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    segunda-feira, agosto 25

    O que restou

    A maior delegação brasileira (só perdeu para os jornalistas da Globo) em Olimpíadas trouxe só três medalhinhas de ouro para o país. E duas delas são vitórias pessoais, como está se dizendo por aí. O que faltou, então, pra gente ficar na frente da Etiópia, por exemplo?

    Mordi minha língua com aquela história do 'tamojunto'. Nem isso tem mais. O problema é que o cada um por si diminui ainda mais nossas chances de sobressair nesse tipo de competição. Como nos candidatarmos, desse jeito, a sediar os jogos em 2016? Vai ser vergonhoso se não tomarmos as providências cabíveis para ficar ali no G8, pelo menos.

    A Grã-Bretanha é exemplo, evidentemente que guardadas as devidas proporções. Mas não é possível, por outro lado, que não se consiga fazer nada para melhorar esse quadro nos próximos oito anos. Precisa ser quatro de trabalho pesado, pra gente melhorar posição em Londres, e outros quatro anos de muita objetividade e mãos à obra, para chegarmos, pelo menos, ao sonhado G8 em 2016. Se conseguirmos aprovação na candidatura, é óbvio...
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    Outra preocupação que fica é resultado de umam perspicaz observação: o que será, meu Deus, que a OLK, patrocinadora oficial da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos, fará com os uniformes da minha nação???

    Cada coisa tenebrosa! Cara, cada vez que eu via os atletas uniformizados (os agasalhos, então, cruz credo!), dava um arrepio na espinha. Puro terror. Já sinto saudades da Nike, só de pensar.

    Começava verdão, lá no pé, e ia amarelando peito acima. Isso abala o psicológico até de Freud. Uma espécie de sugestinamento esse negócio do uniforme ir amarelando. Por isso é que as meninas do vôlei se sentiram tão à vontade — foi feito pra elas, as amarelonas... — que até conseguiram um bom resultado.
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    Possivelmente embriagado e cagando solenemente para as estatísticas, o Nuzman, presidente do COB, teve o displante de afirmar que esta foi "a melhor participação do país", ignorando a 15ª colocação, graças a cinco medalhas de ouro, em Atenas.

    Tratou, logo, foi de esticar o chapéu e pedir mais verbas públicas.

    O cara-de-tamanco justificou sua 'análise' pelo total de medalhas e a quantidade de finais com brasileiros — tudo superior a Atenas. Só não disse é que perdemos mais e que, por isso, o aproveitamento da gente é mais baixo, neste caso, em Pequim.

    Quem tá precisando de psicólogo é ele.
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    Item Reviewed: O que restou Rating: 5 Reviewed By: Débora Thomé
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