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    sexta-feira, maio 9

    Personalidade

    da Cidadania

    Esta é especial para quem tem saudades das noites nos salões do Jockey Club. A última quinta foi dia de festa. Claro, com muitas histórias para contar, apesar da censura que regirá este post, que não durmo de toca. Foi uma edição de superação, para resumir. Sim, o imponderável que se abateu sobre o Maracanã na noite anterior deu uma passadinha ali pelas cercanias da Av. Beira-Mar, para a alegria dos palhacinhos de preto.
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    Comecemos pelo staff de organização, que conseguiu levar mais gente estranha ao evento do que simplesmente a Chapeleira Maluca. Foi um séquito de modelitos démodè; coisa lamentável.
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    Além da reunião de personalidades de vários segmentos, o que se viu foi uma reunião de ex-funcionários. Um recorde!

    Sem falar num sem-número de advogados e afins que foram fazer claque para um dos homenageados do evento... ô lugarzinho mal freqüentado. Sorte que os jornalistas presentes são praticamente inofensivos.
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    Tá bom. Vou pular a parte do constrangimento.
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    Foi também uma noite de superação das louras do Seu Afonso. Dessa vez, elas resolveram abrir a boca para proferir frases além do manjado pedido de assinatura à lista de presença e boas-vindas.

    — Pai? De quem?!
    [referindo-se à chegada do jornalista Sérgio Cabral]
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    E o troféu melhor discurso vai para...

    — O doutor Oscar me mandou agradecer; ele está lisonjeado pela lembrança. Então... obrigado!
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    E o pior? E o pior? Dá pra adivinhar?

    Pois titio também se superou. O discurso deste ano teve direito a efeitos especiais: além de um pigarro muito 'zito', que às vezes se assemelhava a uma risadinha, no fim ele próprio se apaudiu. Efusivamente.

    Obviamente, não foi acompanhado por ninguém da platéia. O que tornou o feito ainda mais estranho...
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    Cabralzinho tava lá. Foi seu dia de receber placas e medalhas. Pela manhã foi no Monumento aos Pracinhas. Acordou cedo, coitado. Saiu cedo também, é claro. Absurda, mesmo, foi a idéia de deixá-lo como último a receber a porra da placa por causa de negócio de ordem alfabética, vê se pode.

    Simpático como sempre, falou rápido e rasteiro. De quebra, livrou-se da obrigação de comprar um presente para a mãe. Dedicou a ela, também na platéia, em virtude do domingo, a tal placa.

    Foi bênção e tchau!

    Cumprimentou um a um na mesa — pela primeira vez, formada pelos homenageados; como é que nunca pensaram nessa coisa óbvia antes??? — e saiu pela direita. Não foi uma retirada discreta por causa da comitiva que o acompanha. De assessores a seguranças, incluindo aí os familiares. Filão. Parecia a quinta da carne no Guanabara.
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    Aliás, o Sérgio Cabral, o original, mereceu os aplausos da noite. Ao ser conduzido para a mesa da recepção para assinar a lista de presença, foi muito espirituoso:

    — Cargo e função? Pai. Instituição? Pai também. Hoje estou aqui só de pai.
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    Serginho vazou, titio foi no rastro. Seguranças, à frente da comitiva, ficaram vendidinhos:

    — Cadê o governador? Parou?

    Era titio, claro, com os tradicionais tapinhas nas costas. Oportunidade rara, né? Até eu. Lá dentro, o homenageado seguinte abria assim o seu discurso:

    — Cadê o Adolfo?
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    Muito educado, o gov deu boa noite a esta blogueira que estava de pé na porta do hall onde o evento é projetado. Mais ainda, disse:

    — Boa noite, Scofano.

    Tem gente que deve estar mais denorteado que rubro-negro indo pra casa na noite anterior... Pior, só os seguranças:

    — O governador já foi? Passou!!!
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    Item Reviewed: Personalidade Rating: 5 Reviewed By: Débora Thomé
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