sexta-feira, agosto 26
sábado, agosto 20
Achei outro 'primo'
O rebatedor designado do Minnesota Twins que entrou para a história da MLB é meu parente. Na vitória de seu time sobre o Detroit Tigers, Jim Thome se tornou o oitavo jogador a alcançar a marca de 600 home runs ao longo da carreira. Com 40 anos, ele também é o primeiro a conseguir os home runs de número 599 e 600 em entradas consecutivas de um mesmo jogo. No sexto inning, seu home run impulsionou duas corridas, e no sétimo, impulsionou três.
“Rebater home runs pode ser muito difícil. Você senta em sua cama à noite e pensa em como será, como você fará isso. É necessário tentar relaxar e não ser tão impaciente ou sensacionalista. Enfim, é uma ótima noite”, disse o primo que bate um bolão no diamante.
Apesar de estar na casa do adversário, o simpático jogador foi ovacionado pelos torcedores dos Tigers enquanto corria pelas bases após mandar a bolinha para fora do campo pela 600ª vez desde quando estreou na MLB, em 1991. O último a entrar para o pequeno grupo de jogadores que atingiram a marca na MLB foi o terceira base dos Yankees, Alex Rodriguez, em 4 de agosto de 2010.
quinta-feira, agosto 11
Registros #10Milhas
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| Minha primeira ponte, em solo capixaba |
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| Alguns detalhes da vista do Convento da Penha |
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| TODOS COME CHOCOLATE! |
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| Vimos o jogo aqui, no Saideira, Triângulo das Bermudas! |
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| Agora chega, tá na hora de ir dormir! |
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| Chegamos ao ponto de largada! |
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| Tava tudo tão bem, ainda... ai, ai... |
| Os companheiros dos primeiros 4km, frente... |
| ... e costas! |
| Tá cheganu... |
| A bicha tem nome e sobrenome |
| O que me esperava! GZUIZ! |
| Tenho que contar que neguin passou gritando MENGOOOOO! |
| Mas, tudo bem... |
| ... daqui de cima... |
| ... a vista... |
| ... é linda! |
| ELA, tomando conta de mim... |
| Malucos estão em toda parte! |
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| Ó eu vindo. Mais ou menos no km 11. Já quase sem sentir os pés... |
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| Todos cansados e felizes. Pode isso, Arnaldo?! |
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| Estica e puxa. Mas a careta era por causa do sol! |
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| Muito necessário depois de 10 milhas! |
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| Praticamente morta! |
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| Olha ali quem fez a foto!!!!! |
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| Não valeu o sacrifício?! |
quarta-feira, agosto 10
'Tem maios', Garoto!
Chegamos em Vitória às 8h40 da manhã de sábado. Na sexta, fui dormir meio tarde, porque o Márcio ficou no vou-não-vou até os 48 do segundo tempo. Bem, ele não foi, o que me desgastou um pouco, por motivos óbvios. Fui sozinha, e isso me deixa tensa. A sorte é que duas das minhas queridas amigas do twitter - @alinemartinelli e @ines_rj - iriam no mesmo voo. Ida e volta com boas companhias, graça ao bom Deus.
Pisei em terras capixabas com o tempo feio, nublado, até um pouco frio. Um amigo da Inês foi nos buscar no aeroporto. Ele seria nosso guia naquele dia e meio entre Vitória e Vila Velha. Deixamos nossas coisas no hotel, no quarto da Isabel; nem check-in fizemos porque estava cedo demais. Partimos para pegar os kits e emendamos com uma turistada básica nos lerês das duas cidades. O combinado era estar no hotel às 18h30, porque eu e o filho da Isabel queríamos assistir ao jogo. Depois, jantar de massas oficial das 10 Milhas Garoto, em Vila Velha, e então retorno a Vitória para dormir. A largada seria às 9h.
O que surpreendeu foi que em coisa de dez minutos de uma subida ao quarto, o céu abriu. Clareou e esquentou. Passeamos a tarde toda debaixo de sol. Já seria um prenúncio do que enfrentaria no dia seguinte. Esperava uma temperatura amena. Mas eu nunca corro no frio, é impressionante! A reboque, ver o jogo no quarto do hotel virou ver o jogo dentro de um bar no Triângulo das Bermudas (com direito a mico na hora do gol, porque fui o único ser humano que pulou dentro do boteco), o jantar de massas virou um sanduba, porque ficou tarde para ir para Vila Velha e voltar de novo para Vitória. Lá pelas 22h já estava pronta para dormir. Devo ter pego no sono uma meia hora depois, o que é incrível. Só não supera o fato de eu ter sido a primeira do grupo a despontar no saguão do hotel para o café da manhã. Às 7 horas em ponto!
Talvez o fato de ser tenso dormir sozinha com hora para acordar explique...
Chegamos na Praia de Camburi, perto do hotel, por volta das 8 horas. Encontra um, uma foto ali, encontra outro, outra foto aqui, manda as coisas pro guada-volumes, é dada a largada! Cada um por si e cada qual com seu planejamento. Os primeiros quatro quilômetros, da largada até o início da terceira ponte, segundo a estratégia montada durante o café da manhã vendo VT do jogo do Mengão, eu poderia correr. A ponte já começa subindo, e é uma subida íngreme, conforme meu joelho informou logo nos primeiros passos. Eu sabia que deveria encarar essa primeira etapa da corrida com calma. Não esperava ter uma ajudinha bem bacana do pelotão dos bombeiros e da polícia militar do Espírito Santo. Acompanhei o pace mega confortável do grupo; uma hora à frente, outra misturada a eles, às vezes só seguindo.
Começou a subir, comecei a andar. Logo, perdi o pelotão amigo de vista. Foram dois quilômetros andando calmamente. O joelho sentiu um pouco quando tentei forçar, ir mais rápido. Tive de segurar. Ficamos assim, com direito a muitas fotos... rsrsrs...
Incomodada com o sol, já sentia meus olhos arderem. Nem os óculos estavam dando conta do recado. Mas era uma coisa diferente daqui do calor do Rio. Eu não bufafa e suava desesperadamente. Mas cansava. E incomodava pra caramba, como se o sol estivesse refletindo em tudo. Uma claridade bem estranha. Passei pela placa que abria o quilômetro 7 determinada a correr sério. Estava começando a descida da ponte, o que foi bem cômodo. Mas só segurei correr mais seis. No fim do quilômetro 10, já não sentia mais o meu dedão direito. No 12, não sentia os pés. Tinha uma curva com uma placa que dizia: Praia da Sereia. Fez todo sentido, porque serias não têm pés, né.
Precisei maneirar muito. Fiquei com as pernas pesadas naquela altura. Já tinha rompido a barreira dos 10k, que até agora não foram fáceis, e dali para frente era tudo muito desconhecido para mim. Os dois quilômetros seguinte foi andando e correndo, andando e correndo. Achei melhor guardar forças para o final.
Coincidência ou não, Bono Vox cantava no meu ouvido "1, 2 3... 14". E era verdade; 14 quilômetros tinham ido embora. Era hora de voltar a correr, mesmo que não fosse uma corrida de verdade, mas um trote bem pior que do início da carreira. Fazer o quê. Eu que inventei essa moda... Cheguei ao final seguindo o cheiro do chocolate, como incentivava uma das placas do marketing da corrida.
Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Apesar da hora insana de largada, a corrida foi bem organizada. Simples, mas bem organizada. Os postos de hidratação estavam lá, direitinho, com água quente e gelada, a escolher, a cada dois quilômetros. No fim da ponte, um morador aspergia água refrescante sobre os corredores com uma mangueira. Aconteceu a mesma coisa lá pelo quilômetro 14, já no Centro de Vila Velha, debaixo de um sol perto das 11 da manhã.
Foi o percurso todo com gente aplaudindo ou só olhando. Os mais animados e as crianças gritavam os nomes dos corredores, impressos no número de peito. Várias vezes ouvi um "Vamo lá, Débora", "Bora, Débora!", Parabéns, Débora!" em pontos diferentes dos 16 quilômetros. Muito engraçado isso. Dizem que falam os nomes dos que chegam mais, digamos, espaçadamente, lá pro fim da corrida. Tipo eu. Precavida, aumentei o som. Tocava Live and let die no iPod.
Quando apertei o botão do meu Polar pela última vez, marcava 16 laps a 2:27:37, com frequência cardíaca média de 84%. Agradeci a companhia e prometi que o próximo a usá-lo faria bom proveito dele também.
Pisei em terras capixabas com o tempo feio, nublado, até um pouco frio. Um amigo da Inês foi nos buscar no aeroporto. Ele seria nosso guia naquele dia e meio entre Vitória e Vila Velha. Deixamos nossas coisas no hotel, no quarto da Isabel; nem check-in fizemos porque estava cedo demais. Partimos para pegar os kits e emendamos com uma turistada básica nos lerês das duas cidades. O combinado era estar no hotel às 18h30, porque eu e o filho da Isabel queríamos assistir ao jogo. Depois, jantar de massas oficial das 10 Milhas Garoto, em Vila Velha, e então retorno a Vitória para dormir. A largada seria às 9h.
O que surpreendeu foi que em coisa de dez minutos de uma subida ao quarto, o céu abriu. Clareou e esquentou. Passeamos a tarde toda debaixo de sol. Já seria um prenúncio do que enfrentaria no dia seguinte. Esperava uma temperatura amena. Mas eu nunca corro no frio, é impressionante! A reboque, ver o jogo no quarto do hotel virou ver o jogo dentro de um bar no Triângulo das Bermudas (com direito a mico na hora do gol, porque fui o único ser humano que pulou dentro do boteco), o jantar de massas virou um sanduba, porque ficou tarde para ir para Vila Velha e voltar de novo para Vitória. Lá pelas 22h já estava pronta para dormir. Devo ter pego no sono uma meia hora depois, o que é incrível. Só não supera o fato de eu ter sido a primeira do grupo a despontar no saguão do hotel para o café da manhã. Às 7 horas em ponto!
Talvez o fato de ser tenso dormir sozinha com hora para acordar explique...
Chegamos na Praia de Camburi, perto do hotel, por volta das 8 horas. Encontra um, uma foto ali, encontra outro, outra foto aqui, manda as coisas pro guada-volumes, é dada a largada! Cada um por si e cada qual com seu planejamento. Os primeiros quatro quilômetros, da largada até o início da terceira ponte, segundo a estratégia montada durante o café da manhã vendo VT do jogo do Mengão, eu poderia correr. A ponte já começa subindo, e é uma subida íngreme, conforme meu joelho informou logo nos primeiros passos. Eu sabia que deveria encarar essa primeira etapa da corrida com calma. Não esperava ter uma ajudinha bem bacana do pelotão dos bombeiros e da polícia militar do Espírito Santo. Acompanhei o pace mega confortável do grupo; uma hora à frente, outra misturada a eles, às vezes só seguindo.
Começou a subir, comecei a andar. Logo, perdi o pelotão amigo de vista. Foram dois quilômetros andando calmamente. O joelho sentiu um pouco quando tentei forçar, ir mais rápido. Tive de segurar. Ficamos assim, com direito a muitas fotos... rsrsrs...
Incomodada com o sol, já sentia meus olhos arderem. Nem os óculos estavam dando conta do recado. Mas era uma coisa diferente daqui do calor do Rio. Eu não bufafa e suava desesperadamente. Mas cansava. E incomodava pra caramba, como se o sol estivesse refletindo em tudo. Uma claridade bem estranha. Passei pela placa que abria o quilômetro 7 determinada a correr sério. Estava começando a descida da ponte, o que foi bem cômodo. Mas só segurei correr mais seis. No fim do quilômetro 10, já não sentia mais o meu dedão direito. No 12, não sentia os pés. Tinha uma curva com uma placa que dizia: Praia da Sereia. Fez todo sentido, porque serias não têm pés, né.
Precisei maneirar muito. Fiquei com as pernas pesadas naquela altura. Já tinha rompido a barreira dos 10k, que até agora não foram fáceis, e dali para frente era tudo muito desconhecido para mim. Os dois quilômetros seguinte foi andando e correndo, andando e correndo. Achei melhor guardar forças para o final.
Coincidência ou não, Bono Vox cantava no meu ouvido "1, 2 3... 14". E era verdade; 14 quilômetros tinham ido embora. Era hora de voltar a correr, mesmo que não fosse uma corrida de verdade, mas um trote bem pior que do início da carreira. Fazer o quê. Eu que inventei essa moda... Cheguei ao final seguindo o cheiro do chocolate, como incentivava uma das placas do marketing da corrida.
Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Apesar da hora insana de largada, a corrida foi bem organizada. Simples, mas bem organizada. Os postos de hidratação estavam lá, direitinho, com água quente e gelada, a escolher, a cada dois quilômetros. No fim da ponte, um morador aspergia água refrescante sobre os corredores com uma mangueira. Aconteceu a mesma coisa lá pelo quilômetro 14, já no Centro de Vila Velha, debaixo de um sol perto das 11 da manhã.
Foi o percurso todo com gente aplaudindo ou só olhando. Os mais animados e as crianças gritavam os nomes dos corredores, impressos no número de peito. Várias vezes ouvi um "Vamo lá, Débora", "Bora, Débora!", Parabéns, Débora!" em pontos diferentes dos 16 quilômetros. Muito engraçado isso. Dizem que falam os nomes dos que chegam mais, digamos, espaçadamente, lá pro fim da corrida. Tipo eu. Precavida, aumentei o som. Tocava Live and let die no iPod.
Quando apertei o botão do meu Polar pela última vez, marcava 16 laps a 2:27:37, com frequência cardíaca média de 84%. Agradeci a companhia e prometi que o próximo a usá-lo faria bom proveito dele também.
sexta-feira, agosto 5
Astros não mentem jamais
Quando uma pessoa nasce, há um signo no horizonte leste, nascendo junto com ela. O ascendente mostra as circunstâncias de nosso nascimento, situações que influenciarão nosso comportamento durante toda a nossa vida. Assim, se você nasceu em um momento positivo para a sua família e durante o seu nascimento havia confiança, você sempre manifestará essa confiança e otimismo ao iniciar coisas novas.
É, também, como uma máscara, mas não em um sentido negativo. O ascendente funciona como uma roupagem; é aquilo que você PARECE SER. É a impressão pessoal que você transmite. É uma imagem que transmitimos, mas que está muito de acordo com o uso que fazemos dela. Assim, um ascendente em Leão, por exemplo, pode parecer caloroso ou pode parecer arrogante, e um ascendente em Libra pode parecer sociável ou muito hesitante.
Por outro lado, o ascendente também funciona como uma busca. Quando buscamos algo, nos tornamos um pouco aquilo que buscamos. É por isso que o ascendente marca tanto a nossa personalidade. Afinal, somos o sol ou somos o ascendente? Quando há muita diferença entre o Sol e o Ascendente, em geral passamos uma imagem ligeiramente diferente do que somos. Mas quando o Sol tem mais harmonia com o signo do Ascendente, não há tanta tensão entre imagem (Ascendente) e o que você na verdade é (Sol). Algumas vezes não há um choque entre o signo do Sol e o do Ascendente, e nem há harmonia. Isso produz combinações curiosas. Parte de você é assim, mas no fundo, você é o seu Sol, só que da maneira como você se conduz no mundo - Ascendente.
A coisa evolui depois dos 30, com negócio de retorno a Saturno. É, tem isso ainda. O retorno de Saturno é a volta que Saturno faz a um ponto de onde tenha saído. Essa volta leva 29 anos para ser completa. Saturno é o planeta da estruturação e do amadurecimento. Antes dos 28/29 anos nenhum indivíduo é realmente adulto. Ao voltar o ponto que ocupava no nascimento, Saturno faz com que percebamos nossas limitações e potencialidades. Até essa idade, você ainda está TENTANDO fazer algo, mas a partir dela, você TEM de fazer algo.
O que isso tem a ver com o Ascendente? Tudo. Com a conscientização, você passa a utilizar melhor as suas habilidades e tentar conseguir o que quer. E muito do que você quer está relacionado com o Ascendente. Porém, você não deixa de ser o seu Sol, e sim, amadurece o seu Ascendente, tem a chance de utilizar suas melhores habilidades se desejar. É um erro dizer que depois dos trinta anos deixamos de ser o Sol. O Sol é o seu 'eu', é aquilo que de melhor você faz, são seus talentos naturais. O talento natural de quem tem o Sol em Libra, por exemplo, é a capacidade de moderar, harmonizar e tentar buscar o equilíbrio. Só que você, libriano, tentará fazer isso através do seu Ascendente. No meu caso, será uma busca exagerada, como vem realmente sendo, porque sagitarianos têm uma tendência natural ao extremo, ao exagero.
Diplomáticos, encantadores e sociáveis. Os librianos são idealistas, pacíficos, otimistas e românticos. Têm um caráter afável e equilibrado.
Seu lado negativo
São indecisos e facilmente influenciados por terceiros. Podem mudar de opinião facilmente e ser muito condescendentes.
Descrição de Libra
Libra está entre os signos mais civilizados do zodíaco. Têm encanto, elegância, bom gosto, são amáveis e pacíficos. Gostam da beleza e da harmonia, e são capazes de serem imparciais ante os conflitos. Não obstante, uma vez que chegam a uma opinião sobre algo, não gostam de serem contrariados.
Gostam de contar com o apoio dos demais. Um libriano tende a ser sensível às necessidades dos outros e costuma ser muito sociável. Não suportam as brigas e a crueldade e são muito diplomáticos ante os conflitos. Costumam procurar o consenso ante uma situação problemática. Sabem valorizar o esforço dos demais e gostam de viver e trabalhar em equipe.
O lado negativo de um libriano é suafrivolidade, facilmente muda de opinião ou de lealdade. Não gostam da rotina e muitas vezes lhes falta capacidade para enfrentar os outros. Adoram o prazer, e isto lhes pode levar a cometer certos excessos na vida. São muito curiosos, o que pode ser um virtude, se o investem em descobrir novas coisas, mas também um defeito, se lhes leva a meter-se na vida ou nos assuntos dos outros.
Libra e o trabalho
Apesar de terem fama de desocupados, alguns librianostêm grandes ambições. Podem ter grandes carreiras diplomáticas, pois são capazes de ver ambos os lados de um debate e moderar pontos de vista opostos.
Têm um grande sentido da justiça e podem ser bonsadvogados, servidores públicos e banqueiros, porque são muito fiáveis. Têm capacidade como gestores, artistas, escritores, e também têm sucesso trabalhando para causas humanitárias.
Libra e as relações pessoais
Um libriano é um bom amigo,porque prefere compreender a postura do outro a perder uma amizade. Em suas relações íntimas são românticos e até sentimentais. São bons companheiros, porque compreendem a postura do cônjuge num conflito e são tolerantes com os defeitos dos outros. Também são bons pais, esforçando-se para compreender e ajudar a seus filhos enquanto crescem.
Pelo lado negativo,são tão otimistas que às vezes chegam a ser irresponsáveis. São superficiais, descuidados e inquietos.
Sagitário gosta
De liberdade, de viajar,das leis, da aventura e da capacidade de compreender.
Sagitário não gosta
De sentir-se preso a uma situação, deter que se preocupar com detalhes.
Descrição de Sagitário
Sagitário é um dos signos mais positivos do zodíaco. São versáteis e lhes encanta a aventura e o desconhecido. Têm a mente aberta para novas idéias e experiências e mantêm um atitude otimista inclusive quando as coisas parecem difíceis. São fiáveis, honestos, bons, sinceros e dispostos a lutar pelas boas causas custe o que custar.
Os sagitarianos costumam acreditar na ética e gostam de seguir os ritos da religião,de um partido político ou de uma organização. Isto pode levar-lhes a terem certas tendências supersticiosas. Encanta-lhes abarcar novos projetos e aprender sobre coisas novas. São intuitivos, bons organizadores, generosos e muito cuidadosos, o que lhes converte em bons gestores de situações e projetos.
Alguns sagitarianos têm um gênio forte, que pode aparecer ante situações que para os outros não têm importância. Também são muito impacientes quando os outros não seguem o mesmo ritmo que eles. Sãocapazes de sacrificar-se para realizar um objetivo. Isto faz com que algumas vezes eles sejam exigentes demais.
Sagitário e o trabalho
As diversas habilidades dos sagitarianos faz com que eles possam ter sucesso num grande número de profissões. São bons docentes e predicadores, e sua capacidade para pesquisar o desconhecido lhes converte em excelentes cientistas.
Também podem ter sucesso comoadvogados, políticos, relações públicas, publicitários, músicos e esportistas. O fato de que lhes agrada o risco faz com que eles possam converter-se em pilotos de aviões ou de carros de corrida.
Sagitário e as relações pessoais
Basicamente, os sagitarianos são sinceros econtrolados em seus relacionamentos, mesmo que possam perder a cabeça diante de uma traição. Quando sua relação é estável são excelentes esposos e pais, ainda que raras vezes consigam suprimir completamente seu espírito aventureiro.
Precisam sentir-se livres e às vezespõem seus interesses profissionais diante dos interesses sentimentais. São muito amigos, fiáveis e leais. Não têm papas na língua quando é preciso recriminar um amigo, mas sabem perdoar quando necessário.
É mais ou menos assim:
O nascimento das pessoas que tem Sagitário no ascendente foi marcado por um clima de entusiasmo, pela confiança e religiosidade. É um grande nascimento, um grande evento. Grandes expectativas envolveram o recém-nascido e o ambiente era de conforto.
Características
Jeito extrovertido. Necessidade de procurar coisas novas, espírito aventureiro e vontade de aprender. Franqueza excessiva. Tendência a exageros.
O QUE BUSCA
Este ascendente é espontâneo e otimista. Busca sempre ampliar o espaço do seu Eu ou o volume do seu corpo. Suas reações são exageradas.
É, também, como uma máscara, mas não em um sentido negativo. O ascendente funciona como uma roupagem; é aquilo que você PARECE SER. É a impressão pessoal que você transmite. É uma imagem que transmitimos, mas que está muito de acordo com o uso que fazemos dela. Assim, um ascendente em Leão, por exemplo, pode parecer caloroso ou pode parecer arrogante, e um ascendente em Libra pode parecer sociável ou muito hesitante.
Por outro lado, o ascendente também funciona como uma busca. Quando buscamos algo, nos tornamos um pouco aquilo que buscamos. É por isso que o ascendente marca tanto a nossa personalidade. Afinal, somos o sol ou somos o ascendente? Quando há muita diferença entre o Sol e o Ascendente, em geral passamos uma imagem ligeiramente diferente do que somos. Mas quando o Sol tem mais harmonia com o signo do Ascendente, não há tanta tensão entre imagem (Ascendente) e o que você na verdade é (Sol). Algumas vezes não há um choque entre o signo do Sol e o do Ascendente, e nem há harmonia. Isso produz combinações curiosas. Parte de você é assim, mas no fundo, você é o seu Sol, só que da maneira como você se conduz no mundo - Ascendente.
A coisa evolui depois dos 30, com negócio de retorno a Saturno. É, tem isso ainda. O retorno de Saturno é a volta que Saturno faz a um ponto de onde tenha saído. Essa volta leva 29 anos para ser completa. Saturno é o planeta da estruturação e do amadurecimento. Antes dos 28/29 anos nenhum indivíduo é realmente adulto. Ao voltar o ponto que ocupava no nascimento, Saturno faz com que percebamos nossas limitações e potencialidades. Até essa idade, você ainda está TENTANDO fazer algo, mas a partir dela, você TEM de fazer algo.
O que isso tem a ver com o Ascendente? Tudo. Com a conscientização, você passa a utilizar melhor as suas habilidades e tentar conseguir o que quer. E muito do que você quer está relacionado com o Ascendente. Porém, você não deixa de ser o seu Sol, e sim, amadurece o seu Ascendente, tem a chance de utilizar suas melhores habilidades se desejar. É um erro dizer que depois dos trinta anos deixamos de ser o Sol. O Sol é o seu 'eu', é aquilo que de melhor você faz, são seus talentos naturais. O talento natural de quem tem o Sol em Libra, por exemplo, é a capacidade de moderar, harmonizar e tentar buscar o equilíbrio. Só que você, libriano, tentará fazer isso através do seu Ascendente. No meu caso, será uma busca exagerada, como vem realmente sendo, porque sagitarianos têm uma tendência natural ao extremo, ao exagero.
Características de Libra
Seu lado positivoDiplomáticos, encantadores e sociáveis. Os librianos são idealistas, pacíficos, otimistas e românticos. Têm um caráter afável e equilibrado.
Seu lado negativo
São indecisos e facilmente influenciados por terceiros. Podem mudar de opinião facilmente e ser muito condescendentes.
Descrição de Libra
Libra está entre os signos mais civilizados do zodíaco. Têm encanto, elegância, bom gosto, são amáveis e pacíficos. Gostam da beleza e da harmonia, e são capazes de serem imparciais ante os conflitos. Não obstante, uma vez que chegam a uma opinião sobre algo, não gostam de serem contrariados.
Gostam de contar com o apoio dos demais. Um libriano tende a ser sensível às necessidades dos outros e costuma ser muito sociável. Não suportam as brigas e a crueldade e são muito diplomáticos ante os conflitos. Costumam procurar o consenso ante uma situação problemática. Sabem valorizar o esforço dos demais e gostam de viver e trabalhar em equipe.
O lado negativo de um libriano é sua
Libra e o trabalho
Apesar de terem fama de desocupados, alguns librianos
Têm um grande sentido da justiça e podem ser bons
Libra e as relações pessoais
Um libriano é um bom amigo,
Características de Sagitário
Pelo lado positivo, são intelectuais, honestos, sinceros e simpáticos. Se caracterizam por seu otimismo, modéstia e bom humor.Pelo lado negativo,
Sagitário gosta
De liberdade, de viajar,
Sagitário não gosta
De sentir-se preso a uma situação, de
Descrição de Sagitário
Sagitário é um dos signos mais positivos do zodíaco. São versáteis e lhes encanta a aventura e o desconhecido. Têm a mente aberta para novas idéias e experiências e mantêm um atitude otimista inclusive quando as coisas parecem difíceis. São fiáveis, honestos, bons, sinceros e dispostos a lutar pelas boas causas custe o que custar.
Os sagitarianos costumam acreditar na ética e gostam de seguir os ritos da religião,
Alguns sagitarianos têm um gênio forte, que pode aparecer ante situações que para os outros não têm importância. Também são muito impacientes quando os outros não seguem o mesmo ritmo que eles. São
Sagitário e o trabalho
As diversas habilidades dos sagitarianos faz com que eles possam ter sucesso num grande número de profissões. São bons docentes e predicadores, e sua capacidade para pesquisar o desconhecido lhes converte em excelentes cientistas.
Também podem ter sucesso como
Sagitário e as relações pessoais
Basicamente, os sagitarianos são sinceros e
Precisam sentir-se livres e às vezes
É mais ou menos assim:
O nascimento das pessoas que tem Sagitário no ascendente foi marcado por um clima de entusiasmo, pela confiança e religiosidade. É um grande nascimento, um grande evento. Grandes expectativas envolveram o recém-nascido e o ambiente era de conforto.
Características
Jeito extrovertido. Necessidade de procurar coisas novas, espírito aventureiro e vontade de aprender. Franqueza excessiva. Tendência a exageros.
O QUE BUSCA
Este ascendente é espontâneo e otimista. Busca sempre ampliar o espaço do seu Eu ou o volume do seu corpo. Suas reações são exageradas.
quinta-feira, agosto 4
terça-feira, agosto 2
Corporate Run
A semana foi #fail total de treinos. Ainda estava completamente debilitada com a visita de Francisco, que praticamente me derrubou na corrida da Adidas. Mas o objetivo era dar a volta por cima e encarar os 10km com a cara e com a coragem. Na véspera, como de praxe, trteinador ligou para passar as instruções. Tudo bem, foram umas advertências em tom de esporro. A estratégia era das mais simples: não forçar, fazer o que desse, passar lúcida pela linha de chegada e ser feliz assim desse jeito.
Foi minha primeira Corporate Run. Perdi no ano passado. Também, no ano passado era só início de carreira, e agora eu ulei do 8 pros 800. Tô parecendo arroz de festa, em TODAS CORRIDA!
A equipe estava formada. Quatro das #twittersrunRJ para 10km. Mas não era um revezamento, como imaginei de início. Era para compor tempo de equipe mesmo. E como nosso objetivo não era prêmio, nem pódio, nem nada disso, o objetivo era o de corrermos juntas, para cruzar a linha de chegada ao mesmo tempo. Quer dizer, no meu tempo, né, porque sou a mais lenta do grupo que já está num degrau acima, o das meia maratonas. Beleza, todos concordaram em ficar ali naquela média de turtle pace para não me deixar para trás.
As meninas correram na véspera, em Nikity. Estava calor. Eu vinha daquela semana esquisita, a outra, de uma semana de gripe brava, outra de off quase total pós meia maratona e a quarta integrante foi proibida por ordens médicas e furou, no bom sentido. Estávamos começando com o pé trocado. Para completar, apesar das previsões meteorológicas, o tempo não virou coisa nenhuma. Estava calor em pleno inverno. Largamos. Fui segurando os primeiros quilômetros num pace confortável, comprometendo minha FCM em 85% para não quebrar mais para frente. Até que notamos uma coisa: para fazer os 10km, teríamos que dar duas, DUAS voltas no MESMO percurso. Ficou chato, bateu preguiça, achamos que não valeria tamanho esforço. Estávamos ali só para relaxar. Desistimos...
Chato é que não testei a bandagem elástica da maneira que queria. Mas funcionou muitíssimo bem para os 5k. Senti nada, nadica de nada no joelho, sem joelheira. O direito é que deu uma reclamada no final. E no dia seguinte. Fiquei impressionada. Já estou aqui esboçando minha primeira matéria como celebridade, essas que eu abomino, em primeira pessoa. Mas fazer o quê, né, são os ossos do ofício, mané!
Foi minha primeira Corporate Run. Perdi no ano passado. Também, no ano passado era só início de carreira, e agora eu ulei do 8 pros 800. Tô parecendo arroz de festa, em TODAS CORRIDA!
A equipe estava formada. Quatro das #twittersrunRJ para 10km. Mas não era um revezamento, como imaginei de início. Era para compor tempo de equipe mesmo. E como nosso objetivo não era prêmio, nem pódio, nem nada disso, o objetivo era o de corrermos juntas, para cruzar a linha de chegada ao mesmo tempo. Quer dizer, no meu tempo, né, porque sou a mais lenta do grupo que já está num degrau acima, o das meia maratonas. Beleza, todos concordaram em ficar ali naquela média de turtle pace para não me deixar para trás.
As meninas correram na véspera, em Nikity. Estava calor. Eu vinha daquela semana esquisita, a outra, de uma semana de gripe brava, outra de off quase total pós meia maratona e a quarta integrante foi proibida por ordens médicas e furou, no bom sentido. Estávamos começando com o pé trocado. Para completar, apesar das previsões meteorológicas, o tempo não virou coisa nenhuma. Estava calor em pleno inverno. Largamos. Fui segurando os primeiros quilômetros num pace confortável, comprometendo minha FCM em 85% para não quebrar mais para frente. Até que notamos uma coisa: para fazer os 10km, teríamos que dar duas, DUAS voltas no MESMO percurso. Ficou chato, bateu preguiça, achamos que não valeria tamanho esforço. Estávamos ali só para relaxar. Desistimos...
Chato é que não testei a bandagem elástica da maneira que queria. Mas funcionou muitíssimo bem para os 5k. Senti nada, nadica de nada no joelho, sem joelheira. O direito é que deu uma reclamada no final. E no dia seguinte. Fiquei impressionada. Já estou aqui esboçando minha primeira matéria como celebridade, essas que eu abomino, em primeira pessoa. Mas fazer o quê, né, são os ossos do ofício, mané!


















