles adolescentes que apinharam o centro da Cidade, hoje à tarde, reeditando a passeata que carregou o corpo do jovem secundarista vitimado pela bala de um PM enfurecido com o revide de uma 'pedra perdida', conheciam a história do garoto? Será que sabiam o motivo de estarem ali?

Pelos arquinhos coloridos de fru-frus nas cabeças das meninas, principalmente, resquícios do Carnaval há pouco passado, era só festa!

Por isso que digo: isso me emputece!

quarta-feira, março 26

Fábula

Ando preocupada. Tenho sentido vontade de ficar em casa, não ando com disposição para sair, fora o trajeto casa-trabalho-academia-casa.

Medo da violência?

Não... de mosquito.

Agora eu entendo os elefantes!

A luta continua

Donos de jornais e revistas oferecem aumento de 5%

Os representantes dos donos de jornais e revistas ofereceram 5% de aumento salarial durante reunião com a comissão de negociação do Sindicato dos Jornalistas, que contrapropôs e teve rejeitado o índice de 7%. Eles se recusam a avaliar uma nova proposta, que já está abaixo dos 8,36% reivindicados inicialmente pela categoria. Em 2007, os jornais brasileiros tiveram crescimento de 11%.


Sobre o valor do vale-refeição, admitiram a possibilidade de estudar uma forma para reembolsar os jornalistas que estiverem em jornada de trabalho fora da empresa. Reivindicamos aumento do vale, de 10,30 reais para 18 reais, mas eles contrapropõem o valor de 11 reais, um acréscimo de 70 centavos. Pesquisa do setor revela que o carioca gasta quase 17 reais para comer fora.

Em relação à participação nos lucros, eles propuseram um valor de 450 reais para o benefício, nas empresas desprovidas de plano nesta área, e a sua distribuição estaria condicionada ao nível de freqüência ao trabalho de cada jornalista. Na reunião de hoje (N.B.: de ontem, dia 25, na verdade), decidiu-se que os representantes dos patrões e dos jornalistas formulariam novas propostas sobre esses pontos. Os critérios para distribuição dos lucros devem se basear em questões relacionadas com grupos de profissionais e não de forma individual. Também foi acertado que o valor do benefício não deve ser fixo, mas de acordo com percentuais baseados em faixas salariais.

Os representantes do patronato ainda se recusam a pagar em dobro os domingos e feriados trabalhados. Mas admitiram estudar uma proposta de compensação por esses dias trabalhados, que consistiria na concessão de folga de dois dias no decorrer de um período a ser estabelecido. A comissão de negociação do Sindicato defendeu novamente o reajuste do auxílio para o pagamento de creche, de 185 reais para 450 reais, mas eles oferecem somente 200 reais. Alega que o aumento das mensalidades das creches se dá em função do salário mínimo, bem acima dos percentuais de reajuste dos salários dos jornalistas.

Nova rodada de negociação foi marcada para o dia 15 de abril (terça-feira), às 10h.

terça-feira, março 25

Lista do balde

Depois de um longo e tenebroso inverno, fui ao cinema. Antes que meus três leitores assíduos perguntem (não que isso os demova de comentar, claro!), não, não fui sozinha. Um pouco por falta de opção, outro tanto por causa do horário, paramos na sala 1 do Downtown, que passava Antes de partir, de Rob Reiner (de Conta comigo e Harry & Sally).

Tudo bem, a crítica não foi lá tão favorável à produção. Tudo bem, geralmente eu cago pra crítica. Ainda bem, porque saí com uma ótima impressão do cinema — sobre a história, sobre a direção, sobre a interpretação primorosa dos atores e sobre a vida.

Apesar de alguns momentos recheados de clichês — que, ainda acho, foram propositais; afinal, há algo mais clichê do que a própria vida?? —, de uma forma geral, roteiro e direção tratam o drama de forma diferente. Um prato cheio para Jack Nicholson, que divide o destaque nos créditos com Morgan Freeman.

Chato é esse negócio de tradução do título. Originalmente, Antes de partir é The Bucket List. Literalmente, a lista do balde. Deve ter dado um certo trabalho para os tradutores brasileiros. Em inglês, fala-se, quando um sujeito morre repentinamente ou não, que 'chutou o balde'. A tal lista que os coroinhas fazem é a 'lista do balde', igualzinho ao título deste post.

Por aqui, diz-se 'bater as botas'. Daí, a lista do balde original vira 'lista das botas'.

Queria saber o motivo de terem escolhdo um nome tão sério para um filme tão diferente...
****
Fiquei tocada com a tal lista. Faço, secretamente, duas listas a cada ano. Elas não têm nome; são listas, apenas. Uma referente à aquisição de bens materiais e a outra, puramente ideológica. Deus me livre 'esticar' antes de cumprir cada um dos itens... Não me obrigo a nada. Apenas me faz tão bem pôr idéias, objetivos, desejos, ideologias no papel.

Nem chega a ser um planejamento. Deveria.

Prometo aprimorar.

Coisas de Casal

Pra 2008 não passar em branco...

segunda-feira, março 24

Vale a leitura

São duas matérias no Dia Online.

Da editoria 'Bizarrices', se existisse...

A nº 1...

A nº 2...

Reinvente-se!

A Lua transita pela Casa 12, enquanto que o Sol se encontra na Casa 5. A sua sensibilidade estará também mais ativa, de modo que neste período há o risco de você ter reações um pouco exageradas a determinadas coisas que em outros momentos sequer lhe incomodariam, portando-se de forma dramática.

Lembre-se de refletir neste momento, e procurar observar se você não está tendo reações um pouco exageradas. É possível, inclusive, que você venha a ficar lembrando de coisas não muito agradáveis...

Que tal ter uma postura prática em relação a tais questões, Débora? Sol e Lua começam a sair da oposição, e a estabilidade emocional gradualmente retorna. Procure, nestes dias, meditar e refletir a respeito das coisas que você modificaria em si.

Fonte: Personare

quinta-feira, março 20

Rádio-corredor

Os bombons de titio já fizeram efeito... humpf!

Flamaconha

Chegar em cima da hora no Maraca é uma foda. Tava aquele esquema meio aperto para entrar. A PM segurando a galera na entrada do estádio não é o que eu chamaria de organização; é mais uma burrice. A sorte é que não tava nem perto do sufoco que a gente passou no Flamengo x Botafogo histórico!

Encontrei minha amiga Mírcia, que levou mais três amigas. As cinco encontraram dois rapazes no Belini — sim, hoje em dia é possível fazer isso!

Como se não bastasse o adiantado da hora, a dupla de machos peidou na farofa e se recusou a subir a arquibancada ba Raça com a "mulherada". Frouxos. Assistimos ao jogo de um lugar muuito estranho.

- Uma mulher de salto alto e vestido estampado longuete se misturava aos torcedores, tipo uma E.T.;
- Era outro jogo, tenho certeza; nem dava pra ouvir o que se cantava na Raça...
- As pessoas assistiam ao jogo SENTADAS! Ah, que quié isso!!!! Deve ser o pessoal das cadeiras que ficou puto com a fusão da geral e subiu pra arquiba; os fresquinhos que preferem as cadeiras brancas...
- Tive até uma visão do inferno no meio da multidão; não acreditei... o lugar tinha uma energia ruim mesmo!!!!
- Lá pelo fim do primeiro tempo, descobrimos: estávamos na Flamaconha!!!! Acreditem, uns caras atrás da gente apertaram um bagulhaço, derrubaram cerveja na Mírcia, levaram ums cinco minutos para descobrir como o copo tinha esvaziado (!!!) e gritaram "Marquinhos", quando o Joel fez o favor de tirar o cagão que marcou os dois gols (o primeiro, pura cagada mesmo; deu pra ver o sujeito errando a bola) que salvaram o jogo...

quarta-feira, março 19

Deu medo

Titio tá na Alemanha. É o país da vez...

Se foi encontrar as 'raízes', aí é que fudeu!

'Life coaching'

10 coisas que toda mulher precisa experimentar

1. Fazer uma viagem sozinha

2. Ter uma deliciosa noite de sexo sem compromisso

3. Colocar suas finanças em dia

4. Aprender a cozinhar um prato exótico

5. Experimentar novidades na cama

6. Despertar a artista em você

7. Decretar um dia da beleza

8. Planejar seu futuro profissional

9. Descobrir uma nova atividade física

10. Ser mais zen

Fonte: Revista Meu Bem-Estar

Pros companheiros

Contraproposta de 5% é rejeitada

Reunidos em concorrida assembléia na noite de ontem, os jornalistas rejeitaram, por unanimidade, a contraproposta de reajuste salarial de 5% oferecida pelos donos de rádio e televisão e insistem no índice de 8,36%, porque os patrões têm condições de atender às reivindicações da categoria.


Em 2007, as TVs tiveram faturamento bruto de 8,57% e as rádios, 5,6%; os jornais, só com anúncios e classificados, faturaram R$ 3,1 bilhões, 15,2% a mais em relação a 2006, e a circulação aumentou 10,1%.

Também recusaram a contraproposta de aumento do tíquete refeição, de R$ 10,30 para R$ 11,00. Pesquisa da Assert (Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador) diz que nos últimos três meses de 2007 o carioca gastou R$ 16,97 para almoçar fora de casa.

As decisões aprovadas na assembléia de ontem serão levadas ao patronato pela comissão de negociação do Sindicato dos Jornalistas: nesta quinta-feira, dia 20, será realizada nova rodada de negociações com os representantes dos donos de rádio e TV, e na próxima terça-feira, dia 25, com os de jornais e revistas.

terça-feira, março 18

Tô firme!

Day 161

Não esqueci...

Pelo contrário, renovei a promessa.

Por tempo indefinido!

Valeu a pena, ê, ê...

Suicídio

Ontem a Globo passou, na madruga, Nunca fomos tão felizes (1984), de Murilo Sales.

Não cheguei nem à metade do filme, uma pena. Boa fotografia, história interessante, apesar do ritmo um tanto lento... principalmente altas horas.

Mas o que mais me surpreendeu foi não ter encontrado notícia em nenhum site, hoje de manhã, sobre o suicídio de Claudio Marzo, Suzana Vieira e Roberto Bataglin. Eles que, certamente têm espelo em casa, devem ter tentado se matar ao assistir ao filme...

Como se acabaram...

Deus me livre! Quero saber envelhecer...

Pode?!

Esta que vos escreve ganhou, esta semana, mais uma coluna no jornal.

Não tô reclamando; gosto de que faço. Embora não goste, exatamente, do que recebo pelo que faço... mas isso é outro papo.

Só que ainda acho estranho uma pessoa assinar DUAS coluna no mesmo jornal.

Tem coisas...

Aedes 1

Os números divulgados sobre a dengue no Rio não são nem a metade da verdade.

Cuidem-se!

Uma amiga que trabalha na Emergência de um hospital público disse que é só o que aparece por lá — gente com dengue. Pior: muitos vão a consultórios particulares e saem com diagnóstico de virose quando, na verdade, é dengue. Esse surto recente de rubéola também foi um tipo de dengue mais amena...

O que não faz o despreparo e a falta de informação!

Aedes 2

Não custa nada, sei lá...

Ouvi dizer (de uma médica!) que nesses dias de epidemia, o melhor a fazer é não facilitar a vida do mosquito e evitar usar saias ou bermudas. Calça comprida é a solução!

De aordo com a doutora, não é um sistema repelente; apenas mais uma pequena proteção, já que o mosquito transmissor tem como uma das suas características voar baixo. Parece que não ultrapassa 1 m de altura. Daí essa história da calça comprida; jeans, preferencialmente.

Segundo a médica, é por isso, também, que as crianças tão se fodendo mais com a doença...

Esquisito, mas deixei minha bermudinha básica no fundo do armário.

sábado, março 15

Há esperança!


Não acreditei quando vi isso. Esta era MESMO Sarah Jessica Parker. Pelo jeito, nos anos 1980. Todo mundo era bem esquisito nessa época, não?! Menos os atores de Queridos Amigos. Acho que é o pior figurino de todas as ápoca em produções globais! A trilha sonora, em compensação, dá um banho. E, apesar de estar mau dirigida, a série é show no quesito elenco.
Enfim... divaguei pacas!

Próxima parada

Trindade, Paraty. RJ, apesar das controvérsias.
Mas ainda estou em fase de levantamento de peços. E com medo do mau tempo...

Comprovado

Joelho dói MESMO quando há queda brusca de temperatura.

Coisa de velho...

Mas a situação piora quando ataca sinusite e a garganta 'fecha'...

quarta-feira, março 12

Push me

You push me to go the extra mile
You push me
when it’s difficult to smile
You push me, a better version of myself
You push me, only you and no one else
You push me to see the other point of view
You push me when there’s nothing else to do
You push me when I think I know it all
You push me when I stumble and I fall
Keep on pushin’ like nobody
Every race I win, every mood I’m in
Everything I do, I owe it all to you
Every move I make, every step I take
Everything I know,
it’s all because you push me
You push me when I don’t appreciate
You push me not to lie and not to hate
You push mewhen I want it all to end
You push me when I really need a friend
You push me,
all I wanna do is cry
You push me when it’s time for me to try
You push me when I do it for myself
You push me, only you and no one else
Keep on pushin’ like nobody
Every race I win place I live,
every mood I´m in
Everything I do, I owe it all to you
Every move I make, every step I take
Every thing I do,
it’s all because you push me
You push me Keep on pushin’ like nobody
Keep on, keep on
Every race I win
(to go the extra mile)
Every mood I’m in
(when it’s difficult to smile)
Everything I do
(a better version of myself)
I owe it all to you
(only you and only you and only you)
Every move I make
(to see the other point of view)
Every step I take
(when there’s nothing else to do)
Every thing I do
(I think I know it all)
It’s all because you push me
(only you and only you and only you)
You push me
****
Fazia tempo...

Implacável


Em dois momentos, a atriz e cantora americana Jane Birkin, famosa nos anos 1960 (quando era como na foto do alto) ao sussurrar lascivamente, em francês, os versos transgressores de Je T’Aime... Moi Non Plus em um dueto com o cantor francês Serge Gainsbourg. Anos depois, arrancou suspiros da homarada em sua atuação no filme Blow Up – Depois Daquele Beijo, de Michelangelo Antonioni.

Esteve por aqui no ano passado para divulgar o lançamento do filme "Boxes" (2007), cuja trama é inspirada em sua vida. Birkin, está de volta ao Rio para única apresentação no Canecão, amanhã. Muitos e muitos anos depois de emprestar seu nome a uma cobiçada bolsa da grife francesa Hermès, virou uma espécie de diva do jazz e, aos 61 anos (na foto logo acima destas letrinhas), vive do glamour do passado, sem nostalgia e com muita classe.

Apesar do tempo agir, implacável.

Assembléia dia 17

Os jornalistas se unem para a assembléia que será realizada na próxima segunda-feira, às 20h, no auditório do Sindicato – Rua Evaristo da Veiga, 16, 17º andar, Cinelândia. É preciso haver mobilização de forças para pressionar o patronato.

Os representantes do sindicato patronal de rádio e televisão rejeitaram nossa proposta de reajuste salarial de 8,36%, ou seja, 5.36% de inflação, mais 3% de aumento real. Oferecem apenas 5% e admitem que só voltam à rediscussão do índice se retirarmos algumas cláusulas sociais da pauta de reivindicações, como pagamento de plano odontológico e o vale-alimentação para compras em supermercados.

Também não querem aumentar o valor das horas extras, de 60% para 80%, e se recusam a estabelecer um valor mínimo para o tíquete-refeição, demonstrando que estão na contramão da história. Donos de jornais e revistas já acatam esse valor mínimo, embora não concordem em aumentá-lo de R$ 10 para R$ 18, como reivindicamos agora. Para se ter idéia do nosso prejuízo, um levantamento feito pela entidade do setor (Assert) mostra que o preço da refeição em bares e restaurantes em 2007 passou de R$ 15,32 para R$ 16,97 no Rio de Janeiro.

A insensibilidade dos donos de jornais e revistas é a mesma. Depois de um mês de negociação, eles ainda não responderam à nossa proposta de reajuste salarial de 8,36%. Também recusam pagar a diária pelos domingos trabalhados e descartam a possibilidade de discutir a criação de plano de participação nos lucros.

É a velha história do “faça o que eu digo, mas não o que eu faço”. Eles defendem abertura na economia, a modernização da gestão empresarial etc. Mas só nos editoriais. Quando se trata de garantir direitos para os próprios empregados, alegam que a conjuntura econômica dificulta a negociação. O que não é verdade.

Estudo do Dieese mostra que 2007 “foi um ano caracterizado por um vigoroso crescimento da economia brasileira, impulsionado pelo dinamismo do mercado interno. O PIB vem crescendo há 23 trimestres consecutivos e nos primeiros nove meses do ano subiu 5,7%”.

Nem a desculpa do dólar alto pode mais ser usada para negar aumento de salário e a concessão de benefícios. A moeda norte-americana bate recordes sucessivos de desvalorização há muito tempo, tornando mais baratos os preços de máquinas e equipamentos, bem como tinta e papel, as matérias-primas básicas do setor. A matéria “Dólar atinge nível mais baixo desde 1999”, publicada no O Globo em 21 de fevereiro passado, prova que os tempos mudaram.

Quanto ao valor das horas extras, a situação piora para os que trabalham em jornais e revistas porque só recebem 50%, enquanto o pessoal de rádio e televisão ganha 60%. Mas a reivindicação dos jornalistas é unificar este índice em 80%. Os patrões também estão inflexíveis quanto à obrigatoriedade de criar um instrumento de controle efetivo das jornadas de trabalho para pagamento de horas extras e concessão de folgas.

Para as outras reivindicações, os dois sindicatos patronais resolveram unir forças para dizer “não” ao piso salarial de R$ 1.900, seguro de vida maior para quem trabalha em áreas de risco, estudo para criação de plano de previdência privada, extensão do prazo da licença maternidade de 120 para 180 dias e vale-alimentação para compra em supermercados.

EMPRESAS FATURAM E VENDEM MAIS
Na negociação com os jornalistas, os representantes dos patrões só falam de problemas. Mas o ano de 2007 foi marcado pelas boas notícias. Para eles, claro. Abaixo, alguns exemplos de robustez financeira das empresas de comunicação.

• O faturamento bruto das emissoras de rádio e televisão superou a inflação. As emissoras de televisão faturaram 8,57%, em relação ao ano anterior, e as emissoras de rádio, 5,60%.

• O faturamento dos jornais com anúncios e classificados cresceu 15,2% em relação a 2006, atingindo R$ 3,1 bilhões (fonte: Meio & Mensagem)

• A circulação dos principais jornais brasileiros aumentou 10,1% em relação ao ano anterior. Estão entre os que conseguiram os melhores desempenhos os jornais O Globo (5,2%), Lance (12,3%) e O Estado de São Paulo (4,8%). (fonte: IVC)

O IVC mostra que “um ambiente favorável” na economia permitiu que os jornais tomassem decisões importantes para conquistar novos leitores, “com reformulação de projetos e mudanças gráficas”.

segunda-feira, março 10

Coisa saudável

1: Filha da puta vai tomar chá verde!
2: tô rolando de rir!!!!!!!!!
1: vai quebrar o pé em breve
2: não seja rancoroso...
o ano ACABOU!!!!!!!!!!
1: COISA DE TIMINHO QUE TEM MEDINHO
CAMBADA DE BICHA
2: que venha 2009!!!!!!!!
1: Não pode ver tr~es cores que tremem
2: vocês vão ter que contratar o pai Santana!!!!! huhuhuahhahaha
1: é mesmo... até pq a Libertadores pra vcs tpa quase babando hahahahahahahahahaha
2: patrocínio de vcs agora são as ORGANIZAÇÕES TABAJARA
Renato, seus poblemas se acabaram-se
huhuhuhahahahaha
1: vai rindo
qd o Ricardo olioveira chegar a gente conversa
2: eu posso até me fuder, mas me diverti por um dia... ainda bem q tu caiu na pilha... não teria sido a mesma coisa se vc ficasse quietinho


(6 minutos)

1: Quero ver qula a próxima denuncia contra o Flu da Flapress
hahahahahahhahahaha
só rindo

*****
Tudo por causa do meu singelo nick no google talk: Feliz Natal, Dodô!!!

Núm3ros

Eu, que sempre fui avêssa a contas, Matemática e afins, tenho uma nova paixão: finanças pessoais. Vai ver, como se diz por aí, porque a necessidade faz o homem...

Sei que neste início de ano, enaquanto muita gente pensa que eu estava à toa na vida, o que fazia era agregar conhecimentos novos, novíssimos pra mim, neste caso. Já li dois livros do Gustavo Cerbasi, um santo homem, na minha opinião modesta. Agora, falta criar uma certa coragem para pôr seus ensinamentos em prática. Por enquanto, não saí do papel.

Mas chego lá. É só pôr ordem na casa...

Faz sentido!

Subindo a rua, no sábado à tarde (dia do aniversário do meu piercing!), ouvi duas mulheres se cumprimentanrem à distância:

— Oi, Fulana! Como vai?
— Tudo bem, Beltrana? Feliz Natal, hein?!
— Quê isso, tá maluca? Feliz Natal como?!
— Ué, já tá aí, o Natal, não tá não?!

A Beltrana estranhou, mas para mim fez sentido de imediato!

Pro Dodô também!

sexta-feira, março 7

Achtung, baby!

Não acredite em tudo o que vê.

Muito menos naquilo que ouve.

Lições da vida...

terça-feira, março 4

Tudo normal

A virada de ano foi prolongada. Muitas emoções, emendou muita coisa, enfim... deixei o blog um pouco em compasso de espera. Assim como a academia.

A boa notícia é que estou de volta geral! Sinto até umas dores musculares com a retomada dos exercícios... o organismo ainda digere umas paradas aí, mas nada que ocasione uma disfunção mais séria. Digamos que rolou uma gastrite corriqueira, nada que um antiácido não resolva!

Vamo que vamo! Vida que segue, e sem precisar apelar pro 'plano B'. Basta olhar ao redor e ver que o universo conspira a favor, e não apenas contra, como pode parecer de início!

Como disse o filósofo Renato Russo: "sempre em frente! não temos tempo a perder!".

É isso, e tenho dito!