Pronto. Virou tradição. Da mesma forma que o Globo Repórter e o Vídeo Show, aí está a retrospectiva do Bla-bla-blog. Dá um trabaaaaalho fazer isso, que vocês não imaginam. Afinal, preciso recapitular 365 dias, linkando os acontecimentos mais importantes, mês a mês.
Foram 476 posts no ano de 2008. Passei da linha dos 50 mil acessos, segundo as estatísticas da Bravenet. No meio do ano instalei o Google Analytics. De acordo com os relatórios, disponíveis desde julho, foram 5.173 visitas (até 23 de dezembro), sendo uma média de 14,13 visitas/dia. O recorde foi no dia 7 de dezembro: 175 cliques no blog.
Pelo menos nisso ele foi melhor do que 2007...
Fora que é muuuuuuuuito legal saber que teve visita do México, da Alemanha, Argentina, Espanha, do Japão, Reino Unido, da França, dos Estados Unidos e de Portugal, além, o-bó-vio, do Brasil — Rio, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Campinas e Recife, a maioria, com uma olhadela de povo de Porto Velho (15), Manaus (30), Belém (23), São Luiz (21), Cuiabá (18), Aracaju (17), Teresina (cinco), Mossoró (três), Juazeiro (duas), Campina Grande (uma) e Marabá (uma), entre outras localidades.
O mais legal no Analytics é que ele te possibilita uma análise ampla, já com dados estatísticos prontinhos para uso. Dá pra saber, por exemplo, que teve um louco que visitou o blog mais de 201 vezes nos últimos seis meses!
O Retrô de 2009 será muito mais completo e organizado, aguardem!
****
Digamos, enfim, que 2008 nem foi um ano tão ruim assim, mas de altos e baixos. Tinha hora que parecia só uma gangorra... noutras, uma montanha-russa. Uns gritos depois, é só arrumar os cabelos, botar um sorriso na cara e se firmar nas pernas bambas para dar mais um passo à frente...
Janeiro
As previsões, que nem eram tão boas assim, não se concretizaram.
O 'probleminha' com o joelho ganhava nome pomposo: condropatia patelar bilateral com encurtamento do quadríceps
Começavam as tristezas, mas eu nem desconfiava o que me esperava mais para frente...
A folia se desenhava...
E coisas boas aconteciam, ainda. Repetidamente.
Fevereiro
O ano começa mágico: Portela, Pipa, Noronha... Mengão!
Março
A vida ensina: tem gente que tá errada... tem gente que tá certa!
Os núm3ros atraem... mas nada se concretiza... rs...
Coluna vem...
Promessas são refeitas.
Abril
Mudanças se desenhavam. E eu fazia piada!
O tempo pesa...
Mas a vida continua, companheiros!
Maio
A luta continua.
Quem diria, seria a última vez...
E 2008 ia me iludindo...
Mas eu ainda me divertia!
E superava limites. Meus próprios.
Junho
Sem querer ser chata... é que eu sou foda!
Enfim, foi um mês de visão!
E de bons shows...
Emoções, emoções, emoções... fui até seqüestrada!
Julho
O meio do ano... o meio do caminho!
Mês de altos e baixos...
Tá, talvez mais baixos...
... mas com momentos de pico!
E quase de picas. Se não fosse a inteligência emocional... ui...
Agosto
Mês estranho... só se falava em Olimpíada.
Pior que emendou com as eleições!
As coisas se desenrolavam e eu nem percebia direito.
Tuuuuuuuuudo muito sinistro.
Setembro
Momentos de extrema alegria...
... e eu já duvidava da própria sanidade...
... clima estranho e eu nem desconfiava...
... do desfecho trágio que ainda me dói tanto.
Fazia mesmo tempo que o inferno astral não era tão caprichado!
Outubro
Aniversário em reclusão. De vem em quando é bom.
Sem contar a chegada do bicho-papão...
E o blog bombando! 50 mil!!!!
Mas o segundo tempo só tava começando.
Novembro
Eu até ensaiei uma sacaneada... mas... xapralá!
Obama?! Aperta o confirma!
2009 já batia à porta.
Eu já dava início à contagem regressiva...
Estava, enfim, na hora de mostrar a homenagem.
Nem sabia, mas era gostinho de despedida mesmo.
Afina, já era o fim do ano!
Dezembro
Mas Jack voltará!
Podia ser com sede de vingança...
Enfim, mais um ano que se foi, e outro "que se vem"...
****
Até 2009!
quarta-feira, dezembro 31
segunda-feira, dezembro 22
SPA Mental
É sério. Recebi um release sobre isso. Funciona mais ou menos assim: você aprende a condicionar os mecanismo fisiológicos que ligam os pensamentos e emoções à condição fisica e voilá, emagrece!
A Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguistica criou o curso SPA Mental, que atende pessoas insatisfeitas com o peso, com a saúde e com o próprio corpo. Oferece, principalmente, ferramentas para identificar e reconhecer as necessidades reais do sistema corpo-mente através do desenvolvimento de habilidades específicas criando uma ponte entre o pensar–sentir–falar–fazer, compreendendo melhor a "anatomia emocional" das sensações de fome–vontade de comer–saciedade e ensinando o corpo a identificar a real necessidade de alimento no organismo, ou seja: o que - quando - e quanto comer.
Segundo a psicóloga Walkyria Maria Madruga, especialista em programação neurolinguistica e instrutora do curso SPA Mental, “uma das regras principais é aprender a instalar no sistema a estratégia para manter-se naturalmente esbelto, identificando e integrando aspectos envolvidos no processo de emagrecimento ou na formação da auto-imagem”.
A Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguistica criou o curso SPA Mental, que atende pessoas insatisfeitas com o peso, com a saúde e com o próprio corpo. Oferece, principalmente, ferramentas para identificar e reconhecer as necessidades reais do sistema corpo-mente através do desenvolvimento de habilidades específicas criando uma ponte entre o pensar–sentir–falar–fazer, compreendendo melhor a "anatomia emocional" das sensações de fome–vontade de comer–saciedade e ensinando o corpo a identificar a real necessidade de alimento no organismo, ou seja: o que - quando - e quanto comer.
Segundo a psicóloga Walkyria Maria Madruga, especialista em programação neurolinguistica e instrutora do curso SPA Mental, “uma das regras principais é aprender a instalar no sistema a estratégia para manter-se naturalmente esbelto, identificando e integrando aspectos envolvidos no processo de emagrecimento ou na formação da auto-imagem”.
Viva a Merial
Sempre que a natureza se revolta e dá o troco, mais ou menos como aconteceu em Santa Catarina, e mais recentemente no interior de Minas Gerais de do Rio de Janeiro, eu me envergonho.
É que enquanto as pessoas se solidarizam umas com as outras, enviando roupas, comida, doando dinheiro e até brinquedos, móveis e etc., minha preocupação é com os cãe das regiões alagadas.
O que acontece com os animais nessa situação de calamidade pública?
Segundo dados do governo catarinense, mais de 700 animais morreram, milhares de cães e gatos encontram-se abandonados pelas ruas e, além disso, outros dividem com seus donos espaço e comida em abrigos.
Desta vez tive uma notícia que me deu um pouco de conforto e diminuiu o meu sentimento de culpa por não me preocupar com meus semelhantes em primeiro lugar. A empresa Merial Saúde Animal doou mil doses da vacina múltipla Eurican CHPLR para cães ao Instituto Ambiental Ecosul. O órgão é afiliado à Sociedade Protetora dos Animais (WSPA) e atua junto ao poder público no resgate e atendimento dos animais vítimas dessa tragédia que devastou parte de Santa Catarina.
Para o gerente de produto Leonardo Brandão, a Merial, que regularmente colabora com entidades de proteção animal, não poderia deixar de oferecer sua ajuda.
“Somos uma empresa voltada à saúde animal e não poderíamos nos abster de contribuir numa situação de emergência como esta”.
Amém!
É que enquanto as pessoas se solidarizam umas com as outras, enviando roupas, comida, doando dinheiro e até brinquedos, móveis e etc., minha preocupação é com os cãe das regiões alagadas.
O que acontece com os animais nessa situação de calamidade pública?
Segundo dados do governo catarinense, mais de 700 animais morreram, milhares de cães e gatos encontram-se abandonados pelas ruas e, além disso, outros dividem com seus donos espaço e comida em abrigos.
Desta vez tive uma notícia que me deu um pouco de conforto e diminuiu o meu sentimento de culpa por não me preocupar com meus semelhantes em primeiro lugar. A empresa Merial Saúde Animal doou mil doses da vacina múltipla Eurican CHPLR para cães ao Instituto Ambiental Ecosul. O órgão é afiliado à Sociedade Protetora dos Animais (WSPA) e atua junto ao poder público no resgate e atendimento dos animais vítimas dessa tragédia que devastou parte de Santa Catarina.
Para o gerente de produto Leonardo Brandão, a Merial, que regularmente colabora com entidades de proteção animal, não poderia deixar de oferecer sua ajuda.
“Somos uma empresa voltada à saúde animal e não poderíamos nos abster de contribuir numa situação de emergência como esta”.
Amém!
Tá limpo!
Roupas, brinquedos, móveis, revistas, jornais, utensílios domésticos e eletrônicos são alguns dos itens que acabam se acumulando sem necessidade, ocupando um espaço valioso, enquanto poderiam ser muito melhor aproveitados em uma instituição beneficente.
Todo fim de ano é assim lá em casa: hora de dar aquela arrumada nas coisas. Principalmente no guarda-roupa. Para quem não tem prática em se livrar do que está apenas estagnando energia, aqui vão umas dicas de personal organizer...
DESCARTE - Durante a organização, utilize três caixas vazias. Na primeira, coloque tudo o que você pretende doar. A segunda serve para aqueles itens que ainda podem ser consertados. A terceira é para os objetos que você tem dúvidas se realmente quer se livrar. Guarde-a em um local longe do seu campo de visão e volte a avaliar seu conteúdo em seis meses.
ROUPAS - Esse é um dos itens que se acumula mais facilmente, segundo as especialistas em organização. Seja porque temos apego a peças que um dia foram significativas, ou porque resolvemos seguir com afinco a moda de cinco estações atrás, ou ainda, porque mantemos a esperança de um dia voltar a vestir aquele jeans dois números menor que o atual. Para liberar espaço no guarda-roupa, faça uma avaliação simples: durante o último ano a peça foi usada alguma vez? Em caso negativo, vale a pena separar, nem que seja para colocá-la na caixa das dúvidas.
PRO LIXO - Avalie o estado das peças que você pretende doar. Algumas entidades possuem oficinas que consertam objetos quebrados para serem vendidos em bazares próprios, com a renda revertida para a instituição, mas não são todas. Brinquedos quebrados, sapatos furados e roupas rasgadas podem não ser bem-vindos. Doe o que não serve mais para você, mas que esteja em boas condições de uso para outra pessoa.
Todo fim de ano é assim lá em casa: hora de dar aquela arrumada nas coisas. Principalmente no guarda-roupa. Para quem não tem prática em se livrar do que está apenas estagnando energia, aqui vão umas dicas de personal organizer...
DESCARTE - Durante a organização, utilize três caixas vazias. Na primeira, coloque tudo o que você pretende doar. A segunda serve para aqueles itens que ainda podem ser consertados. A terceira é para os objetos que você tem dúvidas se realmente quer se livrar. Guarde-a em um local longe do seu campo de visão e volte a avaliar seu conteúdo em seis meses.
ROUPAS - Esse é um dos itens que se acumula mais facilmente, segundo as especialistas em organização. Seja porque temos apego a peças que um dia foram significativas, ou porque resolvemos seguir com afinco a moda de cinco estações atrás, ou ainda, porque mantemos a esperança de um dia voltar a vestir aquele jeans dois números menor que o atual. Para liberar espaço no guarda-roupa, faça uma avaliação simples: durante o último ano a peça foi usada alguma vez? Em caso negativo, vale a pena separar, nem que seja para colocá-la na caixa das dúvidas.
PRO LIXO - Avalie o estado das peças que você pretende doar. Algumas entidades possuem oficinas que consertam objetos quebrados para serem vendidos em bazares próprios, com a renda revertida para a instituição, mas não são todas. Brinquedos quebrados, sapatos furados e roupas rasgadas podem não ser bem-vindos. Doe o que não serve mais para você, mas que esteja em boas condições de uso para outra pessoa.
As cores
Como é de praxe, aquele servicinho básico de inutilidade pública para quem ainda não decidiu a cor da roupa para o Réveillon. A cor ouro rege o ano de 2009. Mas se é um pouco demais para você se meter em alguma coisa um tanto "brilhante"... veja o que significa algumas delas:
Branco: simboliza a paz, e o costume de usar essa cor no Ano-Novo está diretamente relacionado à cor da roupa de Oxalá, pai de todos os orixás, divindade máxima da religião (equivalente a Jesus Cristo no Catolicismo). A tradicional roupa branca facilita a harmonização e o equilíbrio.
Azul: quem deseja atrair pessoas verdadeiras e "limpas", no ano de 2009, deverá usar uma roupa azul, pois esta cor, através dos estudos da cromoterapia, significa "limpeza". Além disso, proporciona a clareza para se expressar.
Rosa: pode ser usada se você deseja encontrar o grande amor da sua vida ou para fortalecer relacionamentos.
Verde: se a preocupação estiver relacionada a saúde, a cor indicada para ser usada no vestuário é essa. Verde é a cor do anjo Rafael, "Deus-cura".
Amarela/laranja: o amarelo está relacionado a agilidade, rapidez, movimento e inteligência. É uma cor favorável se você está iniciando o ano em uma faculdade e deseja entrar com o pé direito. Já o laranja tem o mesmo significado, além de estimular a criatividade.
Vermelha: uma roupa dessa cor coloca um ponto final nos obstáculos financeiros ou problemas jurídicos. É a tonalidade da emergência.
Lilás: é uma cor transformadora, geralmente usada para perdoar desafetos.
Preto: quem é fã de roupas escuras deve saber que o preto estimula a sexualidade.
Marrom: usar essa cor mostra a necessidade inconsciente de reflexão e humildade.
Branco: simboliza a paz, e o costume de usar essa cor no Ano-Novo está diretamente relacionado à cor da roupa de Oxalá, pai de todos os orixás, divindade máxima da religião (equivalente a Jesus Cristo no Catolicismo). A tradicional roupa branca facilita a harmonização e o equilíbrio.
Azul: quem deseja atrair pessoas verdadeiras e "limpas", no ano de 2009, deverá usar uma roupa azul, pois esta cor, através dos estudos da cromoterapia, significa "limpeza". Além disso, proporciona a clareza para se expressar.
Rosa: pode ser usada se você deseja encontrar o grande amor da sua vida ou para fortalecer relacionamentos.
Verde: se a preocupação estiver relacionada a saúde, a cor indicada para ser usada no vestuário é essa. Verde é a cor do anjo Rafael, "Deus-cura".
Amarela/laranja: o amarelo está relacionado a agilidade, rapidez, movimento e inteligência. É uma cor favorável se você está iniciando o ano em uma faculdade e deseja entrar com o pé direito. Já o laranja tem o mesmo significado, além de estimular a criatividade.
Vermelha: uma roupa dessa cor coloca um ponto final nos obstáculos financeiros ou problemas jurídicos. É a tonalidade da emergência.
Lilás: é uma cor transformadora, geralmente usada para perdoar desafetos.
Preto: quem é fã de roupas escuras deve saber que o preto estimula a sexualidade.
Marrom: usar essa cor mostra a necessidade inconsciente de reflexão e humildade.
quinta-feira, dezembro 18
Longe d+
O cantor Carlos Evaney, o sósia mais maluco de Roberto Carlos, está exagerando um pouco em suas performances para imitar o ídolo. Não é que o sujeito alugou um barco na Marina da Glória para imitar o cruzeiro marítimo Emoções em Alto Mar, do Rei original?!A festa começa às 22h, neste domingo (28). O barco passeia pela Enseada de Botafogo e vai até a Urca, com direito a pit stop em frente ao edifício de RC. O sósia promete cantar ali até o ídolo aparecer na sacada. Serão cerca de seis horas no mar, com direito a serviço de bordo, sorteios de brindes e até um bingo, tudo valendo CDs de Evanney ou a camiseta oficial do e distribuição de rosas vermelhas ao público.
Mais loucos ainda são os poverelos que embarcam nessa, literalmente...
terça-feira, dezembro 16
Ressaca
O jornal de hoje dava conta de 'insignificantes' 20 furtos registrados no Maraca, no domingo.
Este blog tem notícia de pelo menos um, na noite de ontem.
Uma amiga ficou sem a carteira. De ressaca da diva, só deu falta hoje de manhã. Depois de uma noite nas nuvens, teve que encarar a burocracia de registrar a ocorrência e pelas próximas semanas, vai perder mó tempo pra tirar segunda via de toda a documentação.
Terceira via, na verdade, porque já tinha ficado sem a carteira três meses atrás, coitada.
Pior: já tem uma compra de R$ 1.300,00 no cartão de crédito dela...
Este blog tem notícia de pelo menos um, na noite de ontem.
Uma amiga ficou sem a carteira. De ressaca da diva, só deu falta hoje de manhã. Depois de uma noite nas nuvens, teve que encarar a burocracia de registrar a ocorrência e pelas próximas semanas, vai perder mó tempo pra tirar segunda via de toda a documentação.
Terceira via, na verdade, porque já tinha ficado sem a carteira três meses atrás, coitada.
Pior: já tem uma compra de R$ 1.300,00 no cartão de crédito dela...
Like a prayer

Para escrever as primeiras linhas deste post, lembro da crítica de uma leitora do Globo Online sobre o show da Madonna na França. A mulher acabou com a diva do pop. A filha da puta vai a (ou está em) Nice para querer tirar onda de crítica sem um pingo de humor naquele texto famigerado — e publicado, o que é pior!
Ódio.
Aí me vem a cabeça a epopéia: as más lembranças da passagem de Girlie Show por aqui, em 1993, as confusões na venda de ingressos pela internet, meses de espera, a segunda-feira mais longa da minha vida. Mais tensa do que corda de violão, ainda tive que esperar 6.060 segundos até que Ela surgisse no palco. Refletindo sobre todos os acontecimentos e munida do ponto de vista do meu companheiro de tantos shows, pude perceber que eu amo mais o Flamengo.
Coisa estranha.
Claro que eu não vou tripudiar sobre meu ídolo. Mas queria saber quem deixou a Madonna pensar que pode tocar guitarra a la Hendrix. Ou, simplesmente, que pode tocar guitarra. Ela tem que cantar e dançar. Não necessariamente nessa ordem, porque eu caguei pros que ficam batendo na tecla do playback.
Tem gente que gosta, mas confesso que fiquei meio invocada com aquela história da Madonna fazer cover de si mesma e transformar Borderline em rock, La isla bonita em propaganda da kaballah e apresentar um clássico como Into the groove recheado de samples. Até Hung up, da safra mais recente, me deixou meio puta... rock sucks!.
É óbvio que curti o show. E que embasbaquei de estar tão perto da Madonna (quer dizer, no esmo ambiente que Ela). Claro, também, que cantei, dancei e suei minha escova progressiva (aliás, tenho que lavar o cabelo hoje!). Mas tive momentos de cruzar os braços. Pô, falassério... aquele set gipsy foi um saco!
Talvez devesse ter xingado a Madonna pelos 101 minutos de atraso pro placar de paixões ficar empatado com um jogo do Mengão no Maraca. Desopilar o fígado sempre funciona.
Mas, fora os meus chilique, válidos só aqui, foi um showzaço!
Se quiser ler algo mais centrado, tenta minha participação especial no Mistura Interativa.
Se rolar uma preguiça, lê aqui mesmo, porra!
Lá no fim, a letra de Dress you up, para quem nem lembrava dessa canção do repertório da diva! Do fuuuuundo do baú!
UPDATE - Ops! Rolou censura. Lê por lá mesmo... Mas vou manter um tostão do meu texto aqui procês.
****
Como uma prece profana
Débora Thomé
No dia certo, no local certo, na hora certa. Todos, menos a Madonna. Foram 6.060 longos e entediantes segundos de espera até que a diva surgisse no palco para o segundo show no Maracanã da turnê mundial de Sticky & Sweet. Um dia com menos tumulto na entrada do estádio e sequinho, sequinho. A própria popstar agradeceu ao público pela "reza" que afastou a chuva que castigou rainha e súditos no dia anterior.
****
Dress You Up
Madonna
Madonna
You've got style, that's what all the girls say
Satin sheets and luxuries so fine
All your suits are custom made in London
But I've got something that you'll really like
Gonna dress you up in my love
All over, all over
Gonna dress you up in my love
All over your body
Feel the silky touch of my caresses
They will keep you looking so brand new
Let me cover you with velvet kisses
I'll create a look that's made for you
Gonna dress you up in my love, in my love
All over your body, all over your body
In my love
All over, all over
From your head down to your toes
segunda-feira, dezembro 15
Pra história
Vale registrar: quinta-feira meu professor de spinning deu aula só com músicas da Madonna!
Adivinha de quem essa idéia foi comprada????
Um amor, ele, não?!
Melhor, só hoje no Maraca!
Adivinha de quem essa idéia foi comprada????
Um amor, ele, não?!
Melhor, só hoje no Maraca!
Globalização
Na sexta-feira fiquei fora o dia inteiro. Viajei até a Taquara (que fim de mundo, meu Deus!) para entrevistar, vejam só, um francês que mora em São Paulo. Explico: ele e a esposa estão no Rio para passar o Natal com a família dela, que é carioca. Aliás, um clássico, porque o francês branquelo se apaixonou e casou com uma mulata tipo exportação.
A família do cara, aliás, é o cúmulo da globalização: estavam hospedados na casa da sogra do homem, além do casal, a irmã francesa com o marido ilatiano e duas crianças que nasceram sabe-se lá onde, a irmã da globeleza com o marido e mais três crianças, essa trupe toda tupiniquim, e mais uma meia dúzia de gente que eu não soube identificar o grau de parentesco.
Imaginem fazer uma entrevista nesse tumulto...
O cara tava me esperando para o almoço! Uma confusão ímpar. Tive que sair da minha dieta básica, porque o almoço foi estrogonofe. Pior, só se rolasse uma macarronada porque, convenhamos, o que fazer para tanta gente rangar, né não? Com muito custo, consegui conversar com ele, que trabalha com TI, especialista em ferramentas e ambientes de EAD.
E o sotaque?! Ui... não sei se o telefone teria sido uma experiência menos desagradável.
Para completar, pequei a frente fria que chegou ao Rio no dia. Acho que fui uma das primeiras a enfrentá-la... Ainda bem que só fiz minha progressiva no sábado!
A família do cara, aliás, é o cúmulo da globalização: estavam hospedados na casa da sogra do homem, além do casal, a irmã francesa com o marido ilatiano e duas crianças que nasceram sabe-se lá onde, a irmã da globeleza com o marido e mais três crianças, essa trupe toda tupiniquim, e mais uma meia dúzia de gente que eu não soube identificar o grau de parentesco.
Imaginem fazer uma entrevista nesse tumulto...
O cara tava me esperando para o almoço! Uma confusão ímpar. Tive que sair da minha dieta básica, porque o almoço foi estrogonofe. Pior, só se rolasse uma macarronada porque, convenhamos, o que fazer para tanta gente rangar, né não? Com muito custo, consegui conversar com ele, que trabalha com TI, especialista em ferramentas e ambientes de EAD.
E o sotaque?! Ui... não sei se o telefone teria sido uma experiência menos desagradável.
Para completar, pequei a frente fria que chegou ao Rio no dia. Acho que fui uma das primeiras a enfrentá-la... Ainda bem que só fiz minha progressiva no sábado!
domingo, dezembro 14
sábado, dezembro 13
sexta-feira, dezembro 12
quinta-feira, dezembro 11
Século 21
A modernidade chegou aos malucos que me rodeiam, definitivamente.
Ontem, quando voltava do almoço, senti uma pessoa próxima de mim. Quando apertei o passo (não gosto de ninguém no meu vácuo), o sujeito falou. A voz era esquisita; olhei para trás. De relance, achei que era uma pessoa falando ao celular, porque ele tinha a mão direita colada na orelha.
Como ele também acelerou, deixei passar.
Na verdade, o sujeito tinha MESMO a mão colada à orelha.
O maltrapilho birtuta, como vemos tantos na rua, fingia falar ao celular. E pelo papo, tava resolvendo um problema dificílimo...
Maluco, mas moderno!
Ontem, quando voltava do almoço, senti uma pessoa próxima de mim. Quando apertei o passo (não gosto de ninguém no meu vácuo), o sujeito falou. A voz era esquisita; olhei para trás. De relance, achei que era uma pessoa falando ao celular, porque ele tinha a mão direita colada na orelha.
Como ele também acelerou, deixei passar.
Na verdade, o sujeito tinha MESMO a mão colada à orelha.
O maltrapilho birtuta, como vemos tantos na rua, fingia falar ao celular. E pelo papo, tava resolvendo um problema dificílimo...
Maluco, mas moderno!
quarta-feira, dezembro 10
sábado, dezembro 6
Fábrica
- Checklist
- Ecletic
- Totem
- Farm
- Lenny
- Salinas
- Redley
- Uncle K
- Osklen
sexta-feira, dezembro 5
Polêmica
Imaginem a situação: o sujeito tá na van, ceeedo pracacete, cheio de sono porém feliz, lemdo um livro que comprara no dia anterior. O transporte vai enchendo, enchendo, enchendo. Não há mais lugar vago. Até que na altura da Usina uma mulher faz sinal e entra. Tá grávida.
O cara titubeia. Uma mulher cede o lugar, mas inicia discurso contra "os passageiros" que cacagaram pra moça (e, conseqüentemente, fizeram-na levantar). A matraca vai dsa Usina até a Barra, via Alto, caminho sinuosíssimo, de pé. Quem dizer, não exatamente, porque é preciso ter menos de 1,50m para ficar ereto dentro de uma van. A mulher ficou cornetando os outros passageiros toda torta.
Iniciando uma dor de cabeça, o cara entra na pilha e devolve o "recado" da boazinha. A grávida lá, caladona, na dela. Enumera as razões por não ter se levantado. Vejam:
- a van é um transporte ilegal, já tá todo mundo errado começando por aí
- ninguém deveria viajar de pé porque é ainda mais perigoso
- muito menos uma grávida deveria fazê-lo, imaginando que alguém certamente cederia o lugar...
E vocês, o que fariam nessas circunstâncias?
Não, não não. Não comenta nada. Responde à enquete do mês.
Talvez, a última do ano.
O cara titubeia. Uma mulher cede o lugar, mas inicia discurso contra "os passageiros" que cacagaram pra moça (e, conseqüentemente, fizeram-na levantar). A matraca vai dsa Usina até a Barra, via Alto, caminho sinuosíssimo, de pé. Quem dizer, não exatamente, porque é preciso ter menos de 1,50m para ficar ereto dentro de uma van. A mulher ficou cornetando os outros passageiros toda torta.
Iniciando uma dor de cabeça, o cara entra na pilha e devolve o "recado" da boazinha. A grávida lá, caladona, na dela. Enumera as razões por não ter se levantado. Vejam:
- a van é um transporte ilegal, já tá todo mundo errado começando por aí
- ninguém deveria viajar de pé porque é ainda mais perigoso
- muito menos uma grávida deveria fazê-lo, imaginando que alguém certamente cederia o lugar...
E vocês, o que fariam nessas circunstâncias?
Não, não não. Não comenta nada. Responde à enquete do mês.
Talvez, a última do ano.
Eles voltaram
Velhinhas e loucos têm lugar cativo no céu, pelo que dizem. Mas enquanto eles estão na terra, a missão é perobar minhas idéias.
Ontem estava eu tranqüilinha na fila do mercado (tenho mania de ir quase todo dia...), sem nenhuma idosa por perto quando ouço um barulho tipo uma moeda que cai no chão e sai correndo e roda, roda, roda antes de parar no maior silêncio.
Quase na mesma hora o maluco da fila do lado perguntou:
— Viu onde foi parar?
E eu:
— Não. Escutei o barulho mas não vi passar aqui não...
Aí o cara e amigo dele tocam de procurar. Vem aqui, vai prali, agacha, fica de bunda pra cima, põe cofre de fora. E eu pensando "que raio de moeda foi essa que esse infeliz deixou cair? muita pobreza... nem deve ser de R$ 1".
Quando o doido e o amigo maluco pegaram uma vassoura para vasculhar debaixo daqueles moveizinhos que expõem revistas, balas e afins, tive que perguntar:
— Vem cá, tá procurando moeda mesmo?
— Não, é a aliança dele... Tava brincando com ela e caiu da mão dele... O cara tá doido, a mulher não vai acreditar nessa história... e ela é braba!
Caraca. Foram duas filas, umas 20 pessoas, mais as duas caixas e o rapazinho dos patins e um segurança do mercado ajudando o pobre a manter seu casamento com a mulher braba.
No fim, acharam. Foram uns 20 minutos de desespero pro coitado.
Claro que a galera bateu palmas pra zoar e festejar.
Bom demais!
Ontem estava eu tranqüilinha na fila do mercado (tenho mania de ir quase todo dia...), sem nenhuma idosa por perto quando ouço um barulho tipo uma moeda que cai no chão e sai correndo e roda, roda, roda antes de parar no maior silêncio.
Quase na mesma hora o maluco da fila do lado perguntou:
— Viu onde foi parar?
E eu:
— Não. Escutei o barulho mas não vi passar aqui não...
Aí o cara e amigo dele tocam de procurar. Vem aqui, vai prali, agacha, fica de bunda pra cima, põe cofre de fora. E eu pensando "que raio de moeda foi essa que esse infeliz deixou cair? muita pobreza... nem deve ser de R$ 1".
Quando o doido e o amigo maluco pegaram uma vassoura para vasculhar debaixo daqueles moveizinhos que expõem revistas, balas e afins, tive que perguntar:
— Vem cá, tá procurando moeda mesmo?
— Não, é a aliança dele... Tava brincando com ela e caiu da mão dele... O cara tá doido, a mulher não vai acreditar nessa história... e ela é braba!
Caraca. Foram duas filas, umas 20 pessoas, mais as duas caixas e o rapazinho dos patins e um segurança do mercado ajudando o pobre a manter seu casamento com a mulher braba.
No fim, acharam. Foram uns 20 minutos de desespero pro coitado.
Claro que a galera bateu palmas pra zoar e festejar.
Bom demais!
Vibrações
DAS CORESAssim como o ser humano, todo ano também possui uma cor predominante determinada pelo planeta regente. O ano de 2009 será regido pelo sol, portanto as cores da vez serão amarelos, laranjas e dourados.
Se quiser entrar em sintonia com as energias de 2009, o ideal é tirar bom proveito das vibrações dessas cores durante todo ano. A cor que possui mais força dentre as citadas é o dourado, que está em sintonia com as vibrações solares.
O dourado é a cor do ouro, das riquezas e da majestade. É a cor da sabedoria e prosperidade. Também está relacionada aos estudos em geral, pois, assim como o sol, tem ligação direta com a consciência.
Para expandir seus recursos materiais e também para ativar seu campo mental, utilize-se das vibrações do dourado. Sua inteligência e criatividade agradecerão. A cor do ouro ora é símbolo de consciência superior, ora é símbolo de riqueza material. Durante este ano, portanto, poderemos conquistar tanto o aprofundamento da consciência quanto a aquisição de riquezas materiais.
A ambição material deve sempre estar ligada à consciência de que somos todos seres participantes de uma única realidade e, por isso, devemos sempre olhar para a matéria como algo pertinente e possível a todos nós. Aliando a consciência à aquisição material, este ano de 2009 pode trazer a você a promessa de grandes realizações e muito sucesso.
Meu 2009
ANO 3
Propício para expansão dos seus negócios, para mostrar o seu potencial e a sua criatividade. Possibilidades de conquistas positivas e de ver os resultados dos seus esforços passados. Viagens, encontros com pessoas para diversão.
Importante: Estabelecer prioridades e objetivos.
Cuidar: A vontade de fazer tudo ao mesmo tempo gera dispersão de energia.
Fonte: a irmã do Gugu
Propício para expansão dos seus negócios, para mostrar o seu potencial e a sua criatividade. Possibilidades de conquistas positivas e de ver os resultados dos seus esforços passados. Viagens, encontros com pessoas para diversão.
Importante: Estabelecer prioridades e objetivos.
Cuidar: A vontade de fazer tudo ao mesmo tempo gera dispersão de energia.
Fonte: a irmã do Gugu
2009
O que dizem os números
A partir de 1º de janeiro, viveremos todos sob a vibração universal do número 2 (resultado da soma de 2009, ou seja 2+0+0+9=11 e 1+1=2), um algarismo que permite a aproximação de opostos.
Este é o ano, portanto, em que todo tipo de parceria viverá um período positivo. A união de forças vai predominar no momento de tomar decisões e alcançar objetivos. Fortes corporações se unirão às pequenas, fundindo-se em uma só, consolidando-se.
Será o ano dos grandes acordos comerciais, assim como do fortalecimento da economia das nações determinado pelos encontros, parcerias e fusões. O espírito de solidariedade e justiça incentivará a ajuda para países cujos povos vivem em condições desfavoráveis. Alianças permitirão a construção de um mundo melhor em que diferenças serão diminuídas. A conversa e a diplomacia serão a base do entendimento entre os povos.
Será um ano lento de ajustes na formação econômica do mundo. Depois do ano de 2008, um ano de energia 1, de ação, um ano em que se projetou a necessidade de uma nova ordem, o ano 2009 será o de arranjos, conversações, uniões.
O Brasil vive um ano de energia 2+6=8 até setembro de 2009 e está bastante fortalecido frente à crise econômica que o mundo atravessa. Neste novo ano, será mais fácil encontrar soluções para qualquer tipo de problemas e obstáculos. O Brasil terá a chance de ser apreciado e valorizado nos meios financeiros e de mercado como país estruturado e estável. Em fevereiro e abril de 2009, o Brasil terá grandes oportunidades de crescimento.
Aproveite a energia 1+1=2 do ano 2009 para se aproximar das pessoas que gosta, para valorizar a amizade, para dar apoio a quem precisa, para diminuir distâncias entre você e seus familiares.
Fonte: a irmã do Gugu
A partir de 1º de janeiro, viveremos todos sob a vibração universal do número 2 (resultado da soma de 2009, ou seja 2+0+0+9=11 e 1+1=2), um algarismo que permite a aproximação de opostos.
Este é o ano, portanto, em que todo tipo de parceria viverá um período positivo. A união de forças vai predominar no momento de tomar decisões e alcançar objetivos. Fortes corporações se unirão às pequenas, fundindo-se em uma só, consolidando-se.
Será o ano dos grandes acordos comerciais, assim como do fortalecimento da economia das nações determinado pelos encontros, parcerias e fusões. O espírito de solidariedade e justiça incentivará a ajuda para países cujos povos vivem em condições desfavoráveis. Alianças permitirão a construção de um mundo melhor em que diferenças serão diminuídas. A conversa e a diplomacia serão a base do entendimento entre os povos.
Será um ano lento de ajustes na formação econômica do mundo. Depois do ano de 2008, um ano de energia 1, de ação, um ano em que se projetou a necessidade de uma nova ordem, o ano 2009 será o de arranjos, conversações, uniões.
O Brasil vive um ano de energia 2+6=8 até setembro de 2009 e está bastante fortalecido frente à crise econômica que o mundo atravessa. Neste novo ano, será mais fácil encontrar soluções para qualquer tipo de problemas e obstáculos. O Brasil terá a chance de ser apreciado e valorizado nos meios financeiros e de mercado como país estruturado e estável. Em fevereiro e abril de 2009, o Brasil terá grandes oportunidades de crescimento.
Aproveite a energia 1+1=2 do ano 2009 para se aproximar das pessoas que gosta, para valorizar a amizade, para dar apoio a quem precisa, para diminuir distâncias entre você e seus familiares.
Fonte: a irmã do Gugu
Energia
O ORÁCULO
A Inécia
Neste momento não lhe convém agir, porque a situação em geral não se mostra muito favorável. Você obterá melhor proveito retirando-se temporariamente e mantendo intacta a sua independência. A sua sabedoria agora consiste em esperar, evitando pessoas más.
****
OS NÚMEROS
A motivação
Este período é de festa, promove o encontro com amigos e facilita os contatos de trabalho e amor. Você vive um período de equilíbrio e satisfação pessoal. Pode conquistar o que deseja contando com o apoio das pessoas. Você brilha e tem grande poder pessoal. O aspecto negativo dessa vibração é confiar demasiadamente na sorte. Seja cautelosa e então evitará acidentes. Seu entusiasmo e motivação vão contribuir para excelente entrada em 2009!
A Inécia
Neste momento não lhe convém agir, porque a situação em geral não se mostra muito favorável. Você obterá melhor proveito retirando-se temporariamente e mantendo intacta a sua independência. A sua sabedoria agora consiste em esperar, evitando pessoas más.
****
OS NÚMEROS
A motivação
Este período é de festa, promove o encontro com amigos e facilita os contatos de trabalho e amor. Você vive um período de equilíbrio e satisfação pessoal. Pode conquistar o que deseja contando com o apoio das pessoas. Você brilha e tem grande poder pessoal. O aspecto negativo dessa vibração é confiar demasiadamente na sorte. Seja cautelosa e então evitará acidentes. Seu entusiasmo e motivação vão contribuir para excelente entrada em 2009!
quinta-feira, dezembro 4
Insana idade
As velhinhas andam loucas. Deve ser alguma coisa de reposição hormonal. Tão precisando fazer recall desse troço. Imagina que em uma semana, só uma semaninha, fui quase atacada por duas idosas enfurecidas!
A primeira foi na fila do mercado, vejam só.
A desinfeliz estava atrás de mim na fila. Lenta, a fila. Uma jovem senhora entrou atrás dele, que foi logo avisando:
— Estou com carrinho ali na outra fila; se esta estiver mais rápido, vem pra cá. Não vá me bater!
— Mas a senhora está em duas filas?
A moça perguntou com a maior educação. Só que a pergunta foi suficiente para provocar uma ebulição hormonal na coroa.
— Estou, sim! Tem alguma placa dizendo que não posso ficar em duas filas?
Ah, minha orelha ficou em pé, imediatamente. A moça, calma como eu nunca conseguiria, respondeu:
— Não, senhora. Mas também não há placa dizendo que pode. É apenas uma questão de bom senso. Imagina a senhora se todo mundo que vem acompanhado ao mercado resolve fazer igual. Pior: e se vem a família inteira às compras?! Sem falar que a senhora poderia estar na fila preferencial. É um direito seu ter atendimento mais rápido.
Caraca, a velha enlouqueceu. Falou um monte. Alto. Cada vez mais alto. nem lembro bem o que ela falou tanto. Negócio de discurso. Envergonhada com o escândalo, a moça saiu da fila. Não sem antes eu oferecer que ela entrasse na minha frente, desde que trocássemos de posição logo em seguida, pois o carrinho dela estava mais cheio. Ela preferiu não arriscar e foi para outra fila para a doida calar a boca.
Claro, não sem antes que a velha coltasse toda sua ira para esta blogueira...
****
Dois dias depois, no ponto do ônibus, eu, uma senhora e uma adolescente esperávamos ônibus de manhã. Era de manhã mesmo, porque estou num esforço hercúleo para chegar na hora no jornal. Não tenho a vida do Zé Bob, afinal de contas. Um carro pára. Abre-se a janela. Uma moça pergunta, olhado para a minha pessoa:
— Sabe onde fica a Praça Varnhagem?
Claro que sei. Mas na hora, cedo, pega de surpresa... Sem falar que tenho problemas com caminhos. Titubeei. Foi o sufuciente pra velhota se adiantar:
— Minha filha, pega aqui a Morais e Silva direto, sai no Maracanã e vai embora, que você passa em frente à praça.
Peraê! Estávamos na São Francisco Xavier, no ponto em frente ao CPII/Colégio Militar. Com essa indicação, a praça que ela encontraria seria a da Bandeira! A garota pensou igual. Mas aí o carro já tinha partido. Olhamos uma para a cara da outra. Ela falou, para mim e para a "senhora":
— A Varnhagem não é para o outro lado?
Fiz coro. A velha surtou:
— Como que pro outro lado? Meu irmão trabalha no Garota da Tijuca. Não estou louca; sei onde fica a Praça Varnhagem!
Isso aos berros, levantando os braços feito um boneco do posto. É óbvio que questionei sua sanidade depois da ceninha ridícula e desnecessária.
— Dizem que o primeiro sintoma de loucura é negar a doença. E se a senhora tá maluca, não sei. Tonta e perdida, com certeza. O pior é fazer os outros errarem o caminho...
Sorte que o 433 veio logo. Deixei a maluca falando sozinha. Como bem elas merecem...
A primeira foi na fila do mercado, vejam só.
A desinfeliz estava atrás de mim na fila. Lenta, a fila. Uma jovem senhora entrou atrás dele, que foi logo avisando:
— Estou com carrinho ali na outra fila; se esta estiver mais rápido, vem pra cá. Não vá me bater!
— Mas a senhora está em duas filas?
A moça perguntou com a maior educação. Só que a pergunta foi suficiente para provocar uma ebulição hormonal na coroa.
— Estou, sim! Tem alguma placa dizendo que não posso ficar em duas filas?
Ah, minha orelha ficou em pé, imediatamente. A moça, calma como eu nunca conseguiria, respondeu:
— Não, senhora. Mas também não há placa dizendo que pode. É apenas uma questão de bom senso. Imagina a senhora se todo mundo que vem acompanhado ao mercado resolve fazer igual. Pior: e se vem a família inteira às compras?! Sem falar que a senhora poderia estar na fila preferencial. É um direito seu ter atendimento mais rápido.
Caraca, a velha enlouqueceu. Falou um monte. Alto. Cada vez mais alto. nem lembro bem o que ela falou tanto. Negócio de discurso. Envergonhada com o escândalo, a moça saiu da fila. Não sem antes eu oferecer que ela entrasse na minha frente, desde que trocássemos de posição logo em seguida, pois o carrinho dela estava mais cheio. Ela preferiu não arriscar e foi para outra fila para a doida calar a boca.
Claro, não sem antes que a velha coltasse toda sua ira para esta blogueira...
****
Dois dias depois, no ponto do ônibus, eu, uma senhora e uma adolescente esperávamos ônibus de manhã. Era de manhã mesmo, porque estou num esforço hercúleo para chegar na hora no jornal. Não tenho a vida do Zé Bob, afinal de contas. Um carro pára. Abre-se a janela. Uma moça pergunta, olhado para a minha pessoa:
— Sabe onde fica a Praça Varnhagem?
Claro que sei. Mas na hora, cedo, pega de surpresa... Sem falar que tenho problemas com caminhos. Titubeei. Foi o sufuciente pra velhota se adiantar:
— Minha filha, pega aqui a Morais e Silva direto, sai no Maracanã e vai embora, que você passa em frente à praça.
Peraê! Estávamos na São Francisco Xavier, no ponto em frente ao CPII/Colégio Militar. Com essa indicação, a praça que ela encontraria seria a da Bandeira! A garota pensou igual. Mas aí o carro já tinha partido. Olhamos uma para a cara da outra. Ela falou, para mim e para a "senhora":
— A Varnhagem não é para o outro lado?
Fiz coro. A velha surtou:
— Como que pro outro lado? Meu irmão trabalha no Garota da Tijuca. Não estou louca; sei onde fica a Praça Varnhagem!
Isso aos berros, levantando os braços feito um boneco do posto. É óbvio que questionei sua sanidade depois da ceninha ridícula e desnecessária.
— Dizem que o primeiro sintoma de loucura é negar a doença. E se a senhora tá maluca, não sei. Tonta e perdida, com certeza. O pior é fazer os outros errarem o caminho...
Sorte que o 433 veio logo. Deixei a maluca falando sozinha. Como bem elas merecem...
Melhor q Malu!
Fui entrevistar a Malu Mäder. A original. Trata-se da educadora Maria de Lourdes Mäder Pereira, parente da atriz de mesmo nome. Deve ser alguma tradição de família; não perguntei porque fui informada que a educadora detesta responder sobre a vida da sobrinha-neta, com quem, aliás, teria pouco contato.
A senhorinha de 85 anos lança um livro hoje à noite. Esperta, lúcida, está apenas um pouco lenta.
— O tempo passa e o que incomoda nisso é o corpo não acompanhar os comandos da mente.
A entrevista sairá (se Deus quiser; e não tô falando so Zico) na FD. Talvez minha última contribuição, porque, ao que tudo indica, a capa de BSB ficou para terça.
A melhor parte de toda essa enrolação é que no fim da entrevista, a coroinha simpática e sagaz pediu para inverter o jogo — ela nos entrevistaria! Uma das primeiras perguntas foi sobre a idade. Respondemos; primeiro o fotógrafo, depois eu. Aí ela ficou boquiaberta. Literalmente.
— Minha filha, eu te dava, no máximo, 25 anos.
Ela continuou a "entrevista". De vez em quando olhava pra minha cara e perguntava:
— Você não está mentindo a sua idade? Não é possível, isso!
A-DO-REI!
Com certeza, tô melhor que a sobrinha-neta...
A senhorinha de 85 anos lança um livro hoje à noite. Esperta, lúcida, está apenas um pouco lenta.
— O tempo passa e o que incomoda nisso é o corpo não acompanhar os comandos da mente.
A entrevista sairá (se Deus quiser; e não tô falando so Zico) na FD. Talvez minha última contribuição, porque, ao que tudo indica, a capa de BSB ficou para terça.
A melhor parte de toda essa enrolação é que no fim da entrevista, a coroinha simpática e sagaz pediu para inverter o jogo — ela nos entrevistaria! Uma das primeiras perguntas foi sobre a idade. Respondemos; primeiro o fotógrafo, depois eu. Aí ela ficou boquiaberta. Literalmente.
— Minha filha, eu te dava, no máximo, 25 anos.
Ela continuou a "entrevista". De vez em quando olhava pra minha cara e perguntava:
— Você não está mentindo a sua idade? Não é possível, isso!
A-DO-REI!
Com certeza, tô melhor que a sobrinha-neta...
terça-feira, dezembro 2
Zero carb
Eu tenho o dom de escolher a hora errada para fazer a coisa certa. Às vezes, ao contrário. Enfim... comecei ontem uma dieta radical. Tipo que nunca fiz antes na minha vida; nem quando tava com a prolactina alta e precisei limar leite e seus derivados.
Cortei carboidratos.
Tá bom, tá bom. Sei que vai rolar uma gritaria dos meus três leitores assíduos. Mas o fato é que eu PRECISO tentar isso. São duas semana, apenas. Um tratamento de choque, digamos assim. Espero não ficar sem energia. Vou aproveitar essa fase de briga com a academia (leia-se musculação) e cair dentro dessa opção para ver se o processo de emagrecimento pega no tranco, porque só reeducação alimentar não funcionou.
Foi um mês e um pouquinho mais de controle ferrenho. Fora escutar as "pessoas" me chamando de chata porque dieta que é dieta, e não dá para escapar muito, tem, sim, suas restrições. E qualquer restrição, mesmo que mínima, toma proporções gigantescas. Se é para tomar cornetada, entao vou fazer por onde. Cornetada justificada é cornetada bem-vinda. Como dizia, um mês e pouco mais de restrições... para emagrecer 100 gramas.
E aposto que foi 100 gramas porque eu fui à nutricionista pela manhã. Se fosse no meio da tarde, depois do almoço, por exemplo, na certa registraria um aumento de peso, isso sim.
Esse nariz-de-cera todo, além de inteirar meus três leitores dos últimos acontecientos, serve para dar inicio à série de depoimentos acerta dos efeitos colaterais da abstinência de carboidratos. Por enquanto, dois dias, nem senti falta...
Por enquanto.
Cortei carboidratos.
Tá bom, tá bom. Sei que vai rolar uma gritaria dos meus três leitores assíduos. Mas o fato é que eu PRECISO tentar isso. São duas semana, apenas. Um tratamento de choque, digamos assim. Espero não ficar sem energia. Vou aproveitar essa fase de briga com a academia (leia-se musculação) e cair dentro dessa opção para ver se o processo de emagrecimento pega no tranco, porque só reeducação alimentar não funcionou.
Foi um mês e um pouquinho mais de controle ferrenho. Fora escutar as "pessoas" me chamando de chata porque dieta que é dieta, e não dá para escapar muito, tem, sim, suas restrições. E qualquer restrição, mesmo que mínima, toma proporções gigantescas. Se é para tomar cornetada, entao vou fazer por onde. Cornetada justificada é cornetada bem-vinda. Como dizia, um mês e pouco mais de restrições... para emagrecer 100 gramas.
E aposto que foi 100 gramas porque eu fui à nutricionista pela manhã. Se fosse no meio da tarde, depois do almoço, por exemplo, na certa registraria um aumento de peso, isso sim.
Esse nariz-de-cera todo, além de inteirar meus três leitores dos últimos acontecientos, serve para dar inicio à série de depoimentos acerta dos efeitos colaterais da abstinência de carboidratos. Por enquanto, dois dias, nem senti falta...
Por enquanto.
JaBá
JB planeja demitir jornalistas e faturar mais com publicidade pública
Sob a justificativa da crise financeira internacional, a direção do Jornal do Brasil pretende cortar 30% de seu gasto com a folha de pagamento de salários e prosseguir com uma política de fortalecimento de núcleos editoriais de produção voltados para a edição de cadernos regionais. A intenção é prestigiar profissionais capazes de atrair anúncios e matérias pagas de empresas privadas e órgãos públicos, principalmente nas prefeituras, governos estaduais e União. Ao optarem pela política de valorizar o trabalho do jornalista pela sua capacidade de atrair publicidade, os responsáveis pelos rumos do Jornal do Brasil cometem um grave equívoco ético: comprometem de forma absoluta o caráter público, a imparcialidade e a qualidade da informação.
Atualmente cerca de 100 jornalistas trabalham no JB, dos quais 90% têm carteira assinada. Somente os que ocupam cargos de chefia, incluindo os editores, ganham acima de R$ 5 mil e são remunerados como pessoa jurídica. Até fevereiro deste ano, a maioria também trabalhava como PJ. Hoje, todos recebem vales para transporte e refeição, além de plano de saúde pago em parte pela empresa, enquanto o FGTS também é recolhido regularmente.
A regularização da situação trabalhista foi a fórmula encontrada pelo jornal para conseguir obter empréstimos, ganhar fôlego e manter-se no mercado. Sua imagem, extremamente desgastada diante das fontes financiadoras de crédito, da justiça trabalhista, dos mercados publicitário e jornalístico e da opinião pública em geral, precisava ser recuperada para resgatar um pouco a credibilidade do passado e não afundar de vez.
Atraso, estresse e dor de cabeça
Os jornalistas do JB passaram a semana apreensivos. Os seguidos boatos de demissão em massa não eram desmentidos pela direção da empresa. Nesta sexta-feira, dia 28, muitos acreditavam na divulgação de uma lista de demitidos logo após o fim do pescoção – produção da edição dominical –, enquanto outros achavam que a má notícia viria no início desta semana.
Desde segunda-feira, os editores vêm sendo chamados com freqüência à sala da direção do jornal, onde são informados dos problemas financeiros enfrentados pela empresa e da necessidade de haver cortes imediatos, como forma de aliviar as dificuldades que encontram de equilibrar a receita com a publicidade em queda e a despesa com o pagamento de compromissos, principalmente com pessoal.
Enquanto o jornal pensa em demitir, a redação anda sobrecarregada de trabalho. Editores não têm com quem dividir escalas de plantão. No último domingo havia cinco páginas para fechar em uma editoria e só estavam na redação um repórter e um estagiário. Profissionais mais experientes, após o fechamento de suas editorias, tiveram de ser deslocados para fechar o material da editoria capenga, o que se deu naturalmente com muito atraso, estresse e dor de cabeça.
Parcerias com o poder público
Para o próximo ano, a partir dessas demissões, a direção do JB planeja incentivar a criação de núcleos de produção independentes, cada um deles administrando o seu próprio centro de custo. Somente sobreviveriam e seriam prestigiados os núcleos lucrativos, enquanto os demais, de baixa lucratividade, seriam extintos ou remodelados para incrementar o faturamento, especialmente os oriundos do setor público. Um desses núcleos abrigaria três publicações do jornal: a revista de Domingo, o Caderno B e a revista Programa, cada qual com um editor subordinado ao comando de um "publisher".
A propósito, a revista de Domingo, que há algum tempo é produzida em São Paulo, voltará a ser editada no Rio, o que assoberbará de tarefas o pessoal daqui. Um dos editores do jornal foi deslocado para Brasília com a finalidade de criar um núcleo de produção na capital. Próximo do poder central, com a chancela do Jornal do Brasil, começará a criar e editar publicações voltadas para divulgar, em forma de matérias pagas ou de anúncios, projetos de interesse de empresas e instituições públicas, sem menosprezar o que for possível amealhar da iniciativa privada.
Com esse mesmo espírito, o jornal pretende consolidar a criação e edição de cadernos regionais, em estados e municípios, voltados para as mais variadas áreas de interesse – economia, cultura, arte, educação, turismo, entretenimento, serviços –, sempre sob o patrocínio financeiro dos governos estaduais e das prefeituras interessadas em divulgar suas obras e realizações.
Fonte: SJPMRJ
Sob a justificativa da crise financeira internacional, a direção do Jornal do Brasil pretende cortar 30% de seu gasto com a folha de pagamento de salários e prosseguir com uma política de fortalecimento de núcleos editoriais de produção voltados para a edição de cadernos regionais. A intenção é prestigiar profissionais capazes de atrair anúncios e matérias pagas de empresas privadas e órgãos públicos, principalmente nas prefeituras, governos estaduais e União. Ao optarem pela política de valorizar o trabalho do jornalista pela sua capacidade de atrair publicidade, os responsáveis pelos rumos do Jornal do Brasil cometem um grave equívoco ético: comprometem de forma absoluta o caráter público, a imparcialidade e a qualidade da informação.
Atualmente cerca de 100 jornalistas trabalham no JB, dos quais 90% têm carteira assinada. Somente os que ocupam cargos de chefia, incluindo os editores, ganham acima de R$ 5 mil e são remunerados como pessoa jurídica. Até fevereiro deste ano, a maioria também trabalhava como PJ. Hoje, todos recebem vales para transporte e refeição, além de plano de saúde pago em parte pela empresa, enquanto o FGTS também é recolhido regularmente.
A regularização da situação trabalhista foi a fórmula encontrada pelo jornal para conseguir obter empréstimos, ganhar fôlego e manter-se no mercado. Sua imagem, extremamente desgastada diante das fontes financiadoras de crédito, da justiça trabalhista, dos mercados publicitário e jornalístico e da opinião pública em geral, precisava ser recuperada para resgatar um pouco a credibilidade do passado e não afundar de vez.
Atraso, estresse e dor de cabeça
Os jornalistas do JB passaram a semana apreensivos. Os seguidos boatos de demissão em massa não eram desmentidos pela direção da empresa. Nesta sexta-feira, dia 28, muitos acreditavam na divulgação de uma lista de demitidos logo após o fim do pescoção – produção da edição dominical –, enquanto outros achavam que a má notícia viria no início desta semana.
Desde segunda-feira, os editores vêm sendo chamados com freqüência à sala da direção do jornal, onde são informados dos problemas financeiros enfrentados pela empresa e da necessidade de haver cortes imediatos, como forma de aliviar as dificuldades que encontram de equilibrar a receita com a publicidade em queda e a despesa com o pagamento de compromissos, principalmente com pessoal.
Enquanto o jornal pensa em demitir, a redação anda sobrecarregada de trabalho. Editores não têm com quem dividir escalas de plantão. No último domingo havia cinco páginas para fechar em uma editoria e só estavam na redação um repórter e um estagiário. Profissionais mais experientes, após o fechamento de suas editorias, tiveram de ser deslocados para fechar o material da editoria capenga, o que se deu naturalmente com muito atraso, estresse e dor de cabeça.
Parcerias com o poder público
Para o próximo ano, a partir dessas demissões, a direção do JB planeja incentivar a criação de núcleos de produção independentes, cada um deles administrando o seu próprio centro de custo. Somente sobreviveriam e seriam prestigiados os núcleos lucrativos, enquanto os demais, de baixa lucratividade, seriam extintos ou remodelados para incrementar o faturamento, especialmente os oriundos do setor público. Um desses núcleos abrigaria três publicações do jornal: a revista de Domingo, o Caderno B e a revista Programa, cada qual com um editor subordinado ao comando de um "publisher".
A propósito, a revista de Domingo, que há algum tempo é produzida em São Paulo, voltará a ser editada no Rio, o que assoberbará de tarefas o pessoal daqui. Um dos editores do jornal foi deslocado para Brasília com a finalidade de criar um núcleo de produção na capital. Próximo do poder central, com a chancela do Jornal do Brasil, começará a criar e editar publicações voltadas para divulgar, em forma de matérias pagas ou de anúncios, projetos de interesse de empresas e instituições públicas, sem menosprezar o que for possível amealhar da iniciativa privada.
Com esse mesmo espírito, o jornal pretende consolidar a criação e edição de cadernos regionais, em estados e municípios, voltados para as mais variadas áreas de interesse – economia, cultura, arte, educação, turismo, entretenimento, serviços –, sempre sob o patrocínio financeiro dos governos estaduais e das prefeituras interessadas em divulgar suas obras e realizações.
Fonte: SJPMRJ
Suspenso
Em nota publicada na Tribuna da Imprensa, o jornalista Hélio Fernandes comunica que o jornal terá sua circulação suspensa “por alguns meses”. O motivo, alega, se deve à lentidão da Justiça no julgamento de ações de indenização por danos e prejuízos materiais, contra o governo, que na época da ditadura ele acusa de ter prejudicado o jornal e ameaçado seus anunciantes, deixando-o insolvente.
Em reunião com diretores do Sindicato dos Jornalistas, na tarde desta segunda-feira, Helio Fernandes disse que manterá o vínculo empregatício dos profissionais com a empresa. Todos serão dispensados do trabalho e retornarão tão logo a empresa receba parte da indenização cobrada pelo jornal, que ainda não colocou os salários em dia. Na semana passada o jornal pagou o mês de setembro.
Fernandes culpa a morosidade da Justiça que deixou o jornal em “situação dificílima” e critica duramente o ministro Joaquim Barbosa, do STF, por estar com um dos processos da Tribuna engavetado há quase três anos. “Negro ou branco, não importa a cor e sim a insensibilidade como magistrado”, assinala o texto.
Destaca ainda que uma parte do Judiciário foi mais ditatorial que a ditadura em relação ao tempo. “Esta (a ditadura) perseguiu o jornal das mais variadas formas, por 20 anos. A Justiça quer ver se chega aos 30 anos, por conta de sua repugnante morosidade, tão ruinosa e imoral quanto a ilimitada violência perpetrada pela ditadura.”
Fonte: SJPMRJ
Em reunião com diretores do Sindicato dos Jornalistas, na tarde desta segunda-feira, Helio Fernandes disse que manterá o vínculo empregatício dos profissionais com a empresa. Todos serão dispensados do trabalho e retornarão tão logo a empresa receba parte da indenização cobrada pelo jornal, que ainda não colocou os salários em dia. Na semana passada o jornal pagou o mês de setembro.
Fernandes culpa a morosidade da Justiça que deixou o jornal em “situação dificílima” e critica duramente o ministro Joaquim Barbosa, do STF, por estar com um dos processos da Tribuna engavetado há quase três anos. “Negro ou branco, não importa a cor e sim a insensibilidade como magistrado”, assinala o texto.
Destaca ainda que uma parte do Judiciário foi mais ditatorial que a ditadura em relação ao tempo. “Esta (a ditadura) perseguiu o jornal das mais variadas formas, por 20 anos. A Justiça quer ver se chega aos 30 anos, por conta de sua repugnante morosidade, tão ruinosa e imoral quanto a ilimitada violência perpetrada pela ditadura.”
Fonte: SJPMRJ
Paul in Rio 2
A coluna Radar Online, da Veja, informou hoje que sir Paul McCartney pode incluir o Brasil em sua turnê mundial de despedida, no ano que vem.
Meu blog precisa ser mais lido...
Meu blog precisa ser mais lido...
O subconsciente
O Paulo Chico topou ir comigo para o show do George Michael. Nem tanto pelo artista, nem tanto pela companhia:
— Vou por causa da viagem; adoro dirigir em estrada.
Quando chegamos lá, o danado sumiu. Fiquei guardando nossos lugares e ele não voltou. O show já estava para começar. Fiquei preocupada e resolvi sair para procurá-lo, achando que tinha acontecido alguma coisa séria. Ou pior: que ele havia me largado lá sozinha mesmo...
A burra saiu e se arrependeu. Como faria para voltar? Agora estava sem o ingresso. Dei a volta no lugar para procurar a assessoria de imprensa; até encontrei a Alessandra pelo caminho... Achei a mulher na entrada da área VIP. Mas eu teria de esperar o início da segunda música para poder entrar disfarçadamente.
O cara abriu o show com Freedom.
De onde estava, podia ver o público dançando. Tava lotado. Engraçado era que tinha até muita criança acompanhada dos pais. Tudo se rebolando e levantando os bracinhos no refrão.
Olhei para trás. Tinha uma varanda, uma espécie de lounge para as celebridades. Vazio. Aí a porta se abriu e o Zico saiu, talvez para tomar um ar. Tava sério e sozinho. Nem ligava pro show.
****
Acordei nesse ponto.
****
Vamos às considerações desse sonho esquisito:
- Não posso esperar que o Paulo Chico fique ao meu lado o tempo todo, apesar das circunstâncias.
- É melhor jamais abandonar o local de um show depois que já estiver lá dentro. Seja qual for o motivo que me faça pensar em sair. O arrependimento pode ser muito pior depois.
- A Alessandra tá sempre me rondando.
- Viciei em dar carteirada!
- Todo mundo que rebola e levanta os bracinhos no refrão de Freedom... ah, sei não...
- O Zico fica sufocado quando percebe que tem muito bambi à sua volta.
- Deus está sempre por perto, mesmo nas situações mais estranhas da minha vida...
— Vou por causa da viagem; adoro dirigir em estrada.
Quando chegamos lá, o danado sumiu. Fiquei guardando nossos lugares e ele não voltou. O show já estava para começar. Fiquei preocupada e resolvi sair para procurá-lo, achando que tinha acontecido alguma coisa séria. Ou pior: que ele havia me largado lá sozinha mesmo...
A burra saiu e se arrependeu. Como faria para voltar? Agora estava sem o ingresso. Dei a volta no lugar para procurar a assessoria de imprensa; até encontrei a Alessandra pelo caminho... Achei a mulher na entrada da área VIP. Mas eu teria de esperar o início da segunda música para poder entrar disfarçadamente.
O cara abriu o show com Freedom.
De onde estava, podia ver o público dançando. Tava lotado. Engraçado era que tinha até muita criança acompanhada dos pais. Tudo se rebolando e levantando os bracinhos no refrão.
Olhei para trás. Tinha uma varanda, uma espécie de lounge para as celebridades. Vazio. Aí a porta se abriu e o Zico saiu, talvez para tomar um ar. Tava sério e sozinho. Nem ligava pro show.
****
Acordei nesse ponto.
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Vamos às considerações desse sonho esquisito:
- Não posso esperar que o Paulo Chico fique ao meu lado o tempo todo, apesar das circunstâncias.
- É melhor jamais abandonar o local de um show depois que já estiver lá dentro. Seja qual for o motivo que me faça pensar em sair. O arrependimento pode ser muito pior depois.
- A Alessandra tá sempre me rondando.
- Viciei em dar carteirada!
- Todo mundo que rebola e levanta os bracinhos no refrão de Freedom... ah, sei não...
- O Zico fica sufocado quando percebe que tem muito bambi à sua volta.
- Deus está sempre por perto, mesmo nas situações mais estranhas da minha vida...
Boas Festas!
Ninguém quer começar o ano com uns quilinhos a mais. Ou uma ressaca. Por isso, vasculhei a web inteirinha em busca de boas dicas para aproveitar as festas de fim de ano sem botar o sacrifício de um ano inteiro a perder...
1 - Independentemente de onde passar a virado do ano, não comece a beber sem comer alguma coisa. Antes de ir para a festa, coma uma fruta, um barra de cereal, enfim uma refeição leve, assim você evita "cair" antes de 2009 chegar
2 - Aproveite o clima de alegria, festa, música para dançar, além de gastar umas calorias, você estará mais longe do "pilequinho", afinal enquanto dança fica mais difícil beber
3 - Procure não misturar tipos diferentes de bebida alcoólica. É normal que se beba diferentes tipos de bebida. Procure beber apenas um tipo e na hora do brinde, apenas uma taça de espumante
4 - Se na festa onde estiver a comida for farta, procure ficar longe das maioneses e escolha apenas os alimentos que mais gosta. Procure não misturar tudo, isso pode estragar seu fim de 2008
5 - Como as festas de fim de ano são longasm é recomendado que no almoço do dia 31 você coma bastante massa, assim seu "estoque" de energia estará alto, o que significa muito gás para aproveitar a festa
6 - Cuidado com as bebidas energéticas. É normal em festas misturar esse tipo de bebida com álcool. A reação às vezes pode ser muito maior que uma simples euforia, pois tanto os estimulantes que contém as bebidas energéticas como o álcool agem direto no sistema nervoso central, podendo atrapalhar seu início de 2009
7 - Aproveite o clima de férias e no dia 31 e faça alguma atividade física durante o dia. Assim, se você exagerar na comida, sua consciência estará tranqüila, pois teoricamente você já tratou de queimar essas calorias a mais
8 - Se você é adepto do refrigerante, prefira os diets ou lights. Uma latinha tem, em média, 1,5 cal, enquanto o refrigerante normal possui quase 200 cal
9 - Na hora de saborear aquele vinho predileto, procure fazer sempre com um copo de água mineral por perto, assim você evita "ficar alto" no meio da festa
10 - No dia seguinte, aproveite para beber muita água, suco e água de coco. Além de hidratar seu organismo ele vai ajudar na desintoxicação. Uma boa caminhada quanto acordar também é bastante recomendada, mas não em jejum
1 - Independentemente de onde passar a virado do ano, não comece a beber sem comer alguma coisa. Antes de ir para a festa, coma uma fruta, um barra de cereal, enfim uma refeição leve, assim você evita "cair" antes de 2009 chegar
2 - Aproveite o clima de alegria, festa, música para dançar, além de gastar umas calorias, você estará mais longe do "pilequinho", afinal enquanto dança fica mais difícil beber
3 - Procure não misturar tipos diferentes de bebida alcoólica. É normal que se beba diferentes tipos de bebida. Procure beber apenas um tipo e na hora do brinde, apenas uma taça de espumante
4 - Se na festa onde estiver a comida for farta, procure ficar longe das maioneses e escolha apenas os alimentos que mais gosta. Procure não misturar tudo, isso pode estragar seu fim de 2008
5 - Como as festas de fim de ano são longasm é recomendado que no almoço do dia 31 você coma bastante massa, assim seu "estoque" de energia estará alto, o que significa muito gás para aproveitar a festa
6 - Cuidado com as bebidas energéticas. É normal em festas misturar esse tipo de bebida com álcool. A reação às vezes pode ser muito maior que uma simples euforia, pois tanto os estimulantes que contém as bebidas energéticas como o álcool agem direto no sistema nervoso central, podendo atrapalhar seu início de 2009
7 - Aproveite o clima de férias e no dia 31 e faça alguma atividade física durante o dia. Assim, se você exagerar na comida, sua consciência estará tranqüila, pois teoricamente você já tratou de queimar essas calorias a mais
8 - Se você é adepto do refrigerante, prefira os diets ou lights. Uma latinha tem, em média, 1,5 cal, enquanto o refrigerante normal possui quase 200 cal
9 - Na hora de saborear aquele vinho predileto, procure fazer sempre com um copo de água mineral por perto, assim você evita "ficar alto" no meio da festa
10 - No dia seguinte, aproveite para beber muita água, suco e água de coco. Além de hidratar seu organismo ele vai ajudar na desintoxicação. Uma boa caminhada quanto acordar também é bastante recomendada, mas não em jejum
segunda-feira, dezembro 1
domingo, novembro 30
quinta-feira, novembro 27
No panic!
O desconhecido exerce um misto de medo e fascínio sobre a maioria dos mortais. Mas não há como conter o fluxo ininterrupto da vida. Nem como controlar o medo da mudança. Muitas vezes, diante do inesperado, do inexorável girar da roda do destino, perdemos totalmente o chão e nos colocamos como cegos, sem qualquer luz que nos aponte uma saída.
O que o ser humano mais teme na vida é a mudança.
Medo de perder o que se tem, o que se conseguiu, o que se alcançou. Trocar o certo por algo incerto, que poderá ser melhor ou não. Temos medo de arriscar, medo de percorrer um novo caminho quando já estamos habituados ao nosso!
Na verdade, temos medo, mesmo, é de nos arrepender de ter mudado, de ter escolhido algo diferente, de começar do zero.
Mas o que a maioria das pessoas não percebe é que é muito pior nos arrependermos por algo que não fizemos do que por algo que fizemos! Pois assim vive-se numa incerteza de se teria sido o melhor a fazer ou não — algo que nos perseguirá até ao fim da nossa vida.
Por isso, antes de apertar o botão do pânico, é bom lembrar de um conselho tirado da sabedoria das películas:
Faça sempre o que tiver medo de fazer
O que o ser humano mais teme na vida é a mudança.
Medo de perder o que se tem, o que se conseguiu, o que se alcançou. Trocar o certo por algo incerto, que poderá ser melhor ou não. Temos medo de arriscar, medo de percorrer um novo caminho quando já estamos habituados ao nosso!
Na verdade, temos medo, mesmo, é de nos arrepender de ter mudado, de ter escolhido algo diferente, de começar do zero.
Mas o que a maioria das pessoas não percebe é que é muito pior nos arrependermos por algo que não fizemos do que por algo que fizemos! Pois assim vive-se numa incerteza de se teria sido o melhor a fazer ou não — algo que nos perseguirá até ao fim da nossa vida.
Por isso, antes de apertar o botão do pânico, é bom lembrar de um conselho tirado da sabedoria das películas:
Faça sempre o que tiver medo de fazer
quarta-feira, novembro 26
Os sinais
Mais uma listinha vinda da sabedoria popular... das minhas amigas! Veja bem o que um bate-papo calcinha não pode fazer em prol da humanidade... rs...
O homem quando trai...
Não abandona o celular por nada no mundo — nem para ir ao banheiro.
Muda drasticamente alguns gostos. Por exemplo, vai da música clássica ao sertanejo.
Vive no mundo da lua, fica disperso.
Inventa viagens de final de semana. Chega até a adorar pescaria!
Faz muita hora extra.
Vira metrossexual: começa a caprichar no visual, faz botox, entra na academia...
Começa a usar o perfume da mulher para disfarçar o da amante.
Compra cuecas novas.
A mulher quando trai...
Capricha nos chamegos com o marido.
Faz comida gostosa.
Fica mais atenta.
Se cuida, quer fazer lipo e pôr silicone.
Vai com mais freqüência ao cabeleireiro.
Aumenta o apetite sexual com o marido.
Procura tratamentos para os dentes.
Compra lingeries novas.
O homem quando trai...
Não abandona o celular por nada no mundo — nem para ir ao banheiro.
Muda drasticamente alguns gostos. Por exemplo, vai da música clássica ao sertanejo.
Vive no mundo da lua, fica disperso.
Inventa viagens de final de semana. Chega até a adorar pescaria!
Faz muita hora extra.
Vira metrossexual: começa a caprichar no visual, faz botox, entra na academia...
Começa a usar o perfume da mulher para disfarçar o da amante.
Compra cuecas novas.
A mulher quando trai...
Capricha nos chamegos com o marido.
Faz comida gostosa.
Fica mais atenta.
Se cuida, quer fazer lipo e pôr silicone.
Vai com mais freqüência ao cabeleireiro.
Aumenta o apetite sexual com o marido.
Procura tratamentos para os dentes.
Compra lingeries novas.
terça-feira, novembro 25
Globalização
Vocês não fazem idéia do tumulto que pode causar uma família ítalo-franco-brasileira.
Tive o desprazer de conhecer uma na sexta-feira.
Tava com dor de cabeça até há pouco...
Credo. Gente maluca. Ou sou eu que atraio, mesmo...
Tive o desprazer de conhecer uma na sexta-feira.
Tava com dor de cabeça até há pouco...
Credo. Gente maluca. Ou sou eu que atraio, mesmo...
Spinning 'stórico'
Quinta-feira, religiosamente, vou fazer meu spinning. Assim como nas terças. A grata surpresa da última aula foi o meu querido professor atender a um pedido meu, uma simples aluna:
O cara é gênio. Além de ótimo professor e rubro-negro, é um grande DJ!
Pena que a maioria daquelas insensíveis nem percebeu...
A AULA FOI SÓ COM MÚSICA DA MADONNA!!!!!!!!!
O cara é gênio. Além de ótimo professor e rubro-negro, é um grande DJ!
Pena que a maioria daquelas insensíveis nem percebeu...
GIG-BSB-GIG
Ah... e a Torre de TV que, acreditem se quiser, é ponto turístico.
Foi uma beleza de city tour. Mas só deu pra descer em um ponto, porque nosso horário tava apertadíssimo. Escolhi a Catedral, enfim. Minha cicerone foi extremamente simpática. Filha de diplomata, jornalista e consultora de moda, Juliana Lima é uma jovem profissional que conhece o mundo e uma assessora como poucas — daquelas que já passaram por redação de jornal e sabem até onde podem ir na nova função, que é o 'outro lado da moeda'. Nos tornamos amigas de infância em questão de minutos. Coisa rara de acontecer comigo...
É um lugar estranho, Brasília. Parece a Barra da Tijuca sem praia. Não tem esquina, se você não tem grana pra comprar um carro é melhor cortar os pulsos, todo mundo freqüenta os mesmos lugares dando um ar bem provinciano ao lugar e a sensação é de que há um mega desperdício de espaço, porque tudo é amplo — ruas, construções, jardins. É um lugar que tem muito céu, em compensação, se é que vocês me entendem.
Viajei a convite da Ritla para conhecer um projeto educacional implantado recentemente pela secretaria de Educação do GDF, o Ciência em Foco. Bacana, o projeto. A matéria vai virar capa de quinta. Por isso, é melhor eu parar por aqui e botar a mão na massa. Ou meu chefe aproveita o horário de almoço para comer meu fígado. Cru.
segunda-feira, novembro 24
Le Bon Demais!
As fotos são cortesia do Feroli!
O show do Duran Duran na noite de ontem, no Vivo Rio, estava morno e burocrático. Até Simon Le Bon dar uma cambalhota no lead do meu post. Comecemos pelo fim: clichê dos clichês, se desenhava desdo o início do show, no melhor estilo "chapa, eu te disse", que os ingleses de Birmingham encerrariam sua apresentação em palcos cariocas de forma apoteótica, embora um tanto óbvia — com Rio, do álbum homônimo lançado em 1982, que ainda traz os hits Hungry like the wolf e Save a prayer, outros dois bons momentos do show.
Só não se contava que a apoteose fosse tão, digamos, apoteótica. Pois não é que, 20 anos depois — do show na Apoteose, diga-se de passagem, em 1988, no extinto Hollywood Rock, quando o grupo já entrava em declínio — Le Bon continua Mengão? Último convocado a integrar a banda montada por Nick Rhodes e John Taylor no finalzinho dos anos 1970, a voz que é a marca registrada do Duran Duran adentra o palco, correndo, enrolado numa bandeira do Brasil e metido no último modelo do Manto Sagrado. A 10, obóvio. Parafraseando Arthur Muhlemberg, vizinho do Blog do Torcedor, foi a Letra AFA do Le Bon.
Uma revolução para um show que tinha tudo para passar quase despercebido por aqui.
O revés do saudosismo, tirando raríssimas exceções — e, nessas, nem vale citar os Stones porque os caras venderam a alma pro capeta —, é a cruel constatação de que o tempo passa. E que ele é implacável. Como o próprio vilão Duran Duran diz na letra da música The reflex, a mais pedida pelo público na noite de ontem, buy time, don't lose it. Ao completar 30 anos de existência este ano, o grupo, que comemora as três décadas com o lançamento do álbum Red carpet massacre, e imperava, no seu início, nas pistas de dança com um hit atrás do outro — Is there something I should know?, I don't want your love, Notorius, Wild boys, A view to a kill (essa mesma, do 007), todas presentes no set list da noite —, tem as baladas da carreira como referência.
Prova disso foi a presença de um público (bem pequeno, inclusive, para o Vivo Rio) relativamente jovem para tanta estrada e que cantou junto com Le Bon as letras completinhas de Save a prayer, Come undone e Ordinary world (música que agora me dá a impressão que Carolina Ferraz vai aparecer a qualquer momento, em slow motion), pontos altos de interação entre a banda e o público. Só faltou Matter of feeling.
Da nova safra, Falling down — single lançado em 2007 e que resultou na parceria com a dupla Timbaland e Timberlake, os atuais queridinhos da produção fonogáfica do rock internacional que bateram ponto, inclusive, em Hard Candy, o novo da Madonna — agradou. Assim como Nite runner, que é bem dançante. O 12º álbum da banda preferida da falecida Princesa Diana parece não ter grandes pitadas de saudosismo, mas é beeem Duran Duran. Le Bon, Rhodes, Taylor e Taylor (o outro Taylor da formação original foi substituído, no ano passado, pelo guitarrista Dom Brown) podiam é ter economizado um pouco na abertura, com a enorrrrrrme The valley, e no bis, porque Girls on film ficou tão esticada quanto o rostinho dos roqueiros... e nem precisava.
Só não se contava que a apoteose fosse tão, digamos, apoteótica. Pois não é que, 20 anos depois — do show na Apoteose, diga-se de passagem, em 1988, no extinto Hollywood Rock, quando o grupo já entrava em declínio — Le Bon continua Mengão? Último convocado a integrar a banda montada por Nick Rhodes e John Taylor no finalzinho dos anos 1970, a voz que é a marca registrada do Duran Duran adentra o palco, correndo, enrolado numa bandeira do Brasil e metido no último modelo do Manto Sagrado. A 10, obóvio. Parafraseando Arthur Muhlemberg, vizinho do Blog do Torcedor, foi a Letra AFA do Le Bon.
Uma revolução para um show que tinha tudo para passar quase despercebido por aqui.
O revés do saudosismo, tirando raríssimas exceções — e, nessas, nem vale citar os Stones porque os caras venderam a alma pro capeta —, é a cruel constatação de que o tempo passa. E que ele é implacável. Como o próprio vilão Duran Duran diz na letra da música The reflex, a mais pedida pelo público na noite de ontem, buy time, don't lose it. Ao completar 30 anos de existência este ano, o grupo, que comemora as três décadas com o lançamento do álbum Red carpet massacre, e imperava, no seu início, nas pistas de dança com um hit atrás do outro — Is there something I should know?, I don't want your love, Notorius, Wild boys, A view to a kill (essa mesma, do 007), todas presentes no set list da noite —, tem as baladas da carreira como referência.
Prova disso foi a presença de um público (bem pequeno, inclusive, para o Vivo Rio) relativamente jovem para tanta estrada e que cantou junto com Le Bon as letras completinhas de Save a prayer, Come undone e Ordinary world (música que agora me dá a impressão que Carolina Ferraz vai aparecer a qualquer momento, em slow motion), pontos altos de interação entre a banda e o público. Só faltou Matter of feeling.
Da nova safra, Falling down — single lançado em 2007 e que resultou na parceria com a dupla Timbaland e Timberlake, os atuais queridinhos da produção fonogáfica do rock internacional que bateram ponto, inclusive, em Hard Candy, o novo da Madonna — agradou. Assim como Nite runner, que é bem dançante. O 12º álbum da banda preferida da falecida Princesa Diana parece não ter grandes pitadas de saudosismo, mas é beeem Duran Duran. Le Bon, Rhodes, Taylor e Taylor (o outro Taylor da formação original foi substituído, no ano passado, pelo guitarrista Dom Brown) podiam é ter economizado um pouco na abertura, com a enorrrrrrme The valley, e no bis, porque Girls on film ficou tão esticada quanto o rostinho dos roqueiros... e nem precisava.
****
N.B (ou nota da blogueira) - como eu sempre subo notas de shows no estilo crítica, dentro da medida do possível, claro, achei melhor deixar alguns comentários de fora. Mesmo porque, tenho meu próprio ombudsman, que me reprime (às vezes) pelo excesso de palavras de baixo calão que se costuma encontrar aqui. Bem, só as críticas-de-show-estilo-materinhas se salvam dos meus palavrões.
Mas desta vez burlarei essa regrinha básica.
nº 1 - foi DOCARALHO o Simon Le Bon com a camisa do Mengão!!!!!!
nº 2 - aí, John Taylor, vá tomá no cu, que mother fucker é puta que te pariu!
nº 3 - tinha algo de muito errado com uma safra de drogas consumida por Jimmy Page e Simon Le Bon; depois de ver o primeiro, em plena Apoteose, babando feito um mastif, ontem foi a vez de mister Le Bon, que deu várias cusparadas em um pano estendido estrategicamente no fundo do palco. NOJENTO!
****
Prova de que Simol Le Bon é Mengão - tem sempre um maluco, em toda parte do mundo, com a camisa ou com uma bandeira do mais querido. Lá no gargarejo do Vivo Rio tinha um desses. E o povo, apesar de reduzido, tava dadeiro pra cacete. Jogaram um bagulhinho desses que pisca doidamente (essas porras que vendem na Rua da Alfândega), camisa, boné e uma bandeira com coisas escritas em inglês que nem prestei atenção (Le Bon já tava bon demais!).
A certa altura do show, varejaram pro Simon (só faltou ele ir no 53) um pano emboladinho que, dava para ver, era vermelho. Educado, ele se abaixou para pegar o presente. Fizeram isso com tudo, sempre chutando as paradas para um cantinho do palco. Le Bon pegou o pano e deu uma olhadela displicente.
Opa! Algo estranho acontece.
Ele abriu o pano e eu vi, era uma bandeira do melhor do mundo, com CRF e tudo. Deu pra perceber que o cara segurou o presente com mais carinho e, quando se esperava que o inglês se dirigisse ao fundo do palco para mandar outra cusparada, que nada! Ele vai pro backstage fazendo sinal para alguém que chega perto de pronto, para receber a parada e guardar.
Isso mesmo, senhoras e senhores, g-u-a-r-d-a-r.
Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!
****
Pra finalizar, a música que faltou, só de raiva!
Mas eles prometeram voltar antes de completar mais duas décadas!
UNION OF THE SNAKE
Telegram force and ready
I knew this was a big mistake
There's a fine line drawing
My senses together
And I think it's about to break
If I listen close I can hear them singers
Voices in your body coming through on the radio
The Union os the Snake in on the climb
Moving up it's gonna race it's gonna break
Through the borderline
Nightshades on a warning
Give me strength at least give me a light
Give me anything even simpathy
There's a chance you could be right
If I listen close I can hear them singers
Voices in your body coming through on the radio
The Union of the Snake in on the climb
Moving up it's gonna race it's gonna break
Through the borderline
quinta-feira, novembro 20
quarta-feira, novembro 19
terça-feira, novembro 18
Tó os pulsos!
Pesquisa realizada pelo Datamonitor Institute em sete países europeus comprovou que apenas UMA pessoa, a cada 100, consegue emagrecer com dietas.
Me passa JÁ a gilete...
Me passa JÁ a gilete...
Há vagas
Recebi este aviso de emprego de uma empresa de recolocação no mercado...
Supervisor de Comunicação Social
Supervisor de Comunicação Social
- Profissional graduado em Jornalismo ou Comunicação Social
- Desejável dois a três anos de experiência
- Com vivência em comunicação social ligada a comunidades
- Para atuar nos canteiros de obra
Mengo e Manga
A diretoria do Flamengo negocia com a diretoria da Mangueira transformar o clube em sede de ensaios da escola de samba toda sexta-feira, até o Carnaval!
Espetáculo! Só falta o Cacique...
****
Sou Cacique, sou Mangueira
Deixa falar quem quiser
Moro na linha do trem
Sou Flamengo também
Trago samba no pé
Sou eu que enfeito a avenida
Carrego a massa e fico prosa
Durante o dia de vermelho, preto e branco
Noite de verde e rosa
Isso é que é viver
É o meu prazer
É ver o meu Mengo campeão
O Cacique e a Mangueira na avenida
E chamando a multidão mais uma vez
Uma vez Flamengo, sempre Flamengo
Flamengo sempre eu ei de ser
Sou Cacique, sou mangueira
E Flamengo até morrer
Espetáculo! Só falta o Cacique...
****
Sou Cacique, sou Mangueira
Deixa falar quem quiser
Moro na linha do trem
Sou Flamengo também
Trago samba no pé
Sou eu que enfeito a avenida
Carrego a massa e fico prosa
Durante o dia de vermelho, preto e branco
Noite de verde e rosa
Isso é que é viver
É o meu prazer
É ver o meu Mengo campeão
O Cacique e a Mangueira na avenida
E chamando a multidão mais uma vez
Uma vez Flamengo, sempre Flamengo
Flamengo sempre eu ei de ser
Sou Cacique, sou mangueira
E Flamengo até morrer
segunda-feira, novembro 17
Caloooooooor!
Como você está se preparando para o verão 2009?
Os leitores deste blog não o fazem à toa. Cheios de marra, carimbaram a nossa última enquete e venceu a opção Já estou no esquema desde o último outono: o verão pode vir quente que eu tô fervendo! com sete votos (38%), dos 18 registrados. Correndo por fora, não com menos marra, veio a opção Detesto verão! Queria mesmo é ir para a Sibéria!!!, com seis (33%) votos.
Já comecei uma dieta e acabo de me inscrever na academia! alcançou quatro (22%) votos e os anti-sociais de verão, graças ao Senhor, são minoria neste espacinho virtual: Comprei um ar-condicionado e fiz um estoque de vitamina C registrou apenas um (5%) infeliz.
Aguardem que eu tenha um rompante de criatividade para botar no ar mais uma enquete mirabolante... ou não!
Os leitores deste blog não o fazem à toa. Cheios de marra, carimbaram a nossa última enquete e venceu a opção Já estou no esquema desde o último outono: o verão pode vir quente que eu tô fervendo! com sete votos (38%), dos 18 registrados. Correndo por fora, não com menos marra, veio a opção Detesto verão! Queria mesmo é ir para a Sibéria!!!, com seis (33%) votos.
Já comecei uma dieta e acabo de me inscrever na academia! alcançou quatro (22%) votos e os anti-sociais de verão, graças ao Senhor, são minoria neste espacinho virtual: Comprei um ar-condicionado e fiz um estoque de vitamina C registrou apenas um (5%) infeliz.
Aguardem que eu tenha um rompante de criatividade para botar no ar mais uma enquete mirabolante... ou não!
Sonhar...
... não custa nada!
Já dizia a sabedoria popular, no rufar dos pandeiros e tamborins. E com muita propriedade.
Nos últimos tempos ouvi, com poucas variações, a mesma frase, mais ou menos assim: "Acredite nos seus sonhos". É, tá na hora de fazer valer esse conselho. Mas consciente de que sonhar coletivo, pra fazer virar realidade, é de suar a camisa.
Já dizia a sabedoria popular, no rufar dos pandeiros e tamborins. E com muita propriedade.
Nos últimos tempos ouvi, com poucas variações, a mesma frase, mais ou menos assim: "Acredite nos seus sonhos". É, tá na hora de fazer valer esse conselho. Mas consciente de que sonhar coletivo, pra fazer virar realidade, é de suar a camisa.
sábado, novembro 15
sexta-feira, novembro 14
Kd Teresa?
Acordo tácito entre paciente e terapeuta é que ambos existem ali, apenas, entre quatro paredes. Parece ser impossível darem de cara, um com o outro, no mercado, na fila do cinema, na praia, num restaurante ou lanchonete no meio da tarde e, muito menos, nas escadas do Metrô.
Ledo engano, senhoras e senhores. Um esbarrão, assim, quase sem querer, é bem possível. Seria, se esta que vos escreve não fosse uma jornalista sagaz, atenta e com uma visão periférica invejável. Vi Teresa de longe, com sua bolsa a tiracolo ma-ra-vi-lho-sa, o ar casual chic e o indefectível All Star vermelho que sempre nos uniu. Ela subiu as escadas de cabeça baixa, atenta ao movimento que fazia ou, simplesmente, cansada do dia inteirinho ouvindo um monte de maluco cornetando seus ouvidos...
Não me viu.
Perdeu a chance de encarar meu sorriso, coisa rara durante o ano e meio em que nos encontrávamos semanalmente em horário pontual (ou quase isso). Mas deve ter visto meu tênis guerreiro de molas, perfeito para a malhação nossa de cada dia, e, com sorte, pode ter reparado no pulo do quadrícepes alimentado de ácido lático que está fazendo um bem enooooorme ao meu joelho, à minha mente e à minha alma.
Pela minha discrição, o acordo tácito entre nós pôde ser mantido. Mas Teresa, com certeza, perdeu uma ótima oportunidade de perceber que seu trabalho algumas vezes tem validade prolongada. Só algumas vezes...
Ledo engano, senhoras e senhores. Um esbarrão, assim, quase sem querer, é bem possível. Seria, se esta que vos escreve não fosse uma jornalista sagaz, atenta e com uma visão periférica invejável. Vi Teresa de longe, com sua bolsa a tiracolo ma-ra-vi-lho-sa, o ar casual chic e o indefectível All Star vermelho que sempre nos uniu. Ela subiu as escadas de cabeça baixa, atenta ao movimento que fazia ou, simplesmente, cansada do dia inteirinho ouvindo um monte de maluco cornetando seus ouvidos...
Não me viu.
Perdeu a chance de encarar meu sorriso, coisa rara durante o ano e meio em que nos encontrávamos semanalmente em horário pontual (ou quase isso). Mas deve ter visto meu tênis guerreiro de molas, perfeito para a malhação nossa de cada dia, e, com sorte, pode ter reparado no pulo do quadrícepes alimentado de ácido lático que está fazendo um bem enooooorme ao meu joelho, à minha mente e à minha alma.
Pela minha discrição, o acordo tácito entre nós pôde ser mantido. Mas Teresa, com certeza, perdeu uma ótima oportunidade de perceber que seu trabalho algumas vezes tem validade prolongada. Só algumas vezes...
Fooooooofo!
Humanos que acham cães simplesmente tudo de bom ganharão um presente especial neste Natal. No dia 25 de dezembro chegará por aqui a versão em película para o best seller Marley & Eu, de John Grogan. O filme, homônimo, terá Jennifer Aniston e Owen Wilson nos papéis de humanos. No papel principal, um total de 22 cães interpretaram Marley em idades diferentes. Quem leu o livro sabe que Marley, o de verdade, chegou a participar de um file desconhecido. Se você também se apaixonou pelo labrador lindo e desastrado do livro, pode ver o Marley dando o maior trabalho em algumas cenas no YouTube. Impagável!
Para dar aquele gostinho do filme, veja um pedacinho aqui no DebTube! Eu, pessoalmente, já ri e chorei só de ver o trailler...
Para dar aquele gostinho do filme, veja um pedacinho aqui no DebTube! Eu, pessoalmente, já ri e chorei só de ver o trailler...






