sexta-feira, agosto 31

Hoje é dia dela!

Blue Moon

Nat King Cole

Blue Moon
You saw me standing alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Blue Moon
You know just what I was there for
You heard me saying a prayer for
Someone I really could care for
And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will hold
I heard somebody whisper please adore me
And when I looked to the Moon it turned to gold
Blue Moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will ever hold
I heard somebody whisper please adore me
And when I looked the Moon had turned to gold
Blue moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Blue moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own

quinta-feira, agosto 23

Impera, #tamojunto


Agora que eu vi o Imperador treinando na areia, fiquei mais tranquila. Amanhã posto um vídeo meu. Também corro e parece que não saí do lugar... #EpicFail

Do globoesporte.com

quarta-feira, agosto 22

segunda-feira, agosto 20

Disciplina

A palavrinha forte que dá nome a este post nunca foi meu forte. Se tivesse que abraçar uma causa, a palavra certamente seria outra. Subversão, por exemplo, é um estado de espírito para esta blogueira já não tão ativa. Prefiro. Mas tive de aprender a me virar com essa outra daí, uma grande novidade quatro décadas depois de tanta rebeldia. A corrida me ensinou um pouco disso. A fisioterapia veio completar o quadro. Tomara que eu consiga manter pelo menos a essência disso, para o meu próprio bem.

Desde que comecei a correr, em 2010, me vi às voltas com uma verdadeira batalha contra o meu corpo e minha mente. De lá para cá, venho, aos trancos e barrancos, me boicotando e me superando tanto, que nem sei mais a ordem do momento em que estou. Agora, com o fim de uma sessão longa e muitíssimo bem feita de fisioterapia para sanar os maiores problemas do meu joelho bichado, cresce muito o medo do boicote total botar tudo a perder. Será preciso muito controle. De fora para dentro, principalmente, porque é assim que funciona comigo...

Perdi as contas de quantas sessões de fisioterapia passei desde que torci o joelho na descida para as prainhas do Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo. Acho que o ano era 1991. R E A L I Z A...

O mais engraçado é que, pelo que me lembro, nenhum fisioterapeuta tinha, até agora, posto a mão em mim. Estranho? Que nada. O máximo que faziam naqueles 40 minutos de sessão era encostar um pouquinho para enfaixar um saco de gelo ou afixar aqueles trequinhos que dão choque ou tirar o excesso de gel depois de cinco minutinhos de ultrassom. Vida de gado que não serve mais para mim, que virei "atleta". Não me basta só andar, preciso correr. Então...

Estou na abstinência de corrida desde maio. Antes, até. Pra não dizer isso, fiz 2km na Praia dos Carneiros, mó escuridão, disputando espaço na areia com cavalos ensandecidos (tive que entrar na água para fugir dos doidos, a certa altura), no fim da férias. Mas correr, decentemente, acho que desde os 10km da primeira etapa do Circuito Athenas, em março, que terminei mancando. Fiz a fisio "de praxe", voltei a treinar devagar, fui encarar a Subuda do Imperador, estaleiro de novo, obviamente. Praticamente um ano jogado fora, não fosse o Fabio Marcelo e sua equipe brava, bravíssima.

O dicionário médico Oxford define a terapia manipulativa como “o uso das mãos para produzir um movimento desejado ou um efeito terapêutico em uma parte do corpo, com o intuito de restaurar o normal funcionamento de articulações rígidas”.  N a verdade, o profissional combina a prática clínica manual com os avanços científicos, que lhe dão a habilidade na avaliação, precisão no diagnóstico e eficácia no tratamento das condições que afetam os diversos sistemas corporais. Comprovei tudo, tudinho isso.

Foram 21 sessões; dez semanas perfazendo dois meses e meio de tratamento ininterrupto até ser "liberada". Porque eu não preciso mais estar às 8 da matina em Ipanema, terças e quintas. Mas ainda tenho um protocolo de "volta à corrida" para seguir. Pelo menos mais duas semanas e meia até retomar os treinos "normalmente". Foi um período V.I.P. de fisioterapia. Só a avaliação inicial durou duas horas e meia. Cada sessão, no primeiro mês, durava uma hora e meia, subindo para duas horas na reta final do tratamento, que eram coroadas com exercícios na areia escaldante da praia. Taí a prova. Foi muito bacana. É estranho, mas acho que sentirei falta da fisioterapia...

Perrota freando a gordinha no muque... rsrsrs

sexta-feira, agosto 10

Pre maratona

Não, não. Nem estou confundindo o novo acordo ortográfico nem nada. Tampouco iniciei a fase de treinamento para os famosos 42k. Pior: se você acha, mesmo, que esqueci do acento agudo na primeira palavra que dá título a este post, mon ami, você não entende nada de corrida e não precisa chegar ao final disto aqui (a não ser por curiosidade).

Trata-se da minha mais nova fixação psicótica: Steve Roland "Pre" Prefontaine.
O original, Jared Leto e Billy Crudup: Pre em três tempos
Em um dia, apenas um dia, assisti a um documentário e dois filmes sobre a breve vida desse bólido americano das pistas - o James Dean da corrida. Bonitão (para o padrão anos 1970), rebelde e morto, aos 24 anos, em um acidente de carro, pilotando um conversível dourado. Dourado como a medalha olímpica que nunca conseguiu ter pendurada no pescoço.

O emblemático uniforme de Pre
Pequeno, magro, com uma perna mais curta que a outra, Pre adorava esportes. Tentou o baseball e o futebol americano, sem sucesso. Era ágil. Encontrou seu destino nas pistas de corrida. Era, na verdade, uma rara combinação de talento, disciplina e determinação, o que o levou a deter recordes americanos em sete distâncias, dos 2000 aos 10000 metros, e estabeleceu 15 recordes olímpicos para os Estados Unidos.
Steve Prefontaine foi um corredor corajoso. Seu objetivo era superar seus próprios limites, bater seus próprios recordes e, obviamente, chegar na frente. Se possível, largar na frente e liderar todo o percurso também. As corridas eram, por causa disso tudo, um verdadeiro show, com o estádio da Universidade do Oregon, celeiro de atletas americanos naquela época, principalmente no atletismo, lotado de fãs que gritavam "GO PRE" em uníssimo. Devia ser arrepiante!

Pre corria bonito. Rápido, o torso ereto, os braços quase não balançavam, pisadas firmes e rápidas, parecia nem tocar o chão. O semblante era geralmente tenso, sem ser contorcido. Pura concentração; Chegava com os olhos arregalados, buscando o relógio no centro da pista, que geralmente apontava um novo recorde.
A passada (hoje, ultrapassada) da fera, quadro a quadro
É de chorar você parar para pensar que um cara desses só teve uma única chance de disputar o ouro olímpico e perdeu. Perdeu até o bronze. Tinha muita vontade, mas só 21 anos e, ainda por cima, correu na famigerada Olimpíada de Munique, após o assassinato de 11 atletas iranianos que foram feitos reféns por um grupo terrorista palestino, o Setembro Negro, em 1972. Não teve chance de enfrentar o finlandês Lasse Viren em Mongtreal, que repetiu o ouro em 1976.

Em memória de Steve Prefontaine, Coss Bay, sua cidade natal, realiza, há 24 anos, uma corrida de rua para homenagear sua lenda. O percurso, de 10k, tem chegada na pista de atletismo da escola onde Pre estudou e correu pela primeira vez. No terceiro sábado de setembro - uma bela desculpa para, um dia, conhecer o Oregon!

sexta-feira, agosto 3

Batman (com SPOILER)


Bane
O filme é bom ou é ruim? O Bruce Wayne morreu? Aquele é o Robin? Mas e a bomba? Era ele em Firenze? O Alfred tá gagá?

Perguntas pertinentes, todas. Mas a que deve ser feita: who is Bane?

Bane é um personagem fictício, supervilão inimigo do Batman no Universo DC criado em 1993 por Chuck Dixon, Doug Moench e Graham Nolan. Vamos recaptular, então...

Quem é o ator que aceitou viver um vilão num dos filmes mais esperados dos últimos anos para passar as quase três horas de duração do épico com uma máscara na cara e com sua voz distorcida? O rosto de Tom Hardy aparece por dois, três segundos, apenas. Tem que estar atento para vê-lo. Ou ter coragem de vir aqui olhar este post.

Tive de pesquisar para aplacar essa angústia que bateu no pós-filme, porque olha... E descobri coisas espetaculares. Virei fã!

Filho de um bombeiro, fã da culinária japonesa e chinesa, viciado em café, coca-cola, água, drinques de frutas, chá e energéticos e ainda adora pizza, queijo-quente, lagosta, rosbife. Tom Hardy é inglês. Foi criado em Hammersmith, London, tem 35 anos e um filho. Começou cedo. Foi pupilo de sir Anthony Hopkins na Drama Centre London.

Aos 19 anos venceu o concurso "The Big Breakfast's Find Me a Supermodel" e foi contratado pela agência Models One, onde cultivou uma bela carreira.

Tom Hardy modelando
Seu primeiro papel foi na série The Band of Brothers, na TV. Na telona, fez Falcão negro em perigo, em 2001, pegando logo o diretor Ridley Scott de cara. Foi apontado como uma das promessas de 2003 por sua atuação em "Blood and Arabia, We'd All Be Kings" no Hampstead Theatre.

Para quem também gostou do que viu, ou melhor, do que está vendo, umas dicas para conhecer melhor o trabalho de Tom Hardy no cinema: O espião que sabia demais, Guerra é guerra, Guerreiro, A origem, Jogo entre ladrões, Nem tudo é o que parece, Jogo de sedução, Nêmesis.

É fã de Johnny Depp, a quem considera um dos mais versáteis atores da atualidade. Mas acho que Depp vai perder esse trono para você, Hardy. Sei não, saca só...