quarta-feira, janeiro 21

Neurolinguística

Em épocas distintas, os Estados Unidos pararam para ouvir as palavras de dois negros, que ecoaram pelo Memorial de Abraham Lincoln, mesmo local onde, em 1863, o presidente americano que dá nome ao monumento anunciou a abolição da escravatura no país. Dos discursos, frases soltas entram para a história mundial. Uma palavra, que é na verdade um conceito, fez a diferença, no meu ponto de vista: a neurolinguística.

Assisti à cobertura da cerimônia de posse de Barack Obama pela TV. Como jornalista, principalmente, não poderia me privar de ser testemunha ocular, a distância, de tal momento histórico, aconteça o que acontecer daqui pra diante.

Enquanto ouvia Obama discursar para milhões de pessoas, lembrava daquele outro líder negro que falara, nos anos 1960 (não sei ao certo o ano...), naquele mesmo lugar, para um tantão de gente quase igual ao de ontem — Martin Luther King.

Enquanto Luther King pontuava seu discurso com a frase "Eu tenho um sonho", Obama marcou toda uma campanha presidencial com o quase-mantra "Yes, we can".

Taí a diferença entre as duas figuras.

Vai ver, tudo a seu tempo.

Agora é a hora de acreditar, de concretizar, de realizar sonhos. Vamos parar de sonhar, simplesmente, e partir para a ação, porque, sim, nós podemos!

Um passo à frente quem estiver comigo...

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