quinta-feira, setembro 22
terça-feira, setembro 20
Salvem as unhas
Voltei a roer unhas. Digo voltei porque não parece mais ser uma coisa pontual, mas (espero) temporária. De longo prazo. Porque tá incontrolável. Tenho ódio de olhar para minhas próprias mãos.
Meu novo esporte é ficar imaginando o que a terapeuta poderia dizer sobre isso, porque, por mais que eu pense a respeito, não consigo chegar a uma conclusão de qual motivo é esse que me faz levar os dedos à boca e arrancar um naco de unha para jogá-la no lixo.
Teve um dia em que foi quase canibalesco. Confesso que uns dedos chegaram a doer.
Estou envergonhada. Já tentei fazer a unha direitinho e tal. Mas já fui lá futucar umas e outras quando pareca que estava voltando a ter controle sobre esse ato insano. Só pode ser estresse, mas o que me estressa a esse ponto? O quê? Não sei, não acho, ninguém sabe, ninguém viu...
E seguem minhas unhas cotocudas...
PS: tem um band-aid no dedo mindinho: sangrou...
Meu novo esporte é ficar imaginando o que a terapeuta poderia dizer sobre isso, porque, por mais que eu pense a respeito, não consigo chegar a uma conclusão de qual motivo é esse que me faz levar os dedos à boca e arrancar um naco de unha para jogá-la no lixo.
Teve um dia em que foi quase canibalesco. Confesso que uns dedos chegaram a doer.
Estou envergonhada. Já tentei fazer a unha direitinho e tal. Mas já fui lá futucar umas e outras quando pareca que estava voltando a ter controle sobre esse ato insano. Só pode ser estresse, mas o que me estressa a esse ponto? O quê? Não sei, não acho, ninguém sabe, ninguém viu...
E seguem minhas unhas cotocudas...
PS: tem um band-aid no dedo mindinho: sangrou...
segunda-feira, setembro 19
segunda-feira, setembro 12
#SegundaSemCarne
Faz um tempo, resolvi aderir à campanha criada por Sir James Paul McCartney. Estou me empenhando desde então, e só na ocasião do aniversário do meu pai,em agosto, é que transferi esse posicionamento para #TerçaSemCarne.
Sofri um pouco no início. Não conseguia pensar num prato sem carne. Agora já tiro de letra. Só acho, ainda, estar muito, muito distante o dia em que abandonarei por completo a ingestão de carne. O vegetarianismo não é para mim. Não me vejo sem um bife, sem um churrasco, sem um peixe assado, sem peru no Natal.
Admiro fortemente quem consegue. Invejo quem achou fácil passar por essa transformação alimentar. Para mim, seria uma batalha árdua. É ir contra minha natureza, é brigar demais com corpo e mente. E já faço isso o suficiente ao incluir a corrida na minha vida. Minha natureza é a inércia, vocês sabem. Correr é um sacrifício hercúleo. Já está de bom tamanho.
Por isso, fico um pouco chateada e ao mesmo tempo constrangida quando conhecidos vegetarianos (sim, eu conheço essa gente de força de vontade!) questionam essa relação entre a alimentação e o amor pelos animais. Por exemplo: comer carne, mas ser contra rodeios. É mesmo paradoxal, concordo. Já pensei longamente no assunto. Sei que no fundo, no fundo, são pensamentos que não combinam. Mas aí entra a questão da ideologia.
Subversão e anarquismo sempre me atraíram. Mas sei que até para isso existe a hora certa. E limites. É uma maneira bem pessoal de ver as coisas. Não sou nem um pouco convencional com assunto nenhum. Também não sou dada a ideologias. Esse negócio de carregar bandeiras é para porta-estandarte, e não tenho talento para essa coisa. Não pretendo liderar e nem ser liderada em qualquer que seja o campo da vida. Prefiro deixar as coisas correrem e usar e abusar do livre-arbítrio que Deus me deu.
Então, certo e errado se confundem. Assim como liberdade e libertinagem. Concordo, discordando - porque concordar também não faz parte da minha natureza e só está no meu vocabulário para que eu possa valorizar o "discordar".
Assim, cada um na sua. Todos fazendo o que acham certo. Cada qual com o seu limite. Todos se respeitando. Olha só que maravilha viver em sociedade desse jeito!
Sofri um pouco no início. Não conseguia pensar num prato sem carne. Agora já tiro de letra. Só acho, ainda, estar muito, muito distante o dia em que abandonarei por completo a ingestão de carne. O vegetarianismo não é para mim. Não me vejo sem um bife, sem um churrasco, sem um peixe assado, sem peru no Natal.
Admiro fortemente quem consegue. Invejo quem achou fácil passar por essa transformação alimentar. Para mim, seria uma batalha árdua. É ir contra minha natureza, é brigar demais com corpo e mente. E já faço isso o suficiente ao incluir a corrida na minha vida. Minha natureza é a inércia, vocês sabem. Correr é um sacrifício hercúleo. Já está de bom tamanho.
Por isso, fico um pouco chateada e ao mesmo tempo constrangida quando conhecidos vegetarianos (sim, eu conheço essa gente de força de vontade!) questionam essa relação entre a alimentação e o amor pelos animais. Por exemplo: comer carne, mas ser contra rodeios. É mesmo paradoxal, concordo. Já pensei longamente no assunto. Sei que no fundo, no fundo, são pensamentos que não combinam. Mas aí entra a questão da ideologia.
Subversão e anarquismo sempre me atraíram. Mas sei que até para isso existe a hora certa. E limites. É uma maneira bem pessoal de ver as coisas. Não sou nem um pouco convencional com assunto nenhum. Também não sou dada a ideologias. Esse negócio de carregar bandeiras é para porta-estandarte, e não tenho talento para essa coisa. Não pretendo liderar e nem ser liderada em qualquer que seja o campo da vida. Prefiro deixar as coisas correrem e usar e abusar do livre-arbítrio que Deus me deu.
Então, certo e errado se confundem. Assim como liberdade e libertinagem. Concordo, discordando - porque concordar também não faz parte da minha natureza e só está no meu vocabulário para que eu possa valorizar o "discordar".
Assim, cada um na sua. Todos fazendo o que acham certo. Cada qual com o seu limite. Todos se respeitando. Olha só que maravilha viver em sociedade desse jeito!
sexta-feira, setembro 9
Desalento por aqui
Ando sumida. Trabalho, treino, tuíter, família, amigos. Tudo me consome. E não é pouco. Quando a vida entrar nos eixos, prometo que volto a ficar mais assídua. No mais, mantenham-se informados via TT ou FB, que por lá dá menos trabalho de escrever. Não preciso pensar muito. Aliás, preciso pensar nada...
Beijo pra quem for da família!
Beijo pra quem for da família!
