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    quarta-feira, maio 20

    Divã 2

    Rolou um esquema panela de pressão por causa do post Divã. Uma amiga querida ficou magoada, e esse foi o lado ruim da coisa toda. Mas, tudo bem... ela me deu uns tapas e já está tudo beleza. Mesmo assim, vou explicar meu posicionamento diante da ausência da Mônica na minha vida.

    No filme, Mercedes e Mônica são amigas praticamente desde sempre. Quase no final, aparece uma foto das duas, ainda meninas, ao lado de seus maridos, igualmente bem jovens. E continuaram amigas ainda quarentonas, apesar da ausência do cotidiano comum no colégio, dos namorados, maridos e filhos e toda sorte de compromissos sociais e profissionais que enfrentaram dos 15 anos em diante.

    Pois bem: tive várias melhores amigas ao longo da vida, graças a Deus. Não tenho problemas em me relacionar, mas de manter relacionamentos fora da imposição do cotidiano.

    Vou explicar: minhas amizades geralmente não passam no teste do afastamento diário. Se mudo de colégio, se termina o ginásio, a faculdade, se muda de emprego ou acaba o curso... babuska. Já era, zéfini, fim de papo. E tem aquelas que surtam, as que se omitem e somem (aí eu só descubro a omissão muuuuito tempo depois) e as que se omitem publicamente e rompem a amizade abruptamente. Sem nuvem de fumaça, sequer.

    Vou abrir parênteses aqui: (até hoje, não sei se é pior perder uma amizade pela omissão sorrateira, pela omissão pública ou proveniente de um surto qualquer).

    Enfim...

    Tenho uma amiga dessas, da época de ginásio (era esse o nome, na época), que me conhece bem até hoje. A gente se adora, quando nos encontramos parece que nos vimos ontem. Mas perdemos aquela cumplicidade que só o contato frequente, se não o diário, oferece.

    Tem uma outra menina muuuuito figura que quando me encontra é sempre uma grande festa. Amizade fruto de ambiente de trabalho, já interrompida. Perdemos o contato, reativado vez ou outra talvez pela imposição profissional, nem tanto pela amizade propriamente dita - e olha que era uma daquelas que faz comunicação pelo olhar. Show de bola!

    Falei sobre os homens no post porque a única amizade que perdeu a convivência diária, mas foi mantida, foi com um espécime do sexo masculino. Esse eu sei que vou levar comigo a vida toda. Passamos no teste do afastamento com louvor!

    Estou vivendo uma experiência dessas de manutenção com duas raríssimas (elas não têm frescurite aguda, amém!) espécimes do sexo nem tão frágil assim, neste momento. Vamos realizar nosso segundo 'encontro calcinha' nesta quinta!!! Outras duas grandes amizades tiradas a pinça do ambiente de trabalho ainda não passaram por esse teste...

    Por isso, não quero que nenhuma das minhas amigas atuais se magoe. Por favor, me entendam. É fácil essa parte: vão ver o filme!
    ****
    Agora, o lado bom dessa confusão toda: só assim para Alessandra Bizoni (meu querido diário humano) tecer algum comentário neste blog!!!!
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    Item Reviewed: Divã 2 Rating: 5 Reviewed By: Débora Thomé
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