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    sexta-feira, março 27

    Sigourney Weaver

    Finalmente encontrei uma grávida sincera!

    Com a epidemia que assolou meu círculo de amizade nos últimos... ahn... nove meses, por aí, fica difícil escapar de assuntos como chá de bebê, fraldas, chupetas, mamadeiras, moisés, conjuntinho pagão (caralho, é tanta coisa que desanima muito...) e coisas afins. Noutro dia, tava de papo com a mãe de Arthur (é... começa a se acostumar porque vai morrer assim!) e praticamente encontrei Jesus!

    Aleluia, alguém que ostenta uma bela duma barriga me entendia e, o que é melhor, tinha coragem para admiti-lo: ela se sentia tipo a Sigourney Weaver em Alien. Clássico dos anos 1980, o filme marcou uma geração. E deixou um bocado de gente pancada. Ainda bem que não fui só eu!

    O negócio é o seguinte: TODA vez que me imagino grávida é a tenente Ripley que vem à minha mente. A personagem de Weaver fica 'grávida' do alienígena no filme. Impossível não associar a função de hospedeira quando se está grávida na vida real. Ah... vem com essa não, porque é isso mesmo. O cordão umbilical taí pra não me deixar mentir!

    Não que eu não pense em ser mãe, não é isso. Na verdade, eu acho que nasci para ser mãe. Sério. Adoro cuidar das pessoas, me preocupo com a minha família, com meus amigos. Só não tenho o hábito de ficar ligando pra eles. Tá vendo... minha nora (ou meu genro) vai me adorar! Isso sem falar no estágio que faço com meu irmão (minha terapeuta não me deixa mentir...) e com a Lady, principalmente, além do Lord e do Duque.

    Mas... parir??? Isso me dá mesmo calafrios..

    Ficava preocupada com aquele papo todo da mulherada que já esteve em estado interessante, se encontrava prenha ou acha que a gente trepa pra procriar. Não era possível que só eu achasse gravidez um troço estranho e que grávidas SÃO a Sigourney Weaver em Alien... Já tava ficando irritada com aquela história de que gravidez é uma bênção (ainda escreve assim???), que a mulher fica iluminada e bla, bla, blá...

    Uma amiga teve o disparate de me falar que, se pudesse, engravidava todo ano!

    Falassério?! Os hormônios ficam (ainda mais) enlouquecidos, a gente retém (ainda mais) líquido, engorda (ainda mais), fica com (ainda mais) sono, (ainda mais) fome. Aí chega num ponto em que não dá pra malhar direito, não dá pra trepar direito, o cabelo cai, aparecem espinhas na fuça (já vi muitos casos), o nariz fica mó batata, NÃO DÁ PRA VER O PRÓPRIO PÉ...

    Claro, para toda regra... a mãe do Arthur é uma delas! Barrigão, mas a mesma pessoa de sempre. Na medida do possível, óbvio, porque do sono e da vontade de ir ao banheiro toda hora não há quem escape. Mas, o que é melhor, sincera toda vida! Não é que ela falou, para meu imenso alívio, que no início se sentia a Sigourney Weaver com uma coisa crescendo dentro dela?!
    A-DO-REI. Me senti mais humana, mais normal. E não tão só como antes...

    E nem parou com os comentários, na minha humilde opinião, muito pertinentes: confessou que também tinha medo de engravidar, que fica tensa quando pensa no parto e culminou com um 'agora não tem jeito; vai ter que sair!'. CARACA! Praticamente minha alma gêmea no quesito gravidez e suas implicações.

    Deu até pra me animar...

    ****
    Até hoje não entendo de onde a mulher tirou esse nome... nasceu Susan Alexandra Weaver...
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    0 comentários:

    Item Reviewed: Sigourney Weaver Rating: 5 Reviewed By: Débora Thomé
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