quinta-feira, abril 30

Ver para crer!

Doces magníficos do Intrigo
Biscoitos finos...
Risoto de gorgonzola com rúcula no Leonardo Da Vince! hummm...
Pizza... fininha, crocante, quentinha! Uma das melhores que comi na vida. E olha que nem foram poucas...

Oasis

Não, não é a banda que, aliás, quero muito ver o show. Especialmente porque a abertura será dos gaúchos do Cachorro Grande, show que já perdi duas vezes no Circo Voador. Será como matar dois coelhos com uma paulada certeira. Adooooooooooooro!

É ainda Jericoacoara. Uma viagem que, quem diria, não mudaria somente minha vida, mas o mundo. Depois eu explico. Ou nem...

Mesmo que o lugar não fosse tão bonito. Mesmo que o nosso guia, Davi, não tivesse aquela conexão direta com São Pedro. E, ainda, que não conseguíssemos fazer os passeios, fotos e até o skibunda (saí daqui dizendo que não fazia nem fudendo... e agora, que digo pro meu eleitorado?!), todo o perrengue da viagem valeria por dois únicos motivos: as pessoas que conhecemos lá e os sabores que experimentamos naquele fim de mundo.

Existe alta gastronomia em Jericoacoara, senhoras e senhores!

Não dá nem para explicar.

Só vendo. E passando um perrengue básico para sentir o gostinho... em todos os sentidos!

Só vizoo

Ainda about Jeri...


Skibunda

Tentativa 1. Não é que eu fiz mesmo esse treco?!

Skibunda

Tentativa 2. Não melhorou em nada...

Skibunda

Tentativa 3. Aconselho um Engov antes. E outro depois, é claro.

quarta-feira, abril 29

Novo período

Sol e Lua entram em harmonia entre os dias 29/04 e 1/05, permitindo a você uma consciência mais crítica acerca das coisas que estão em sua vida, mas que não servem mais. Este é um momento de depuração muito forte, em que o joio é separado do trigo e, deste modo, você pode renovar sua vida, jogando fora o lixo (físico e mental). É um momento de maior recolhimento emocional, e não convém envolver-se em muitas atividades sociais nestes dias. Aproveite para descansar e fazer uma análise honesta daquilo que você pode até gostar, mas que não faz mais sentido prático em sua existência.

Fonte: Personare

sábado, abril 25

Lugo

Bispo paraguaio... queriam o quê?!

terça-feira, abril 21

Cavalo-marinho

Um dos passeios que se faz no meio do caminho para Tatajuba é para ver cavalo-marinho. Um braço de água do mar invade a areia da praia e vira praticamente um rio. Tem mais ou menos 2m de profundidade, segundo o Raimundo, barqueiro que nos levou para o passeio, que dura cerca de 15 minutos olhando a vegetação, os caranguejos vermelhos (que só os nativos podem comer e, mesmo assim, depende da época do ano)... e tomando muuuuita picada de muriçoca. Como dói, meu Deus...

Enfim, fomos para ver o cavalo-marinho. Pode pegar o bichinho numa cabaça, para observar melhor. Aí o barqueiro deixa um dos passageiros botar o cavalinho de volta na água. Muito maneiro.


Mas o mais legal mesmo foi saber como é que eles conhecem se o cavalo-marinho é macho ou fêmea. A que está na foto é menina. Elas são mais esguias. Os machos são barrigudinhos. A informação sensacional, no entanto, foi que além de esguias, as fêmeas não têm filhos: são os machos que vão parir!

Na próxima encarnação vou pedir para vir cavalo-marinho fêmea, lá em Jeri.

Como é que Deus deu uma mancada dessas e não fez a mesma coisa com as mulheres? Vou reclamar com o Cara quando estiver por lá...

No sunset...

Da varanda da Casa na Praia... um luxo só!
Meu pedacinho de pôr-do-sol na época de chuvas. Então tá, então...
Subi a Duna do Pôr-do-Sol. Mas o pôr-do-sol...
O melhor que nos coube neste quesito. E olhe lá...

Vidão em Jeri

Ops... olha a chuvinhaê...
Rede com bunda n´água na Lagoa Torta, em Tatajuba
De pernas pro ar... literalmente...
Relax total na Lagoa do Paraíso
Pose ao lado da Árvore da Preguiça. Ela não é a minha cara?
Aproveitando o restinho de sol na Lagoa Azul... cadê o Richard e a Emily????

Quadrilha

O tempo é muito louco em Jeri nesta época do ano. O dia pode amanhecer claro, lindo, maior sol, que dali a cinco minutos pode cair o marior toró. Muito engraçado é que, apesar de passarem grande parte do ano sem chuvas, os nativos agem com total naturalidade quando o mundo parece desabar em forma de chuva. Param o que estiverem fazendo, se abrigam e betem papo até a chuva passar. O que normalmente dura cerca de 20 minutos, se todos estiverem com sorte.

Aconteceu isso várias vezes durante nossos passeios. O casal que nos recepcionou na pousada nos indicou um bugueiro sensacional. Nascido e criado em Mangue Seco, no caminho entre a Vila de Jeri e Tatajuba, que já fica no município vizinho a Jijoca, Davi conhece como poucos, acredito, a história e os detalhes do local. Sem falar que tem ligação direta com São Pedro. Deveria trabalhar com meteorologia. Se ele falasse "vamos dar uma parada ali adiante que vai chover", o negócio era nem pestanejar.

Se não fosse bugueiro, certamente o Davi não poderia ser puxador de quadrilha porque, com ele, "olha a chuva" jamais é seguido de um "é mentira". Tanto que no nosso segundo dia de passeio combinamos dele nos pegar na pousada às 9h. Só saímos depois do meio dia. De manhã chovia cântaros. Mas no finalzinho da manhã, enquanto ainda chovia, o Davi apareceu e garantiu: "Vamos que não cai uma gota do céu durante o passeio".

Não acreditamos muito, mas fomos, munidos, é claro, de capa.

Não caiu uma gota.

Só foi rolar um chuvisco quando faltava uns dez minutos para chegar na pousada.

O Davi é massa!
****
Show mesmo é o bugre: tem MP3!!!!

E ali só toca reggae e Dire Straits!!!!

Vai dar sorte assim lá em Jeri!

segunda-feira, abril 20

Ei-la!

Quando desci do ônibus executivo que me levou de Fortaleza até Jijoca, não imaginava o impacto fulminante de halls ao encarar, ainda meio sonada, o capeta em 4x4. E antes fosse isso um novo tamanho de foto, mas não... A jeringonça na qual eu deveria embarcar para mais uma hora e meia de viagem, cheia de solavancos, no meio do nada, era uma espécie de pau-de-arara com tração nas quatro rodas.

Na foto, com sol, dia claro, ela é até bonitinha. Mas só eu sei o que passei dentro daquilo...

Quando estou nervosa, uma das duas coisas se sucede: se eu não começo a rir, num incontrolável ataque de bobeira, começo a divagar quase histericamente. Foi a primeira vez que ambas aconteceram ao mesmo tempo, inacreditavelmente, tamanho era o meu estado de nervos.

A noite no meio do nada é clara. Mas o breu engole qualquer coisa que possa estar a mais de três metros adiante do seu nariz. Na beira da estrada de terra batida e muitas poças gigantescas de água que a trapizomba vencia bravamente, algumas casinhas simples, com rede na varandinha e a maioria com uma enorme parabólica no teto, davam a impressão que não, não era tãããão o fim do mundo assim.
Mas depois da primeira meia hora, as casas somem. Sobra o nada.

Eu acreditava que aquele caminho não me levaria para lugar nenhum. Teve um momento em que pensei em levantar e falar pro motorista: "Amigo, falassério! Nem fudendo você sabe onde está passando. Confessa logo que tá perdido e já estamos andando em círculos!"

Mas, enfim, tinha mais um monte de gente no pau-de-arara. Aparentemente tranquilos. Me perdi em pensamentos. Primeiro, cheguei a filosofar: se forró era uma aliteração para a festa que os americanos criaram quando se basearam no nordeste do país durante a segunda guerra (ou coisa parecida), a chamada for all, certamente que ó, xente, vinha de oh, shit.

E oh, shit era quase um mantra na minha cabeça. "Quê que eu tô fazendo aqui?" foi outro pensamento recorrente. O desespero aumentava tanto que, fortuitamente, passou pela minha cabeça "pra quê que eu fui voltar com esse maluco?"... Sem sacanagem, se o motorista virasse pra trás e me mandasse um "dá ou desce"... eu dava amarradona!

Na rádio que habita minha cabeça, o maior sucesso do momento foi 'oh jardineira por que estás tão triste?...'

Até que a estradinha de terra batida vira uma trilha de terra batida no meio do mato. E antes que ela se transformasse, no último trecho, em uma trilha de areia (isso mesmo, uma trilha de areia e calcário que, com sorte, o motorista não pegaria para evitar atolar) que permeia o mar em váááários quilômetros, no Parque Nacional de Jericoacoara, começa uma chuva torrencial.

Se dava para ver algo três metros adiante, a festa tinha acabado. O toró aumentava. Eu pensava que nada pior poderia acontecer... mas tem a lei de murphy, e começou a chover DENTRO da jardineira! Ficava cada vez mais ensopada e apavorada. Um pouquinho mais adiante, o carro para e o motorita desce. Aí, camaradas, tive certeza: fudeu!

Acontece que no meio dos 23km do Parque Nacional de Jericoacoara tem um tal de Riacho Doce, um braço de água doce que desce de uma das lagoas locais para o mar. E é grande, o bicho. Com a chuva, tinha mais água. O motorista teve de descer para ver se dava para passar sem atolar. Imagina só, passar a noite ao relento, sob a chuva, toda molhada e ainda por cima, atolada! Enfim, deu tudo certo. O sujeito encontrou um trecho seguro e passagos, com alguma dificuldade, pelo riacho, jgando água para todos os lados.

Sabia, de alguma forma, que do meu lado direito estava o mar aberto. Parei de olhar pra lá porque tinha quase certeza de que se ficasse olhando muito veria se formar uma tsunami que nos engoleria. Do jeito que tava brabo, era só o que faltava mesmo.

Só sosseguei quando aquele trecho sinistro acabou e entramos na vila de Jeri. Já passava das duas da matina. Descemos na Rua Principal, onde não dava mais para carro passar e ficamos ali esperando o Ricardo, lá da pousada, nos resgatar. É, porque a pousada é nova, funciona há um ano, e ninguém sabia ao certo nos orientar para chegar lá.

A gente tava pertinho, pertinho. Foi só para tirar o coitado da cama no meio da noite e debaixo de chuva, ainda por cima..
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Um dia eu volto a Jeri, mas nem fudendo eu viajo de noite outra vez...

quarta-feira, abril 15

Freud explica

O raio que o parta, a puta que o pariu, a casa do caralho ou Jijoca de Jericoacoara. O fim do mundo existe e estou lá. O melhor é que nele existe internet. O pior é que quando você pensa que já chegou, ainda falta uma hora e meia de viagem...

A minha primeira impressão do lugar, vou confessar, foi a pior possível.

Você vê as fotos nas revistas de viagem e acha que é o paraíso (e deve ser, ainda não deu para conhecer direito; chove no paraíso também... ). O problema é que ninguém conta como é difícil chegar lá. Pudera: botar aquele perrengue em palavras, acho que nem eu.

O Japão deve ser mais perto, sem sacanagem.

Vou dar uma resumidinha na minha epopeia... Com medo de perder o voo para Fortaleza, passei a noite de segunda para terça em claro. Às seis da matina já estava no Tom Jobim. Rolou uma conexão em Salvador de umas duas horas. Chegamos em solo cearense lá pelas 13h20. Mofamos no aeroporto até 18h. Mas o ônibus até Jijoca foi tranquilinho. Teve filminho, comissária de bordo, lanche... e muito sacolejo.

Nada que se comparasse com a visão do inferno, por volta da meia-noite, que a paraibada (no bom sentido, porque pra mim, vale a filosofia do Edmundo) chama de "jardineira". Lembra uma novela em que o Elias Gleizer dirigia um treco numa cidadezinha? A "trapizomba". Muito igual... Só que não chovia dentro da trapizomba...

Os detalhes dessa hora e meia de viagem eu dou depois, num post solo.

Se Freud fizesse o que eu fiz, certamente diria que para chegar ao paraíso tem muita pedra no caminho. É... pedra, pau, fim do caminho.

terça-feira, abril 14

segunda-feira, abril 13

É hoje...

... o dia do beijo!

Ainda bem que estou de férias!!!!!

Aliás, não sintam minha falta. Vou ali, mas volto já. São só 15 dias... Dá pra quase nada.

Já sabe...

Para a maioria das pessoas, o espirro é apenas irritante e pegajoso, mas um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que este processo pode ser uma sutil manifestação de excitação erótica. De acordo com as investigações, os espirros também possuem conotação sexual para algumas pessoas. As informações foram publicadas no Terra Espanha.

Os responsáveis por esta inusitada pesquisa são os médicos Mahmood Bhutta, otorrinolaringologista do Hospital Wexham Park, e Harold Maxwell, psiquiatra do Hospital Universitário West Middlesex. Eles decidiram investigar o curioso fenômeno depois que descobriram o caso de um paciente que espirrava descontroladamente quando pensava em relações sexuais.

Ao longo das análises, a dupla também constatou os casos de 17 mulheres e homens com comportamentos parecidos por meio de chats na Internet e de outras três pessoas que sofriam os espirros depois de terem um orgasmo.

"Os resultados de nossas investigações sugerem que o fenômeno pode ser muito mais comum do que se pensa. Talvez não se conheça mais sobre isso porque as pessoas consideram constrangedor e não falam", analisaram os médicos, citados pelo Terra Espanha. Eles acrescentaram que o gesto obedeceria a um defeito nas conexões cerebrais.

Para Bhutta e Maxwell, "o reflexo demonstra certos vestígios evolutivos nas conexões de uma região do sistema nervoso, denominada sistema nervoso autônomo. Esta é uma área fora de nosso controle que se encarrega de coordenar inconscientemente o ritmo cardíaco, a digestão e a dilatação das pupilas".

Conforme os britânicos, os sinais enviados pelo sistema nervoso poderiam se cruzar por causa de uma má conexão neurológica, fazendo com que algumas pessoas espirrem quando o desejo sexual acontece.

Os especialistas lembraram que existem poucas referências científicas sobre este vínculo entre o sexo e o espirro na literatura médica. A grande referência é um caso ocorrido em 1972 - e registrado pela revista da Associação Médica Americana -, no qual um homem de 69 anos se queixava de ataques severos de espirros depois de alcançar o orgasmo.

As informações são do Terra

quinta-feira, abril 9

Banda Beijo

Muito brilho, maquiagem e pirotecnia. O show do Kiss na Praça da Apoteose pode ter sido inesquecível para os fãs da banda, em turnê de comemoração pelos seus 35 anos de existência. Mas os efeitos vistos nem foram grande novidade para a Passarela do Samba.

Fogos de artifício, colunas de fogo, fogos que saem da guitarra. Bacana. Quem diria, então, que o efeito mais legal seria o mais simples: a chuva de papel picado durante Rock and roll all nite.

Som impecável (um dos melhores que eu vi na Apoteose), set list recheado de sucessos. Rock'n'roll à vera, louder, e das antigas, com direito a guitarra destruída no palco. Deixou velhos roqueiros com vontade de sair dali e ir direto comprar um CD da banda.

Um show muito bem ensaiado e sem surpresas. Teatralização (às vezes ao extremo) que lembrava Rock Horror Show, escatologia satânica e uma pitada de viadagem, vamos combinar... Só o que não estava no script do Kiss Army, como se autodenominam os fãs do grupo americano, foi a pancada forte de chuva que caiu sobre a Apoteose durantes umas três músicas.

Se para eles foi sinônimo de alma lavada, eu diria que foi mais de cara lavada — beeeeem legal ver as maquiagens derretendo; e a galera reclamando de ardência nos olhos! Huhuhahahaha...

Teve gente desinformada que só descobriu no day after que os caras pularam uma música do set list original, Love gun. Foi executada em São Paulo. Era nessa hora que Paul Stanley subiria numa tirolesa (uma especie de fio suspenso que lembra um teleférico, mas sem banquinho) para sobrevoar a platéia até um ponto montado estrategicamente no meio da multidão. Ele passaria exatamente sobre a minha cabeça... Não rolou.

Também não rolou o Gene Simons ser içado num ponto altaço da estrutura do palco durante a performance em que cospe sangue cenográfico. Em São Paulo teve...

Talvez ela tenha sido culpada, també, de 'defeito' especial dos telões do fundo de palco, que pifaram num dado momento e quando a imagem voltou, ficou com uns pontos vermelhos estranhos até o fim do show.

Tudo culpa da mardita da chuva... que não teve em São Paulo. Coisa estranha...

Mesmo assim, uns malucos que estiveram em São Paulo na véspera juraram de pés juntos que o show do Rio foi melhor. Mais do que isso, afirmaram categoricamente que o Paul Stanley estava com mais tesão (exatamente nessas palavras) no Rio do que em Sampa. Ah... mas isso é fácil de explicar...

Enfim... segundo os caras, os dois milonários e praticamente sexagenários - Stanley tem 57 e Simons, 60 aninhos cravados - remanescentes da formação original estavam visivelmente inconformados por não poder, por questão de segurança, executar as acrobacias aqui na Cidade Maravilhosa.

De novo, culpa da chuva. A mesma sacaninha que deu um estabaco na Madonna...

Mas se ela esculhambou o script do show dos caras... deu um axé legal pra Banda Beijo!

quarta-feira, abril 8

Tchau e KISS!

Espero que não chova. Espero que o set list seja igual ao de Sampa. Espero que eu não canse. Espero que eles toquem Rock and roll all nite. Espero que não pegue engarrafamento agora. Espero que meu joelho não doa.

Espero que eu não desmaie...

Tá legal

Isto não é um SPAM. Trata-se de um e-mail enviado por debora thome através do site www.letras.mus.br, utilizando o recurso 'enviar letra por email'. Se você não conhece debora thome, desconsidere esta mensagem ou entre em contato com ele(a) através do email...

E dão o MEU e-mail. Como se eu mesma tivesse mandado uma letra de música para mim. Mas não lembro de ter feito isso. Donde há de se concluir que tão de sacanagem com a minha cara. Alguém que se acha esperto e que, com certeza, tem tempo de sobra pra fazer a gracinha de procurar a música e fazer a solicitação de envio.

Hahaha. Tô morrrrrrendo de rir.

Zzzzzzz...

A sonolência diurna excessiva é o sintoma mais comum dos distúrbios do sono, afetando cerca de 20% da população adulta. Pessoas com sonolência diurna apresentam um maior risco de acidentes de trabalho e com veículos motorizados, além de desfrutar de uma pior qualidade de vida.

As causas mais comuns de sonolência diurna são a privação do sono, síndrome da apnéia obstrutiva do sono e as medicações sedativas.

- Sono execessivo de origem central: narcolepsia (0,02 até 0.18% da população), narcolepsia idiopática (10% dos pacientes com suspeita de narcolepsia) e a síndrome Kleine-Levin.

- Sono excessivo secundário: distúrbios do sono como a síndrome da apnéia obstrutiva do sono (roncos, apnéia e sonolência diurna) e síndrome das pernas inquietas.

- Privação do sono (comum em adolescentes).

- Doenças médicas:traumatismo cerebral, derrame cerebral, câncer, encefalites e doenças neurodegenerativas.

- Doenças psiquiátricas:depressão.

-Efeitos de medicamentos: agentes bloqueadores alpha-adrenérgicos (para tratar a tosse), anticonvulsivantes (como a hidantoína), antidepressivos (inibidores de mao, antidepressivos trcíclicos e inibidores seletivos da recaptação da serotonina), agentes antidiarreicos, agentes antieméticos (para evitar vômitos),antihistamínicos (antialérgicos),antiespasmoódicos, antiparkinsonianos (para tratar doença de Parkinson) e antipsicóticos (para tratar esquizofrenia, por exemplo).


Fonte: Am Fam Physician (2009)
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Eu acrescentaria:

- Feijoada
- Lasanha

Déja vù

Sol na casa 5, lua na casa 11

Momento de estar com os amigos, Débora. No período que vai de 08/04 a 10/04, seu sentimento de bem-estar emocional estará associado aos seus amigos queridos, aos grupos em que você aprecia estar. Este é um momento particularmente propício para se unir a outras pessoas com objetivos em comum, ou simplesmente para vocês terem momentos de prazer e diversão em conjunto. É bem possível que alguma pessoa amiga venha a lhe ajudar com seus problemas neste momento, ou mesmo você irá ajudar algum amigo muito querido neste momento.


Este período favorece as trocas, as ajudas mútuas. É incrível como os problemas sérios dos outros podem ser resolvidos por nós com grande facilidade, e vice-versa! Neste ciclo, você compreenderá que nunca estamos sós quando temos amigos que nos querem bem.

É possível também que pessoas queridas que há muito tempo você não vê surjam novamente, com alguma mensagem pra lhe passar: tenha atenção!

A Lua está cheia, portanto tome um pouco de cuidado com instabilidades emocionais que afetam seu humor, tornando-o irascível.

Personare
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Engraçado... fiquei com a sensação de já ter lido esse trânsito astrológico antes...

terça-feira, abril 7

Brava Sophie!

Uma cadela de estimação caiu de um iate na Austrália e foi encontrada quatro meses depois, em uma ilha remota. Batizada Sophie Tucker em homenagem a uma comediante americana, a cadela sumiu quando o iate de seus donos, Jan e Dave Griffith, navegava por mar agitado na altura de Mackay, na costa de Queensland, em novembro passado.

O casal achou que Sophie tinha se afogado, mas ela conseguiu nadar cerca de 9,7 quilômetros, atravessando uma área infestada de tubarões, e chegou à ilha de St Bees, uma formação vulcânica cercada de recifes.

Sophie foi encontrada por uma patrulha da guarda costeira. Jan Griffith disse que achou que nunca veria Sophie novamente, mas decidiu contatar a guarda de parques e vida marinha de Mackay depois que ouviu dizer que havia um cão vivendo em St Bees. Jan disse que Sophie, um cachorro da raça Australian cattle dog desenvolvida em fazendas australianas, sobreviveu alimentando-se de caranguejos até aprender a caçar filhotes de cabras selvagens.

"Ela foi avistada em St Bees e estava em mau estado até que, de repente, melhorou de aparência e foi aí que eles descobriram que ela estava comendo cabras. Tinha se tornado selvagem e feroz. Não deixava ninguém chegar perto ou tocar nela e não aceitava comida de ninguém", disse Jan.

Mas depois de um reencontro cheio de emoção, os donos de Sophie disseram que ela está se readaptando rapidamente ao conforto doméstico.

Da BBC

I Ching

A Inércia
Neste momento não lhe convém agir, porque a situação em geral não se mostra muito favorável. Você obterá melhor proveito retirando-se temporariamente e mantendo intacta a sua independência. A sua sabedoria agora consiste em esperar, evitando pessoas más.

Apelando pra tudo...

sábado, abril 4

Que mané cegonha!

O João, filho do Edu e da Ana Flávia, chegou ontem.

E não veio de cegonha... quem trouxe o moleque foi o majestoso urubu-rei aí na foto ao lado!

A primeira palavra que ele dirá, claro, é MENGO!

Salve! Mais um rubro-negrinho do mundo, com a graça de Deus (que também é rubro-negro, obviamente).

quinta-feira, abril 2

Sogrinha

O bósnio Miroslav Miljici foi condenado a seis anos de prisão por tentativa de assassinato. Ele tentou matar a sua sogra com um lançador de mísseis anti-tanque. Parece 1º de abril, mas a nota foi divulgada anteontem (portanto, 30 de março) pelo tabloide Anorak.

Após o disparo do foguete contra sua casa, a sogra sobreviveu ainda a um ataque de metralhadora. Após o ataque, Miljici se justificou dizendo que a sogra fizera a cabeça de sua mulher contra ele. Não se sabe se ela, de fato, maldizia o genro para a filha, mas uma coisa é certa sobre a senhora: ela é mais resistente que John McClane, o personagem de Bruce Willis na série "Duro de Matar".

Do UOL Tablóide

O mês

Esta energia traz uma enorme necessidade de viver mais abertamente a sua vida, conforme a sua liberdade e os seus desejos.

Ao mesmo tempo em que deseja essa liberdade, você mergulha em seu mundo mais interno, mais pessoal repleto de receios e medos. Essa é uma energia antagônica que traz dúvidas e, consequentemente fragilidade.

Procure a companhia de seus amigos mais íntimos e queridos para conversar.

Fonte: a irmã do Gugu

quarta-feira, abril 1

Biorritmo

O Biorritmo do dia para gentil Débora Thomé...

O seu nível emocional é 18%: procure relaxar e não dar importância às opiniões alheias!

Parece até que eu tava adivinhando...

Não tem roupa!

É público e notório, aqui neste mundinho virtual, que tenho problemas com horário. E também é sabido que ODEIO acordar cedo. Mas meus fiéis leitores também estão acompanhando meus esforços para mudar isso... Também conhecem minha fama de estressada, outra coisa que melhorou muito. Há tempos que meu irmão não me chama de Deb Pitbull Day...

Mas tem a Lei de Murphy...

Pois é. Talvez devido a uma conjunção astral qualquer, mas o dia não começou bem. Primeiro porque tive de levantar cedo. Depois, porque foi botar o pé na rua para começar a chover. Aí rolou uma tensãozinha... mas consegui chegar a tempo. Foi botar o pé nos degraus da Alerj, onde era minha pauta, para o celular tocar. Número restrito. Geralmente é merda.

- Débora, onde você está?
- Bom dia, quem está falando? [não reconheci a voz do outro lado]
- É fulaninha, aqui do jornal. Você tem uma saída para as 9h30 e ainda não apareceu. A pauta caiu? Quando é assim tem que avisar!
- Como assim? Eu vim direto; já cheguei. A saída era para o fotógrafo.
- Não tem nada disso escrito aqui. A gente agora tem que adivinhar?!

Nem tiro a razão da moça. Ela até tava certa. O problema foi a forma como ela falou. E o contexto... Relevei e fui explicar o que deve ter acontecido:

- Olha só, se tá escrito ou não, não sei. Não fiz a saída. A pauta é da chefia. Me perguntaram se eu ia direto, disse que sim e cá estou. Na hora...
- Não pode acontecer esse ruído na comunicação. Quando for assim, você tem que descer para verificar a saída, ver se está certa. Você que tem que fazer a saída para a sua pauta, para não dar esse tipo de problema, que é muito chato.

O tom era de rispidez. Acordei para o fato de que a mocinha da recepção tava me dando um esporro. Vê se pode. Respirei fundo e pensei 'inteligência emocional é o que me diferencia do macaco'... tipo um mantra, saca?! E disse:

- Vem cá... eu ouvi bem?! Você tá me ensinando a descer saída?! Tá me dizendo como é que eu tenho que trabalhar?! Você tá MESMO me dando um esporro?! Olha só, faz o seguinte: libera o fotógrafo pra cá e resolve esse negócio aí na redação porque daqui a pouco você tá querendo fazer minha matéria também... Só o que faltava a essa altura era eu levar esporro seu... Desculpa, querida, mas você não tem roupa pra me dar esporro, não...
- Ah, tá bom, tá bom, vou mandar o fotógrafo. Tchau.

E tu-tu-tu-tu-tu-tu-tu-tu... tá bom, não fez porque era celular. Mas ela praticamente desfilou o telemóvel na minha cara... Se fosse uns sete anos atrás, acho que eu largava a pauta e baixava na redação pra bater boca com a fulaninha abusada. Enfim... a inteligência emocional rules! Fiz melhor: liguei pro meu chefe...

- Oi, chefe. Bom dia. Olha só, quebra o meu galho?! Aconteceu isso assim, assim... eu não mereço levar esporro da fulaninha não, né, chefe?!

Simples assim... Nem me estressei. Quem é de direito deu esporro e quem era de direito recebeu. Sem repasse indevido.

... and justice for all!
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Vai se fuder, né?!

Fuga da mentira

Para escapar das piadinha tradicionais, teve gente fugindo de ações efetivas neste 1º de abril:

- O Metrô, por exemplo, deixou para amanhã o aumento na sua passagem. Vai para R$ 2,80. Imagina os bilheteiros, que estresse, cada vez que explicassem que não, não era mentira, não era pegadinha, não tinha câmera do Faustão na cabine. Nem do Gugu.

- E os jornalistas de rádio e TV deixaram para discutir seu acordo salarial também amanhã, dia 2. Os donos das empresas ofereceram reajuste salarial de 6,45% e 7% de reajuste para o Plano de Participação de Resultados (PPR). A assembleia começa às 21h e será realizada no Sindicato, na Rua Evaristo da Veiga, 16/17º andar, Cinelândia.