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    quinta-feira, agosto 21

    Conga la conga

    Merece um post solo, a prova de marcha atlética. Assisti a um tempão da prova, ontem à noite. Tive pesadelos. Pudera: só de ficar olhando, deu dor no joelho. Certamente, não seria uma marchadora se tivesse de escolher uma modalidade olímpica para me dedicar.

    Imagina, com esse joelho podre...

    Se bem que passa uma impressão de pessoas reprimidas. Rola uma bomba-psicológica tipo 'não pode correr, não pode correr, não pode correr' que é foda. Dá vontade de mandar tudo pra terapia, aliviar a tensão, os desejos reprimidos, sei lá... credo.

    Mas fiquei impressionada com o esforço físico que as marchadoras fazem. Tem toda uma postura — calcanhar-ponta, rebola pra cá e pra lá. A TV mostrou uma câmera lenta com close no abdômen de uma das corredoras; a parada contorce. Negócio de dar nó nas tripas.

    Aliás, parece MESMO que tão com nó nas tripas. Diarréia braba. Visualiza a pessoa de caganeira, correndo pro banheiro sem poder dar uma passada mais larga, tentando segurar o peido molhado que pode se transformar numa tragédia sem proporções, dependendo do lugar onde se esteja — uma via pública, por exemplo...
    ****
    Escrevendo agora, percebi que não conseguiria, na verdade, optar por qualquer modalidade olímpica para competir. Pensei, pensei, pensei... Não me vejo fazendo nada daquilo, embora aprecie muitas delas — futebol, basquete, ginástica olímpica, atletismo, judô. Nada para mim, no entando. E nem tô considerando minhas limitações físicas, porque se eu tivesse me dedicado desde cedo ao esporte, talvez não tivesse esse problema crônico no joelho.

    Mas também talvez não tivesse mais joelho...
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    Item Reviewed: Conga la conga Rating: 5 Reviewed By: Débora Thomé
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